Concordances from
the Lingüística corpus
e n c i a c o n l a q u e h a
y
q u e a c e r c a r s e a e s
i o c u l t u r a l A t a l a
y
a i n i c i a t i v a q u e a
s e r v a t o r i o a t a l a
y
a . e s / u p l o a d s / p d
v i d a ( e n c a n t i d a d
y
c a l i d a d ) 7 . y , p o
o n i e l m i s m o . L e e r
y
e s c r i b i r s o n d o s p
a n e c e s i t a e l e n s a
y
o q u e s u b y a c e e n u n
a e l e n s a y o q u e s u b
y
a c e e n u n a t e s i s p o
o h a b l a r d e l o s p r o
y
e c t o s f i n d e g r a d o
e r s i t a r i o p o r q u e
y
a n o s e t r a t a d e r e p
d a n t e e n r e c u r s o s
y
m e d i o s m e d i r s u
r s u s n e c e s i d a d e s
y
c o n o c e r s u a c t i t u
s i m p u l s o d e c o p i a
y
p e g a p o r q u e m e p i e
, a c o t a d a , e x a c t a
y
p r e c i s a , d o n d e n o
e c i s a , d o n d e n o h a
y
a l u g a r 9 D i s p o n i
s b a s e s d e e s t e p r o
y
e c t o , l a s s i g u i e n
l a s h e r r a m i e n t a s
y
e s t r a t e g i a s p a r a
a h a c e r l o e n T O D O S
y
a T O D O S l o s n i v e l e
c e s o a l a r e c u r s o s
y
u n a c a p a c i d a d d e r
c a b l e a c o n t e x t o s
y
s i t u a c i o n e s s e a
t i n t o s c o n t e x t o s
y
s i t u a c i o n e s . L e e
n a r l o i m p o r t a n t e
y
s a b e r c o n s t r u i r a
s . D e n u e v o C a s s a n
y
r e f l e x i o n a s o b r e
e x t o d e e s c r i t u r a
y
s u s t a n c i a l m e n t e
t a s c o m p e t e n c i a s
y
s u p a p e l e s e n c i a l
i / d a n i e l _ c a s s a n
y
/ _ p d f / p r e / f a r o 0
l s e r v i c i o d e l p r o
y
e c t o e d u c a t i v o g l
o r , s i n o r e s t o
y
c o n r e s p e c t o a o t r
e n t e d e l a c u l t u r a
y
d e s u s c u l t u r a l : s
i n t e n c i o n a l i d a d
y
f u n c i o n a l i d a d s o
D r . A l b a l a d e j o M a
y
o r d o m o : A t e n d i
d i f e r e n t e s h i l o s
y
d i f e r e n t e s m a t e r
n a r h e r r a m i e n t a s
y
r e c u r s o s p a r a a c t
r s o b r e l o s t e x t o s
y
b u s c a r e n e l l o s r e
s m a s . ( a u s e n t e )
y
P r i m a v e r a e n S i l o
i c u l t a d e s E l a r t e
y
s u s p l a n t e a m i e n t
z a . D o s p r e g u n t a s
y
t r e s e j e r c i c i o s :
t r o s d i s c u r s o s c u
y
o e j e c e n t r a l s e a e
a : J o r i s - K a r l H u
y
s m a n s y P a u l V e r l a
i s - K a r l H u y s m a n s
y
P a u l V e r l a i n e . Y
y P a u l V e r l a i n e .
Y
u n c u a r t o t e x t o a t
a l i d a d d e G e n e t t e
y
B a r t h e s o a l g u n o s
c i o n a r , c o n e c t a r
y
e n l a z a r u n c o n j u n
g m e n t a d a s ( a r m a r
y
c o n s t r u i r , p o r l o
o n e s q u e e l q u e s u b
y
a c e a s i m i s m o e n l o
r a n o p u e d a r e l e e r
y
r e i n t e r p r e t a r c r
s e r i n t e r p r e t a d o
y
r e i n t e r p r e t a d o t
d u c e , i n t e r p r e t a
y
r e i n t e r p r e t a e s p
l e s . r e c e p t o r , o
y
e n t e , i n t e r n a u t a
r a d i g i t a l c o n f l u
y
e n u n a s e r i e d e f a c
i c a c i o n e s q u e t a l
y
c o m o l o d e m u e s t r a
c a n l o s o b j e t i v o s
y
P a l a b r a s c l a v e :
n t o . s m a r t p h o n e
y
o r d e n a d o r ) . P a r a
o r ) . P a r a q u e s e h a
y
a p r o d u c i d o e l c a m
e s d e l e c t u r a w e b ,
y
a q u e n o p o s e e n l a s
l o s U n a d e l a s m a
y
o r e s v e n t a j a s d e e
e a p l i c a c i o n e s h a
y
q u e c o p i a r e l c o n t
C h r o m e W e b S t o r e
y
e n M o z i l l a A d d - o n
n e s , e x t e n s i o n e s
y
t e m a s p a r a l o s n a v
r e s G o o g l e C h r o m e
y
M o z i l l a F i r e f o x .
e n l a P o c k e t
y
R a i n d r o p . i o . E n c
r t a n e n t r e c u a t r o
y
c i n c o n a v e g a d o r e
p . i o , R e a d a b i l i t
y
y S e n d t o K i n d l e .
. i o , R e a d a b i l i t y
y
S e n d t o K i n d l e . h
e n d t o K i n d l e . h a
y
a p l i c a c i o n e s m u l
r n o t e W e b C l i p p e r
y
N i m b u s C l i p p e r g r
k e t , R a i n d r o p . i o
y
R e a d a b i l i t y . E n c
p . i o y R e a d a b i l i t
y
. E n c u a n t o a l a K i n
c k e t , R e a d a b i l i t
y
y S t a c h e . A x i o m ,
k e t , R e a d a b i l i t y
y
S t a c h e . A x i o m , D
r , N i m b u s C l i p p e r
y
S e n d t o K i n d l e .
o t e c a p e r m a n e n t e
y
e t i q u e t a s s u g e r i
a d a l o s u s u a r i o s ,
y
a q u e s e e n c u e n t r a
e r , S t a c h e , A x i o m
y
E v e r n o t e W e b C l i p
a s q u e o f r e c e n : m a
y
o r a c c e s o , d i s p o n
, d i s p o n i b i l i d a d
y
c o m o d i d a d . s o c i
e r e n c i a e n t r e u n o
y
o t r o r e s i d e e n e l s
o f e s i o n a l d e L e c t
y
l a b o l o s p r i m e r o s
u i e r i n t e r n a u t a ,
y
r e q u i s i t o i n d i s p
i l a r e s d e a u t o r e s
y
s o b r e t o d o l o s l e c
t o d o l o s l e c t o r e s
y
l e c t o r a s , r e p r e s
s e d e a l t a e n e s t o s
y
p a r t i c i p a r d e s u s
. 0 p o r T i m O R e i l l
y
e n 2 0 0 4 , h a s e r v i d
a c t i v o . " D a r e l m a
y
o r p r o t a g o n i s m o y
y o r p r o t a g o n i s m o
y
c a p a c i d a d d e i n i c
o s d e a p r e n d i z a j e
y
e n l a t o m a d e d e c i s
m a d e d e c i s i o n e s .
y
a p r e n d i z a j e c o l a
l . S t e p h e n D o w n e s
y
G e o r g e S i e m e n s p l
" E l a p r e n d i z a j e
y
e l c o n o c i m i e n t o d
. B a c o n , D u n b a r
y
E r d o s . K e v i n B a c
e l a n z a d a p o r F r i g
y
e s K a r i n t h y e n s u o
r F r i g y e s K a r i n t h
y
e n s u o b r a C h a i n s e
L e c t u r a S o c i a l
y
L I J 2 . 0 q u e s e d e
i o n e s , e t i q u e t a s
y
, e n a l g u n o s c a s o s
n o s c a s o s , l i b r o s
y
l e c t u r a s . L a w e b
f o r m a s d e l e c t u r a
y
e s c r i t u r a e n I n t e
d o c e n t e d e l e n g u a
y
l i t e r a t u r a r a d i c
l d o c e n t e c o n s t r u
y
a e s t r a t e g i a s d e l
m e n t e u n o d e l o s m a
y
o r e s e x p e r t o s e n l
s c o m o r e d d e r e d e s
y
s u f a c i l i d a d d e u s
a l e s : G o o g l e P l u s
y
G o o g l e S c h o l a r P
a r l o s d o c u m e n t o s
y
l o s c o n t a c t o s d e u
r s i d a d d e S e v i l l a
y
v i n c u l a d a a s u 2 0 0
o n i b l e s e n S c o p u s
y
e n W e b o f K n o w l e d g
s i d e r a r a M e n d e l e
y
( h t t p s : / / w w w . m e
s : / / w w w . m e n d e l e
y
. c o m / ) c o m o l a p r i
f i l e s p e r s o n a l e s
y
p e r m i t i e n d o c r e a
f r e c e r s u s p l a z a s
y
b e c a s y u n i v e r s i d
s u s p l a z a s y b e c a s
y
u n i v e r s i d a d e s y c
s y u n i v e r s i d a d e s
y
c e n t r o s d e A c a
m o n i t o r d e e p a n a l
y
t i c s a r o u n d t h e i m
h o f a c a d e m i c s t h e
y
f o l l o w . 3 3 . 2 3 7 . 7
O t r o e s p a c i o m u
y
i m p o r t a n t e s o n l o
h t t p : / / l e c t u r a s
y
l e c t o r e s . n i n g . c
s ( h t t p : / / i n e v e r
y
c r e a . n e t / c o m u n i
o m u n i d a d / i n e v e r
y
c r e a ) . R e d e s d e L
s e n d o s m o d e l o s m u
y
d i s t i n t o s c o m o s o
n t o s c o m o s o n L e c t
y
l a b y L e o t e c a . E n e
c o m o s o n L e c t y l a b
y
L e o t e c a . E n e s t a s
a r f i c h a s d e o b r a s
y
r e f e r e n c i a s y c o m
r a s y r e f e r e n c i a s
y
c o m e n t a r i o s d e l o
r a t r a t a d a . L e c t
y
l a b ( h t t p : / / l e c t
l a b ( h t t p : / / l e c t
y
l a b r e d . c o m ) A n t
o n o c i d a c o m o L e c t
y
o , e s t a e s u n a r e d d
i o n a l e s d e l a L e c t
y
o h a d e s p e g a d o c o n
i a s ( h t t p : / / l e c t
y
l a b r e d . c o m / n o t i
i l d e N a t a l i a A r r o
y
o ( h t t p : / / n a r r o y
y o ( h t t p : / / n a r r o
y
o . l e c t y l a b r e d . c
: / / n a r r o y o . l e c t
y
l a b r e d . c o m / ) , b i
i e z o a l e e r ( 6 + ) ; "
Y
a l e o s o l o ( 8 + ) ; " S
l e o s o l o ( 8 + ) ; " S o
y
u n b u e n l e c t o r ( 1 0
l e c t o r ( 1 0 + ) ; " S o
y
u n g r a n l e c t o r ( 1 2
e v a s a c t i v i d a d e s
y
d e b a t e s s o b r e l a s
PROCEDIMIENTOS DE SEGMENTACIÓN DE LA CONVERSACIÓN : DEBILIDADES DE LA SINTAXIS ORACIONAL
Y
OPERATIVIDAD DE LA PROSODIA RESUMEN La segmentación del discurso oral en sus constituyentes
misma dirección . 1 . NIVELES DE ANÁLISIS EN LA CONVERSACIÓN : NIVEL MONOLÓGICO
Y
NIVEL DIALÓGICO . PROBLEMAS DE BASE PARA LA SEGMENTACIÓN DE LA CONVERSACIÓN Uno
de los primeros problemas al que se enfrentan los analistas de la conversación ,
y
por extensión del discurso oral espontáneo , es el del reconocimiento de sus unidades
niveles de análisis , el monológico ( limitado a intervenciones de un solo hablante )
y
el dialógico ( considerando la organización estructural de la conversación de
la intervención , que debe ser entendida a la vez como unidad monológica máxima
y
dialógica mínima . En sentido estricto , nuestro estudio se va a limitar a describir
posibles segmentos internos de intervención , o lo que es lo mismo , de actos
y
subactos . Dejamos fuera de nuestra consideración , por razones de espacio , la
relaciones sintácticas generales ( causa , consecuencia , comparación , concesión
y
condición ) , son algunos más los tipos de relaciones que somos capaces de expresar
Tampoco parece existir una correspondencia exacta entre las relaciones sintácticas
y
las formas lingüísticas especializadas en su expresión , ya que , si bien algunos
descripción de dos unidades monológicas en la dimensión estructural ( intervención
y
acto ) y una en la dimensión informativa ( el subacto ) ; las unidades
de dos unidades monológicas en la dimensión estructural ( intervención y acto )
y
una en la dimensión informativa ( el subacto ) ; las unidades estructurales del
) ; las unidades estructurales del nivel dialógico son el discurso , el diálogo
y
el intercambio . Este último posee su correlato en la dimensión “ social ”
reflexiones aportadas por Antonio Narbona en numerosos trabajos dedicados a este
y
otros asuntos . Hallamos , pues , a cada 3 Así , en las construcciones
causal puede funcionar por sí misma como realización independiente ( oración )
y
no como proposición integrada en una oración compleja . Otro tanto ocurre con las
no justificados gramaticalmente , los alargamientos de sonidos , las suspensiones
y
enunciados truncados o inconclusos , etc . , fenómenos todos ellos que , sin embargo
entienden mutuamente , de manera que el producto lingüístico , por “ incoherente
y
caótico ” que pueda parecer a los ojos de la gramática de la lengua escrita
a los ojos de la gramática de la lengua escrita , posee su propia coherencia
y
ordenamiento , sus unidades particulares . Simplemente se trata de reconocerlas en
sin valor comunicativo , según se realice o no con un contorno melódico propio (
y
autónomo ) . En este último caso , se constituirá como unidad comunicativa y por tanto
( y autónomo ) . En este último caso , se constituirá como unidad comunicativa
y
por tanto como enunciado , acto en la propuesta de Val . Es . Co .
monológico , jerárquicamente diferenciados , el acto ( constituto del subacto )
y
el subacto ( constituyente del acto ) . Diversos trabajos de este grupo de investigación
comunicativa ; es identificable por la acción de ciertas marcas lingüísticas prosódicas
y
semánticas que se sitúan en las fronteras del acto ; también es identificable
intervención ( P4 ) hallamos dos actos , marcados con el signo # al comienzo
y
al final de cada segmento de discurso reconocido como acto ( # … # )
por constituir segmentos informativos identificables mediante marcas semánticas
y
prosódicas . Por segmento informativo se entiende que puede expresar diferentes
o no , el subacto sustantivo ( SS ) , que tiene sustancia semántica ,
y
el adyacente ( SA ) , que carece de ella8 . Un ejemplo de ello
mismo , reconocer sus partes mínimas , los eslabones naturales de la cadena fónica
y
, por tanto , las potenciales unidades 8 Debe advertirse al respecto que , según
Debe advertirse al respecto que , según el tipo de subacto , el peso relativo
y
la incidencia de las marcas puede ser diferente , de manera que en el caso
cohesionados entre sí prosódicamente , organizados en torno a un acento principal
y
con una melodía propia , esto es , completa . Otra cuestión es que tales grupos
especialmente los prosódicos ) determinan ( solidariamente con los esquemas sintácticos
y
con los recursos para – o extraverbales ) el significado intencional de lo dicho
el factor prosódico para explicar la segmentación ( posible ) del discurso oral
y
las relaciones estructurales de orden suprasegmental entre unidades y subunidades
discurso oral y las relaciones estructurales de orden suprasegmental entre unidades
y
subunidades . Naturalmente , un estudio que parta de estas premisas no es sencillo
los patrones entonativos , investigar las unidades fonológicas correspondientes
y
proponer repertorios de dichos patrones fonológicos para cada lengua es algo complejo
más o menos grupos tonales ( estilo , velocidad de habla , estructura sintáctica
y
semántica , organización de la información antigua y nueva , etc . ) , pero
, estructura sintáctica y semántica , organización de la información antigua
y
nueva , etc . ) , pero no sabemos con certeza qué elementos fonológicos mínimos
agudiza más si tenemos en cuenta que , en el ámbito entonativo , lo semántico
y
lo pragmático se interfieren constantemente de manera inevitable , especialmente
contamos con una tradición consolidada de los significados ilocutivos , actitudinales
y
contextuales , lo que dificulta enormemente relacionar tales significados con unidades
además , muy frecuentemente un cambio en la cualidad de voz entre el estilo indirecto
y
el directo12 . Pese a estas incertidumbres , podemos aportar más argumentos favorables
estructura entonativa actuaría , pues , como recurso mnemotécnico útil para decodificar
y
retener mentalmente los enunciados . 12 El problema puede despejarse parcialmente
el modo inmediato de producirse la conversación , que favorece la rectificación
y
la constante vuelta atrás , explica la frecuencia de los incisos , las estructuras
como principios derivados el principio de declinación , el principio de jerarquía
y
el principio de integración . 2 . 2 . 2 . 2 . 1 .
cuando se suceden varios grupos entonativos , los dos puntos principales ( ataque
y
final ) de grupos sucesivos manifiestan menor altura tonal que los de un grupo precedente
una superior , que une los picos o tonos altos de la curva melódica ,
y
otra inferior , que une los valles o tonos bajos . Por otro lado , dentro del
los valles o tonos bajos . Por otro lado , dentro del modelo de Análisis Métrico
y
Autosegmental se maneja paralelamente el concepto de escalonamiento tonal : en los
van siendo más bajos que los picos precedentes . Este proceso resulta predecible
y
automático en condiciones normales ; en el caso de que se produzca alguna alteración
interpretación pragmática del fenómeno ( énfasis , distinción entre información nueva
y
conocida , etcétera ) . En definitiva , la dinámica previamente apuntada justifica
dinámica previamente apuntada justifica la solidaridad entre unidades entonativas
y
su continuidad enunciativa , de modo que el descenso moderado progresivo en el tono
parece constituir una tendencia universal en las lenguas . En cuanto al estatuto
y
las causas de esta declinación , Clark y Yallop sugieren que se trata de un proceso
las lenguas . En cuanto al estatuto y las causas de esta declinación , Clark
y
Yallop sugieren que se trata de un proceso involuntario derivado , probablemente
proceso involuntario derivado , probablemente , de la interacción entre la laringe
y
el sistema respiratorio , si bien cabe entenderlo también como consecuencia del
la declinación parece operar a dos niveles : en el interior de grupos entonativos
y
, a un nivel superior , entre los grupos entonativos sucesivos de una secuencia principal
principios fundamentales de articulación discursiva , el principio de jerarquía
y
el principio de integración de unidades entonativas . Tales teorías toman como
ellos tratamos en los apartados 2 . 2 . 2 . 2 . 2 .
y
2 . 2 . 2 . 2 . 3 . 2 . 2 . 2
3 . 2 . 2 . 2 . 2 . 2 . Principio de Jerarquía
y
recursividad Con relación al principio de jerarquía D . Robert Ladd propone ciertas
( o frase mayor , en adelante MP ) , que se organiza internamente (
y
jerárquicamente ) mediante la asociación de tone groups ( o grupos tonales , en
parte de la noción sintáctica de cláusula como “ segmento de lengua con sujeto
y
predicado ” . Así , el sujeto vincula la idea del hablante con un texto
representa la contribución de esa idea al flujo de pensamiento en la mente del hablante
y
del oyente . Cada idea sucesiva contiene información que se superpone a la idea
que la lengua expresa gramatical o suprasegmentalmente los vínculos entre una idea
y
la siguiente : a ) entonación : continuación ( no descendente ) , cierre (
descriptivas , sin embargo , ahondan más en los principios prosódicos de jerarquía
y
recursividad , por lo que adquieren , a nuestro parecer , mayor poder explicativo
izquierda a derecha , a partir de los dos primeros de una secuencia enunciativa ,
y
desde ahí sucesivamente hasta el final de la emisión , y es aplicable no sólo
de marcas prosódicas permite : segmentar la cadena sonora en unidades melódicas
y
grupos prosódicos , que deben ser entendidos como unidades mínimas de la lengua
amplio ) . Se proponen así como índices de segmentación : las pausas de silencio
y
las pausas de vacilación y respiración , que delimitan grupos rítmicos24 ; 22
como índices de segmentación : las pausas de silencio y las pausas de vacilación
y
respiración , que delimitan grupos rítmicos24 ; 22 Esta relación de dominancia
estos investigadores , dedicados a estudiar la estructura del enunciado oral simple
y
complejo . 24 Las pausas de silencio constituyen un índice importante de segmentación
segmentación ( los grupos rítmicos que determinan manifiestan propiedades rítmicas
y
melódicas específicas ) , las pausas de vacilación suelen estar representadas
constituye el término señalado ( repéré ) 27 : Determinación : un solo enunciado
y
relación de dependencia entre dos grupos de entonación [ ( I ) … ( I
análisis que presentamos en el apartado que sigue . 3 . SEGMENTACIÓN MONOLÓGICA
Y
REGULARIZACIÓN DE CLAVES PROSÓDICAS DEMARCATIVAS : ANÁLISIS DE UN CORPUS CONVERSACIONAL
ANÁLISIS DE UN CORPUS CONVERSACIONAL 3 . 1 . Aspectos metodológicos : corpus de partida
y
corolario Antes de presentar los resultados de este avance empírico advertimos del
corolario propuesto . Por la naturaleza de la investigación , el análisis del corpus
y
la aplicación de este corolario ( véase 2 . 2 . 2 . 3 )
demarcativo de cada grupo de entonación ( Ø , ≠Æ ) ; la F0 inicial
y
final de cada grupo de entonación ( en hercios ) ; la duración exacta de
sea una planta ? , tiene como representación melódica no estilizada en Praat :
y
como representación estilizada : 30 Tales elementos de distorsión suelen coincidir
intrínsecas de ciertas consonantes ( aproximantes , vibrantes , etcétera ) ; – ascensos
y
descensos antes y después de un segmento sordo debidos a los efectos de coarticulación
consonantes ( aproximantes , vibrantes , etcétera ) ; – ascensos y descensos antes
y
después de un segmento sordo debidos a los efectos de coarticulación . La eliminación
puntos , considerados como valores de F0 verdaderamente relevantes para el análisis ,
y
derivados de la simplificación de la curva melódica original . Esta última representación
ofrecían posibilidad de distinción entre hablantes . 3 . 2 . Intervenciones segmentadas
y
curvas estilizadas . Estudio de relaciones estructurales entre grupos de entonación
análisis , a partir de las curvas estilizadas integrantes de cada intervención
y
con la indicación de sus datos prosódicos cuantitativos específicos . Cada gráfico
entonativos sucesivos , al objeto de determinar si existe dependencia o autonomía
y
por tanto , continuidad 31 El corpus completo aparece en el ANEXO 1 . Las convenciones
melódica ( declinación ) o desvío porcentual entre la F0 final de un grupo dado
y
la F0 inicial del grupo inmediato sucesivo ( reajuste ) ; para la consideración
dependencia entonativa hemos partido de dos factores : la visualización de los gráficos
y
la consideración de los valores cuantitativos de F0 final e inicial de los grupos
. Es . Co . el símbolo # se emplea para la delimitación del inicio
y
fin de un acto y los símbolos { } sirven para delimitar la clausura de
el símbolo # se emplea para la delimitación del inicio y fin de un acto
y
los símbolos { } sirven para delimitar la clausura de un subacto . 3 .
fónica objetiva basada en criterios prosódicos , que confluyen en la formulación
y
aplicación del algoritmo MESTEL ( Modelo Estadístico para la Selección de Términos
variables , las variables de duración , de reajuste tonal , de inflexión melódica
y
de pausa posterior son variables de importancia para discriminar entre los vacíos
discriminar entre los vacíos de F0 que constituyen frontera de grupo entonativo
y
los que no . La fórmula contiene ciertos valores constantes asociados a cada uno
demarcativas : por ejemplo , la constante matemática e , que equivale a 2 . 71
y
otra constante establecida por la prueba estadística , con valor de 4 . 97 .
) , reajuste ( 0 . 004 ) , inflexión ( 0 . 01 )
y
pausa ( 17 . 7 ) , que se relacionan en última instancia con los
del segmento entonativo de 1 . 4 segundos , una inflexión melódica del 60 %
y
un reajuste tonal del 70 % , la probabilidad de que dicho segmento sea grupo
en definitiva , que existen indicios prosódicos útiles para delimitar unidades entonativas
y
estructurales en la conversación . La cuestión es que todas estas condiciones no
pues , el transcriptor debería delimitar las unidades partiendo de su percepción
y
experiencia propias , validando su observación con las herramientas acústicas disponibles
han utilizado dos procesos segmentales , la espirantización de oclusivas sonoras
y
la sonorización de la fricativa alveolar sorda en posición de coda , para comprobar
han grabado emisiones de / b / , / d / , / g /
y
/ s / en estructuras de diferente cohesión sintáctica , con la idea de establecer
establecer con certeza una linde prosódica de sintagma fonológico entre sujeto
y
verbo . Los otros límites en las estructuras sintácticas se deben a delimitaciones
español , no lo ha sido la interacción entre las distintas fronteras prosódicas
y
los procesos fonológicos , por lo que la utilidad de esta investigación es doble
espirantización que ocurre en las obstruyentes oclusivas sonoras en determinados contextos
y
la sonorización de la fricativa alveolar en posición de coda que ocurre ante consonantes
espirantización de / b , d , g / se produce dentro de la palabra
y
en posición inicial tras una palabra que no termine en nasal ( o / l
de espirantización de / b , d , g / en posición inicial de palabra
y
la falta de sonorización de / s / al final de palabra se puede considerar
. Es decir , que las palabras que contienen / b , d , g /
y
/ s / se encuentran “ separadas ” de las palabras precedentes o siguientes de
, de modo que las palabras que contienen / b , d , g /
y
/ s / se encuentran en constituyentes prosódicos distintos a los que contienen las
nivel de la palabra prosódica , sino de rango superior , pues la espirantización
y
la sonorización se pueden producir entre dos palabras . En este trabajo propondremos
básicas en estos modelos es que no existe isomorfismo entre las estructuras sintáctica
y
prosódica . Esto es , la sintaxis no puede predecir únicamente la manera en la
cual , es necesaria la existencia de los constituyentes prosódicos4 . Así 4 NESPOR
y
VOGEL ( 2008 ) , BRIDGET ( 2011 ) o SCHEER ( 2011 ) niegan
entonativo , el sintagma fonológico , la palabra prosódica o fonológica , el pie
y
la sílaba6 . La descripción de la jerarquía prosódica del español por encima
de la palabra no ha sido un tema demasiado trabajado hasta el momento . Nibert
y
Hualde proponen que en esta lengua existen cuatro niveles únicamente : el sintagma
únicamente : el sintagma entonativo , el sintagma intermedio , el sintagma fonológico
y
la palabra prosódica . 1 . 2 . El sintagma fonológico El sintagma fonológico (
denominado Intermediate Phrase . Es un constituyente medio entre la palabra prosódica
y
el sintagma entonativo . Por ejemplo , en no puedo decirte cuánta gente había ,
, esta propuesta se supera en Selkirk , la cual asume que los límites izquierdo
y
derecho de proyecciones máximas se alinean con límites izquierdo y derecho de sintagma
límites izquierdo y derecho de proyecciones máximas se alinean con límites izquierdo
y
derecho de sintagma fonológico . Si la lengua elige el parámetro de límite izquierdo
autores están más o menos de acuerdo en esta clasificación . No obstante , Nespor
y
Vogel proponen un nivel intermedio entre el sintagma fonológico y la palabra prosódica
obstante , Nespor y Vogel proponen un nivel intermedio entre el sintagma fonológico
y
la palabra prosódica : el grupo clítico , porque hay fenómenos fonológicos que
Otros autores , por su parte , proponen un nivel más entre la palabra prosódica
y
el sintagma fonológico como la palabra prosódica máxima o el grupo de palabras
distintas lenguas , sino que tampoco se ponen de acuerdo en su denominación . Nespor
y
Vogel lo describen según su ámbito de aplicación , cómo se construye y la prominencia
Nespor y Vogel lo describen según su ámbito de aplicación , cómo se construye
y
la prominencia prosódica de su núcleo : – Ámbito de φ : contiene un núcleo
prominencia prosódica de su núcleo : – Ámbito de φ : contiene un núcleo léxico
y
todos los grupos clíticos de su lado no recursivo , hasta llegar al grupo clítico
español lo hacen únicamente mediante pruebas entonativas . Por ejemplo , Hualde
y
Prieto sugieren que hay evidencia rítmica y entonativa de marca de sintagma fonológico
pruebas entonativas . Por ejemplo , Hualde y Prieto sugieren que hay evidencia rítmica
y
entonativa de marca de sintagma fonológico en español , ya que los enunciados de
prosódicos que contienen más de una palabra , delimitados por tonos de frontera
y
reajustes parciales del tono . Así , Hualde postula que puede existir en español
dos lecturas posibles : [ la vieja ] SN [ lanza la amenaza ] SV
y
[ la vieja lanza ] SN [ la amenaza ] SV . Se hace necesario
la ambigüedad : el sintagma fonológico . Por su parte , D ’ Imperio et al .
y
Frota et al . consideran que el sujeto y el predicado se prosodifican en constituyentes
D ’ Imperio et al . y Frota et al . consideran que el sujeto
y
el predicado se prosodifican en constituyentes diferentes en el foco ancho , por
de este trabajo es utilizar dos procesos fonológicos bien conocidos en español
y
largamente descritos para esta lengua , para definir el 20 Además , también parece
/ b / , / d / , / g / en bote , dama
y
gato se realizan de manera oclusiva tras pausa o consonante nasal homorgánica ,
gato se realizan de manera oclusiva tras pausa o consonante nasal homorgánica ,
y
tras / l / en el caso de / d / , como en (
esta cuestión , pues escapa a los objetivos perseguidos . Más recientemente Hualde
y
sus colaboradores 28 Se ha optado por la transcripción de / s / y añadir
Hualde y sus colaboradores 28 Se ha optado por la transcripción de / s /
y
añadir el diacrítico correspondiente de marca de sonoridad o la etiqueta de sonora
En ambos casos se asume que / b , d , g / no espirantizan
y
/ s / no sonoriza cuando dichos segmentos están precedidos o seguidos de una pausa
izquierda es probable que se produzca una realización oclusiva de dichos segmentos
y
en el de la fricativa alveolar en posición de coda / s / , si
sintagmas entonativos ; es decir , hay un sintagma entonativo precediendo a la pausa
y
otro después de la pausa . Así , la espirantización de / b , d
es que incluso en ausencia de pausas puede producirse la falta de espirantización
y
sonoridad de estas consonantes . La realización de / b , d , g /
b , d , g / como aproximantes en posición inicial de palabra ( siempre
y
cuando la palabra precedente no termine en nasal o / l / , para el
g / como oclusivas ( existencia de pausa ) o aproximantes ( no pausa )
y
la realización de / s / como sorda ( existencia de pausa ) o sonorizada
distintos grados de cohesión sintáctica entre la palabra que contiene estos segmentos
y
la palabra precedente ( en el caso de / b , d , g /
grado de cohesión intermedio está representado por la secuencia nombre + adjetivo
y
verbo + objeto ( tanto objetos cortos como largos ) , en el sentido de
) , en el sentido de que la palabra de la izquierda es el núcleo
y
la de la derecha el complemento de esta . El menor grado de cohesión sería
tres ejemplos para cada una de las oclusivas / b / , / d /
y
/ g / y tres para la fricativa / s / . En el caso
una de las oclusivas / b / , / d / y / g /
y
tres para la fricativa / s / . En el caso de las fricativas alveolares
( perros verdes ) para controlar la posible diferencia entre una / s / léxica
y
una / s / morfológica . A partir de Polo Cano , se vio la
estímulos incluyan secuencias : tónico - átono , átono - tónico , átono - átono
y
tónico - tónico , de las cuales el segmento analizado se coloca en segundo lugar
las cuales el segmento analizado se coloca en segundo lugar para las obstruyentes
y
en el primero para las fricativas . Finalmente , los estímulos creados han sido
, los estímulos creados han sido 84 para / b / , / d /
y
/ g / y 78 para / s / . Lo que supone un total
han sido 84 para / b / , / d / y / g /
y
78 para / s / . Lo que supone un total de 330 estímulos de
ejemplos con la oclusiva bilabial . Se han analizado cuatro informantes , dos hombres
y
dos mujeres , ambos de la variedad centropeninsular del español y con estudios superiores
, dos hombres y dos mujeres , ambos de la variedad centropeninsular del español
y
con estudios superiores , ampliando los informantes de Polo Cano . 31 Se sigue la
con una frecuencia de muestreo de 44 100 Hz , 16 bits , mono ,
y
mediante un micrófono cardioide Audio - technica MB 4k de condensador a unos 8 -
datos analizados han alcanzado las 756 muestras de obstruyentes oclusivas sonoras
y
234 de fricativas alveolares , que multiplicados por los cuatro informantes suponen
multiplicados por los cuatro informantes suponen 3 024 casos para las obstruyentes
y
936 casos para las fricativas . En total , se han analizado 3 960 segmentos
más , – Parrell sitúa el límite de duración de una aproximante en 80 ms
y
Martínez Celdrán y Fernández Planas y Martínez Celdrán en 55 ms – , y en
Parrell sitúa el límite de duración de una aproximante en 80 ms y Martínez Celdrán
y
Fernández Planas y Martínez Celdrán en 55 ms – , y en que la oclusiva
de duración de una aproximante en 80 ms y Martínez Celdrán y Fernández Planas
y
Martínez Celdrán en 55 ms – , y en que la oclusiva presenta menor intensidad
muestran un ejemplo del criterio seguido : la primera muestra un ejemplo de aproximante
y
la segunda una realización oclusiva . En el caso de la fricativa alveolar en posición
parcial y no afecte de manera completa al segmento42 . Un ejemplo de fricativa sorda
y
otro de fricativa sonora o sonorizada respectivamente lo ofrecen las figuras siguientes
sonorizada respectivamente lo ofrecen las figuras siguientes . Tras la obtención
y
preparación de los datos , se ha llevado a cabo un análisis estadístico usando
cuadrado ( c2 ) , pues las variables dependientes son categóricas ( espirantización
y
sonorización ) , y como factores la condición sintáctica , además de la comparación
las variables dependientes son categóricas ( espirantización y sonorización ) ,
y
como factores la condición sintáctica , además de la comparación entre hablantes
condición sintáctica , además de la comparación entre hablantes . 3 . ANÁLISIS
Y
RESULTADOS En cualquier estudio de variación , debe comprobarse que , en efecto
descubierto una coherencia elevada entre las realizaciones de la primera , segunda
y
tercera repetición de estímulos dentro del mismo informante . El estadístico kappa
marginalidad fija devuelve los datos reflejados en la tabla 2 . Asumiendo Landis
y
Koch , solo existe coherencia elevada para la / g / del tercer informante (
Astorkiza , entre otros , demuestra que la sonorización no es categórica , sino parcial
y
gradual . Analizar la condición de sonoridad se deja para futuros trabajos . para
sonoridad se deja para futuros trabajos . para la / g / del primer informante
y
/ b / , / d / y / g / del segundo informante ,
la / g / del primer informante y / b / , / d /
y
/ g / del segundo informante , y una coherencia moderada ( kappa entre 0
/ b / , / d / y / g / del segundo informante ,
y
una coherencia moderada ( kappa entre 0 . 4 y 0 . 6 ) en
/ del segundo informante , y una coherencia moderada ( kappa entre 0 . 4
y
0 . 6 ) en la / b / , / d / y /
4 y 0 . 6 ) en la / b / , / d /
y
/ s / del primer informante , / s / del segundo informante , /
del segundo informante , / b / , / d / del tercer informante ,
y
/ d / , / g / y / s / del cuarto informante .
/ d / del tercer informante , y / d / , / g /
y
/ s / del cuarto informante . Por debajo de esto ( kappa < 0
acuerdo es bastante limitado ( el caso de la / s / del tercer informante
y
la / b / del cuarto informante ) . 3 . 1 . La espirantización
las realizaciones de las obstruyentes sonoras revela que / b / , / d /
y
/ g / son una clase homogénea y que se comportan de manera similar ,
trabajo . Un análisis de c2 indica que no hay diferencias entre / b /
y
/ d / ( c2 ( 1 ) = 0 . 71 , p =
0 . 71 , p = 0 . 39 ) o entre / b /
y
/ g / ( c2 ( 1 ) = 3 . 30 , p =
06 ) . Solo se han encontrado diferencias en la comparación de / d /
y
/ g / ( c2 ( 1 ) = 7 . 08 , p =
, aunque en las conclusiones se asuma que / b / , / d /
y
/ g / son un único grupo44 . Los resultados se recogen en la tabla
/ l / se realiza de forma oclusiva ( JOSÉ IGNACIO HUALDE , RYAN SHOSTED
y
DANIEL SCARPACE , “ Acoustics and articulation of Spanish / d / spirantization
observado más producción de oclusivas de lo esperable ( 44 % en los informantes 1
y
4 y 55 % en el tercer informante ) . oscuras indican que se realiza
producción de oclusivas de lo esperable ( 44 % en los informantes 1 y 4
y
55 % en el tercer informante ) . oscuras indican que se realiza espirantización
producen de manera aproximante en menos de 12 casos en los contextos con 18 casos
y
en menos de 25 casos en contextos con 36 casos , respectivamente . En el gráfico
sintáctica , como son los contextos de interior de palabra , determinante + nombre
y
clítico + verbo , las obstruyentes se realizan de forma aproximante en la mayoría de los casos
alcanza una realización aproximante elevada en las estructuras de nombre + adjetivo
y
verbo + objeto , cuya cohesión sintáctica presenta un grado intermedio . No obstante
esto es , en las estructuras de menor cohesión sintáctica . Además , el informante 1
y
el informante 4 presentan índices de espirantización menores al 70 % : el informante
1 produce un número considerable de oclusivas en / b / ( 36 % )
y
/ d / ( 47 % ) y el informante 4 en los casos de
/ b / ( 36 % ) y / d / ( 47 % )
y
el informante 4 en los casos de la velar / g / ( 30 %
informante 3 , pero en los demás casos solo se produce entre el 33 %
y
el 75 % . Finalmente , en los casos de cláusulas adverbiales y cláusulas adjetivas
33 % y el 75 % . Finalmente , en los casos de cláusulas adverbiales
y
cláusulas adjetivas se observa un 100 % de realización oclusiva para / b / ,
observa un 100 % de realización oclusiva para / b / , / d /
y
/ g / . Estadísticamente existe diferencia significativa ( c2 ( 1 ) = 1
cohesión mayor ( interior de palabra , determinante + nombre , clítico + verbo )
y
cohesión media ( nombre + adjetivo y verbo + objeto ) , y las estructuras
determinante + nombre , clítico + verbo ) y cohesión media ( nombre + adjetivo
y
verbo + objeto ) , y las estructuras sintácticas de cohesión menor ( sujeto +
verbo ) y cohesión media ( nombre + adjetivo y verbo + objeto ) ,
y
las estructuras sintácticas de cohesión menor ( sujeto + verbo y cláusulas ) .
+ objeto ) , y las estructuras sintácticas de cohesión menor ( sujeto + verbo
y
cláusulas ) . Parece que la realización oclusiva ( o no espirantizada ) es significativa
existe un límite prosódico que bloquea suficientemente el proceso : entre un sujeto
y
un verbo y en cláusulas mayores . En lo que se refiere a las distintas
límite prosódico que bloquea suficientemente el proceso : entre un sujeto y un verbo
y
en cláusulas mayores . En lo que se refiere a las distintas realizaciones de las
existen diferencias significativas en la comparación entre los contextos átonos
y
tónicos de todos los segmentos en ninguno de los cuatro informantes . 3 . 2
produce por debajo del 95 % de los casos ( en 17 de 18 casos
y
en 34 de 36 casos respectivamente ) y las más oscuras indican que la sonorización
debajo del 70 % de los casos ( 12 casos sobre las categorías de 18
y
en menos de 25 sobre las de 36 respectivamente ) . En el gráfico siguiente se
sintácticas de mayor cohesión sintáctica ( interior de palabra , determinante + nombre
y
clítico + verbo ) la fricativa alveolar sorda se realiza de forma sonorizada en
fricativa alveolar sorda se realiza de forma sonorizada en los informantes uno , dos ,
y
tres ( por encima del 78 % ) , y es más variable en el
Sin embargo , en las estructuras sintácticas de cohesión media , como nombre + adjetivo
y
nombre + adjetivo plural se observa más variación45 . En nombre + adjetivo sin
sea marca de plural no se sonoriza la / s / entre el 36 %
y
53 % de los casos en los informantes 1 , 3 y 4 . Cuando
el 36 % y 53 % de los casos en los informantes 1 , 3
y
4 . Cuando la / s / es marca de plural solo los informantes 2
4 . Cuando la / s / es marca de plural solo los informantes 2
y
4 no sonorizan , en un 17 % y 39 % respectivamente . Las fricativas
de plural solo los informantes 2 y 4 no sonorizan , en un 17 %
y
39 % respectivamente . Las fricativas que se encuentran entre las secuencias de verbo
respectivamente . Las fricativas que se encuentran entre las secuencias de verbo
y
objeto no se realizan de forma sonora en los informantes 3 y 4 entre el
secuencias de verbo y objeto no se realizan de forma sonora en los informantes 3
y
4 entre el 8 % y el 11 % de los casos , respectivamente .
se realizan de forma sonora en los informantes 3 y 4 entre el 8 %
y
el 11 % de los casos , respectivamente . 45 Distinguimos / s / de
de plural por si se observaran diferencias , al hilo de lo descubierto por Walsh
y
Parker para el inglés , donde la / s / perteneciente a un morfema dura
secuencias de cohesión sintáctica menor . Las que se encuentran entre el sujeto corto
y
el verbo no son sonoras en un 17 % para el informante 1 , en
% para el informante 1 , en un 22 % para el informante 2 ,
y
en un 39 % para el informante 3 . A partir de las secuencias de
39 % para el informante 3 . A partir de las secuencias de sujeto largo
y
verbo no realiza la sonorización por encima del 69 % : la / s /
los casos para el informante 2 , en el 33 % para el informante 3
y
en el 58 % para el informante 4 . En las cláusulas más largas (
el 58 % para el informante 4 . En las cláusulas más largas ( adverbiales
y
adjetivas ) la producción de fricativas como segmentos sordos es del 100 % , sin
cohesión mayor ( interior de palabra , determinante + nombre , clítico + verbo )
y
cohesión media ( nombre + adjetivo y verbo + objeto ) por un lado , y las
determinante + nombre , clítico + verbo ) y cohesión media ( nombre + adjetivo
y
verbo + objeto ) por un lado , y las estructuras sintácticas de cohesión menor
) y cohesión media ( nombre + adjetivo y verbo + objeto ) por un lado ,
y
las estructuras sintácticas de cohesión menor ( sujeto + verbo y cláusulas ) por
por un lado , y las estructuras sintácticas de cohesión menor ( sujeto + verbo
y
cláusulas ) por otro . Así pues , parece que la realización sorda de / s
significativa en estructuras de cohesión sintáctica menor , es decir , entre un sujeto
y
un verbo y en cláusulas mayores . En lo que se refiere a las distintas
estructuras de cohesión sintáctica menor , es decir , entre un sujeto y un verbo
y
en cláusulas mayores . En lo que se refiere a las distintas realizaciones de la
existen diferencias significativas en la comparación entre los contextos átonos
y
tónicos en ninguno de los cuatro informantes . 4 . DISCUSIÓN Tras haber analizado
obstruyentes sonoras ( / b / , / d / , / g / )
y
la realización sorda / sonora de la fricativa alveolar ( / s / ) en
interhablante . Solo si se agrupan los cuatro segmentos parece que los informantes uno
y
cuatro forman un grupo diferenciado , lo cual ha llamado la atención por el hecho
atención por el hecho de que precisamente estos dos son mujeres ( los informantes dos
y
tres son hombres ) . Debido al tamaño reducido de la muestra no se puede
segmentos obstruyentes entre sí , por lo que / b / , / d /
y
/ g / se comportan como una clase homogénea , pero en los casos de
estructuras de mayor cohesión sintáctica ( interior de palabra , determinante + nombre
y
clítico + verbo ) en la mayoría de los casos se observa realización aproximante
en la mayoría de los casos se observa realización aproximante de las obstruyentes sonoras
y
realización sonorizada de la fricativa alveolar sorda . En los casos de cohesión
alveolar sorda . En los casos de cohesión sintáctica intermedia ( nombre + adjetivo
y
verbo + objeto ) también se observa espirantización en mayor grado , aunque en
comportamiento . En los casos de estructuras con cohesión sintáctica menor , entre sujeto
y
verbo , tanto para las obstruyentes sonoras como para la fricativa alveolar se observa
fricativa alveolar se observa una reducción considerable de la espirantización
y
de la sonorización . La ausencia de espirantización de / b , d , g
sonorización de / s / es aún más categórica entre cláusulas más largas , adverbiales
y
adjetivas . Estas generalizaciones indican que la espirantización y la sonorización
adverbiales y adjetivas . Estas generalizaciones indican que la espirantización
y
la sonorización se bloquean en presencia de una frontera de constituyente prosódico
encuentra diferencias entre la sonorización de / s / en posición de coda entre hombres
y
mujeres . las palabras que contienen / b , d , g / iniciales y
y mujeres . las palabras que contienen / b , d , g / iniciales
y
las palabras precedentes y entre las palabras que contienen / s / final y las
palabras que contienen / b , d , g / iniciales y las palabras precedentes
y
entre las palabras que contienen / s / final y las palabras siguientes . Este
iniciales y las palabras precedentes y entre las palabras que contienen / s / final
y
las palabras siguientes . Este constituyente prosódico es el sintagma fonológico
fonológico . Este no puede ser la palabra prosódica , pues la espirantización
y
sonorización se producen entre palabras prosódicas en muchos contextos . No puede
ascendentes pronunciadas ( H % , en el sistema de anotación entonativa Spanish ToBI )
y
alargamientos silábicos sustanciales . En nuestros datos , entre sujeto y verbo
ToBI ) y alargamientos silábicos sustanciales . En nuestros datos , entre sujeto
y
verbo no se producen este tipo de marcas , al menos no de manera mayoritaria
del experimento descrito en este artículo sugieren que la frontera entre sujeto
y
verbo se corresponde con una frontera de sintagma fonológico y que sujeto y verbo
sujeto y verbo se corresponde con una frontera de sintagma fonológico y que sujeto
y
verbo pertenecen a dos sintagmas fonológicos diferentes . Siguiendo a Selkirk y
y verbo pertenecen a dos sintagmas fonológicos diferentes . Siguiendo a Selkirk
y
Truckenbrodt , entre otros , postulamos la alineación de fronteras de sintagma fonológico
sintáctica , como son det + nombre , clítico + verbo , nombre + adjetivo
y
verbo + objeto , no se sitúan en sintagmas fonológicos distintos ; es decir , no
resolverse , por ejemplo , la doble adjunción propuesta por Elordieta para los clíticos
y
determinantes , posible tanto en el nivel de la palabra prosódica como en el del
resultados preliminares de Polo Cano . Las fronteras entre cláusula subordinada
y
principal podrían ser de un nivel superior al sintagma fonológico , es decir ,
entonativo , pues en estos casos puede haber pausas , inflexiones tonales ascendentes
y
alargamientos silábicos , corroborándose lo descubierto en Polo Cano . En lo que
existen diferencias significativas en la comparación entre los contextos átonos
y
tónicos de todos los segmentos , lo cual coincide con lo descubierto por Campos
fonológicos de espirantización de las obstruyentes oclusivas sonoras / b , d , g /
y
de sonorización de la fricativa alveolar sorda / s / en posición de coda entre
sintácticos en español , se observa que estos procesos se bloquean entre el sujeto
y
el verbo y en cláusulas oracionales . Estos resultados son indicativos de la existencia
español , se observa que estos procesos se bloquean entre el sujeto y el verbo
y
en cláusulas oracionales . Estos resultados son indicativos de la existencia de
de la existencia de una frontera prosódica de sintagma fonológico entre sujeto
y
verbo . La existencia de las fronteras prosódicas descubiertas en las cláusulas
frontera prosódica entre estructuras sintácticas de cohesión alta , como determinante
y
sustantivo y clítico y verbo se debe a que estos se prosodifican dentro de un
entre estructuras sintácticas de cohesión alta , como determinante y sustantivo
y
clítico y verbo se debe a que estos se prosodifican dentro de un único sintagma
estructuras sintácticas de cohesión alta , como determinante y sustantivo y clítico
y
verbo se debe a que estos se prosodifican dentro de un único sintagma fonológico
prosodifican dentro de un único sintagma fonológico . Las secuencias de sustantivo
y
adjetivo y verbo y objeto requieren más investigación , pues se ha descubierto
dentro de un único sintagma fonológico . Las secuencias de sustantivo y adjetivo
y
verbo y objeto requieren más investigación , pues se ha descubierto mucha variación
un único sintagma fonológico . Las secuencias de sustantivo y adjetivo y verbo
y
objeto requieren más investigación , pues se ha descubierto mucha variación en
recae el acento . El análisis de estos procesos muestra que la estructura prosódica
y
la sintáctica están interrelacionadas . ENTRE LA ESTABILIDAD Y LA HIPERCORRECCIÓN
estructura prosódica y la sintáctica están interrelacionadas . ENTRE LA ESTABILIDAD
Y
LA HIPERCORRECCIÓN EN UN ANTIGUO ‘ CAMBIO DESDE ABAJO ’ : HABER EXISTENCIAL
RESUMEN A partir de los materiales del Macrocorpus sociolingüístico de Castellón
y
sus comarcas ( MCSCS ) , los datos del presente estudio variacionista confirman que
de la variante vernácula resultan todavía mayores en el cruce entre estos grupos
y
la adscripción lingüística de los hablantes , donde se observan algunos patrones
presentar un argumento situado en el contexto inmediato ( generalmente adyacente
y
pospuesto ) , se consideran impersonales . Al mismo tiempo , ese argumento se interpreta
plural con el argumento , a veces incluso idéntico e igualmente adyacente , pospuesto
y
tan indeterminado como el anterior : La mencionada alternancia constituye uno de
variable , ya que en ella se halla también implicada la concordancia de persona
y
no solo la de número . Y ello por no hablar de la ausencia absoluta
parecen diferentes , sin embargo , en dos regiones españolas como las Islas Canarias
y
las comunidades de habla del este peninsular . En las primeras , sin embargo , algunos
variable ( 16 % ) , un porcentaje similar al hallado más recientemente por Samper
y
Hernández ( 20 . 5 % ) 12 entre los hablantes con nivel de instrucción
considerablemente más bajos que los encontrados en las regiones del este peninsular ,
y
en particular , en las áreas del ámbito lingüístico catalán . Así , en el estudio de
interrogantes presentando los resultados de un estudio variacionista sobre un corpus amplio
y
representativo de una comunidad correspondiente al mismo ámbito lingüístico ,
nuestros objetivos se cifran en : a ) observar el alcance de las pluralizaciones
y
cotejarlo con el de otras comunidades de habla ; b ) explorar , también desde
variable ( the envelope of variation ) para ver cuáles son los puntos del sistema
y
de la matriz socioestilística que favorecen o , por el contrario , frenan las realizaciones
socioestilística que favorecen o , por el contrario , frenan las realizaciones concordadas ;
y
c ) comprobar si la pluralización de haber forma parte de algún tipo de cambio
de la investigación ( apartado 3 ) . 2 . HABER EXISTENCIAL EN LA GRAMÁTICA
Y
LA HISTORIA DEL ESPAÑOL Hasta tiempos recientes , las gramáticas del español no
de este verbo . Por el contrario , haber presenta una disociación entre la forma
y
la semántica similar a la que opera en los verbos inacusativos ( existir , flotar
verbos inacusativos hay una concordancia obligatoria con el argumento en número
y
persona – y de ahí su interpretación canónica como sujeto sintáctico – con
inacusativos hay una concordancia obligatoria con el argumento en número y persona –
y
de ahí su interpretación canónica como sujeto sintáctico – con haber existencial
esta misma posibilidad ( que casaría con la consideración del SN como sujeto )
y
la no concordancia ( el objeto directo de la gramática normativa ) . En la
Por lo demás , añade Hernández Díaz . De esta disociación entre la sintaxis
y
la semántica de haber existencial tiene gran responsabilidad la propia evolución
el primero tiene que ver con la introducción de un sufijo locativo ( ibi ‡
y
) en la flexión del presente de indicativo ( hay ) , un hecho que
estigmatizado en la lengua escrita . Con todo , al menos para el español de América
y
Canarias , algunos estudiosos han mostrado la existencia de ejemplos de pluralización
estudiosos han mostrado la existencia de ejemplos de pluralización ya en los siglos XVI
y
XVII , y de forma ya más recurrente a partir del XVIII en países como
mostrado la existencia de ejemplos de pluralización ya en los siglos XVI y XVII ,
y
de forma ya más recurrente a partir del XVIII en países como Argentina . Por su parte
se refiere al eje diacrónico . Pero , ¿ qué decir de la matriz lingüística
y
social de la variación en el presente estado de lengua ? De ellas nos ocupamos
datos . Antes , sin embargo , un breve espacio para la descripción del corpus
y
los principales detalles metodológicos de la investigación . 3 . CORPUS Y METODOLOGÍA
corpus y los principales detalles metodológicos de la investigación . 3 . CORPUS
Y
METODOLOGÍA Los materiales del presente estudio proceden del Macrocorpus sociolingüístico
materiales del presente estudio proceden del Macrocorpus sociolingüístico de Castellón
y
sus comarcas ( MCSCS ) , una colección de entrevistas sociolingüísticas recopilada
Laboratorio de Sociolingüística de la Universitat Jaume I entre los años 1998
y
2006 . Por diversos problemas metodológicos , de las 210 entrevistas transcritas
muestra , estratificada sociolingüísticamente por cuotas no afijadas de sexo , edad
y
nivel de estudios , así como por ocupación , clase social , procedencia y lengua
edad y nivel de estudios , así como por ocupación , clase social , procedencia
y
lengua dominante en una fase postestratificacional , consta de 189 informantes ,
participantes30 . Tras la localización de todas las formas lingüísticas de la variable
y
la exclusión de algunos casos particulares ( véase más abajo § 3 . 1 )
una veintena de factores diferentes , de naturaleza lingüística , estilística
y
social . La mayoría de los factores lingüísticos examinados aquí se han visto
completa de estos factores estructurales , y dejamos para más adelante la explicación
y
ejemplificación detallada de aquellos que han sido seleccionados por el programa
) categoría verbal ( verbos simples / compuestos / perifrásticos ) , 2 ) tiempo
y
modo ( NB . solo para las formas simples ) , 30 Estos informantes fueron
/ coordinadas / otras ) , 6 ) grado de adyacencia entre el verbo auxiliar
y
el argumento ( adyacentes / no adyacentes ) , 7 ) posición del argumento (
no adyacentes ) , 7 ) posición del argumento ( antepuestos / pospuestos ) ;
y
8 ) modalidad oracional ( afirmativas / negativas / otras ) . Semántico - pragmáticos
cotidianos / especializados ) ; c ) Grado de relación previa entre entrevistador
y
entrevistado ( relación cercana / lejana / inexistente ) ; d ) Distancia intergeneracional
de las interacciones , y para el que codificamos tan solo las conversaciones más
y
menos espontáneas , respectivamente . Finalmente , los factores sociales considerados
interacciones , y que habitualmente se corresponden con las secuencias iniciales
y
finales , respectivamente . a ) Sexo ( hombres / mujeres ) ; b )
logística como el que brinda el programa Goldvarb X . Junto al recuento de frecuencias
y
porcentajes , diversas medidas son especialmente relevantes en este análisis , en
. En este caso , pues , la variante alternativa de habemos sería estamos ,
y
no otra forma del verbo haber . Finalmente , tampoco se han considerado en el
en otras comunidades de habla , pero no en la castellonense . 4 . RESULTADOS
Y
ANÁLISIS A diferencia de otras comunidades de habla peninsulares , y como se puede
significación , repartidos a partes iguales entre los de naturaleza lingüística
y
no lingüística . Sin embargo , con alguna excepción , que afecta a entornos especialmente
Es el caso de dos tiempos de la conjugación , el futuro compuesto de indicativo
y
el pretérito perfecto de subjuntivo , con tan solo una ocurrencia en cada uno de
. 4 . 1 . Factores lingüísticos 4 . 1 . 1 . Categoría verbal
y
paradigma de la conjugación En los contextos existenciales , el verbo haber puede
bajo tres formas diferentes : formas simples de la conjugación , formas compuestas
y
formas perifrásticas , en las que haber es el verbo principal dependiente de otro
prueba de que el fenómeno general de la concordancia se produce de manera gradual
y
no con la misma intensidad en todo el sistema lingüístico . Esta hipótesis , al
lados del Atlántico . Así , lo han visto , por ejemplo , Montes de Oca
y
nosotros mismos en sendas investigaciones sobre el habla de México DF . y Valencia
de Oca y nosotros mismos en sendas investigaciones sobre el habla de México DF .
y
Valencia , respectivamente , así como en el registro escrito del español salvadoreño
sociedad , como las representadas por los hablantes con estudios únicamente primarios
y
secundarios , las realizaciones concordadas de la variable se disparan hasta el 86
perifrásticos , frente a cifras mucho más moderadas en los otros entornos ( 54 %
y
33 % para las formas simples y compuestas , respectivamente ) . Este último dato
moderadas en los otros entornos ( 54 % y 33 % para las formas simples
y
compuestas , respectivamente ) . Este último dato , como contrapartida , contradice
asemeja a otras comunidades estudiadas previamente , como México , Mérida ( Mx )
y
Caracas . La razón de esa baja recurrencia de la concordancia en el habla castellonense
revela la existencia de diferencias notables entre unos paradigmas de la conjugación
y
otros . En la práctica , del sentido neutro al que aludíamos en el párrafo
explicación en la propia semántica de este paradigma , especialmente apto para el relato
y
la descripción de hechos no perfectivos en el pasado y , que , como es
lógico , resultan habituales en las entrevistas sociolingüísticas . De hecho ,
y
aun con diferencias de grado , esta misma preeminencia del imperfecto de indicativo
llamado también la atención acerca de la particular asociación entre este tiempo
y
la concordancia en plural , figurando como el tiempo de la conjugación más favorecedor
en lugares tan alejados entre sí como San Cristóbal de los Andes ( Venezuela )
y
Valencia . Por el contrario , en Castellón la contribución de este tiempo a la
en un menor grado de asertividad de sus respectivas predicaciones 51 En Valencia
y
Gran Canaria ( nivel de instrucción alto ) se advierten también porcentajes de
porcentajes de realización mayores con el imperfecto , pero las diferencias son menores
y
no significativas . Tampoco en el continente americano han faltado estudios con ausencia
perifrásticas , en las que se diluye la relación sintáctica entre el verbo haber
y
su argumento , pero también algunos tiempos simples como el condicional y el imperfecto
haber y su argumento , pero también algunos tiempos simples como el condicional
y
el imperfecto de subjuntivo . Por el contrario , las formas compuestas del verbo
las realizaciones de la variable del paralelismo estructural ( structural priming )
y
, más concretamente , la presencia de la misma construcción en el entorno inmediato
influencia positiva en el habla de tres comunidades caribeñas ( La Habana , Santo Domingo
y
San Juan de Puerto Rico ) . Del mismo modo , Quintanilla intuye que el
de agentividad del argumento , distinguiendo a este respecto entre sujetos humanos
y
no humanos , como los representados en ( 12 ) y ( 13 ) respectivamente61
respecto entre sujetos humanos y no humanos , como los representados en ( 12 )
y
( 13 ) respectivamente61 : 60 Para la acotación de estos contextos en nuestro estudio
como otros participantes en las entrevistas eran miembros de la comunidad de habla
y
, por consiguiente , usuarios habituales de ambas variantes . 61 A partir de criterios
tails ( entidades que prototípicamente son el receptáculo de esas actividades ) ;
y
c ) settings ( lugares donde tiene lugar la actividad iniciada por los primeros )
los Andes , México , Mérida ( México ) , El Hierro , Puerto Rico
y
El Salvador , aunque en este último enclave con diferencias mínimas entre un entorno
Salvador , aunque en este último enclave con diferencias mínimas entre un entorno
y
otro . Sin embargo , otros autores no han encontrado diferencias significativas relacionadas
levemente ( . 46 ; 47 % ) . 4 . 2 . Factores estilísticos
y
sociales De los factores socioestilísticos analizados en el estudio , cuatro ofrecen
; 2 ) la lengua dominante ; 3 ) el tenor de las conversaciones ;
y
4 ) el sexo . Del análisis de sus resultados , así como de algunas
sin formación72 ; 2 ) con estudios primarios ; 3 ) con estudios secundarios ;
y
4 ) con formación superior . A estos añadimos un quinto grupo , integrado por
habla . Así se ha visto , por ejemplo , en poblaciones venezolanas , caribeñas
y
salvadoreñas , así como a este lado del Atlántico en el español de Valencia .
sufrían un retroceso significativo entre los hablantes con mayor nivel educativo ,
y
ello tanto en el plano de la actuación como en la valoración posterior que los
estudio pionero de Obediente sobre Caracas o los más recientes de Pérez Martín
y
Gómez Molina en El Hierro y Valencia , respectivamente . Sin embargo , en la misma
sobre Caracas o los más recientes de Pérez Martín y Gómez Molina en El Hierro
y
Valencia , respectivamente . Sin embargo , en la misma comunidad caraqueña estudiada
Sin embargo , en la misma comunidad caraqueña estudiada por Obediente , Bentivoglio
y
Sedano advirtieron pocos años más tarde un patrón inverso , con las mujeres en
consistencia de este factor se revela en el cruce con otros parámetros sociales
y
estilísticos . Con todo , hay algunas excepciones significativas en las que , o
lo que ocurre entre los hablantes que desempeñan las profesiones con más estatus
y
mayor participación en el mercado lingüístico , donde los hombres ( 42 % ; n
lengua dominante de los hablantes , factor con el que medimos el grado de competencia
y
empleo de las dos lenguas de uso habitual en la comunidad , el español y
y empleo de las dos lenguas de uso habitual en la comunidad , el español
y
el catalán , en su variedad valenciana . Así pues , para la codificación de este
valenciano con lengua dominante ; b ) hablantes con el castellano como lengua dominante ;
y
c ) hablantes con un dominio equilibrado de las dos lenguas ( hijos de matrimonios
de empleo del catalán , lengua en la que el fenómeno se produce de igual manera
y
, significativamente además , en proporciones muy similares . Así las cosas , 91
catalizador que el contacto de lenguas puede ejercer sobre numerosos hechos de variación
y
cambio lingüístico en marcha . De hecho , en un estudio anterior tuvimos ocasión
en apoyo de esta hipótesis lo facilita la interacción entre la lengua dominante
y
el grado de instrucción de los hablantes . Como se recordará , las variantes vernáculas
sintáctico suele ser menor . Sin embargo , un análisis cruzado entre este factor
y
la lengua dominante , como el que se observa en el gráfico 3 , muestra un
12 % ) , a considerable distancia de los bilingües equilibrados ( 30 % )
y
de los castellanohablantes ( 58 % ) . Por el contrario , estas diferencias se
, en preparación ) , en el que comparamos los patrones de variación en español
y
catalán en estas comunidades de habla , muestra , de una manera que nos parece
interacciones En el mismo sentido cabe hablar del cruce entre la lengua dominante
y
un factor estilístico como el tenor de las interacciones mediante el cual hemos
previa entre los participantes ( relación cercana , c ) lejana , inexistente ) ;
y
la distancia intergeneracional entre estos ( misma generación , una o dos generaciones
quedado con los más extremos , caracterizados como conversaciones + espontáneas
y
– espontáneas , respectivamente99 . 99 De este modo , las entrevistas situadas
Por otro lado , el cruce con otros factores revela la imbricación entre los ejes social
y
estilístico , de tal manera que los mayores índices de concordancia se producen
( 64 % ) , los individuos con formación no universitaria ( 72 % )
y
los castellanohablantes dominantes ( 67 % ) . En relación con este último cruce
en las conversaciones menos espontáneas , donde bilingües equilibrados ( 27 % )
y
valencianohablantes dominantes ( 29 % ) se sitúan muy por debajo de los correspondientes
en Caracas , datos que eran refrendados algunos años más tarde por Bentivoglio
y
Sedano , especialmente entre los jóvenes de las clases bajas y medias , lo que
tarde por Bentivoglio y Sedano , especialmente entre los jóvenes de las clases bajas
y
medias , lo que dibujaba nuevamente un perfil de cambio desde abajo . En el
) , seguidos por la segunda generación ( . 52 ; 48 . 8 % )
y
a más distancia todavía por los miembros de la generación más avanzada , cuyos
a propósito de los resultados obtenidos mediante diversas pruebas ( entrevistas
y
cuestionarios de compleción y actitudes ) en El Salvador . Otras veces se ha puesto
obtenidos mediante diversas pruebas ( entrevistas y cuestionarios de compleción
y
actitudes ) en El Salvador . Otras veces se ha puesto de relieve la existencia
los que los grupos extremos muestran un comportamiento más homogéneo entre sí
y
diferenciado de los intermedios . Así , Castillo Trelles advierte que en el español
( México ) los mayores índices de pluralización se producen entre los jóvenes
y
la tercera generación , a diferencia del mayor conservadurismo del segundo grupo
destacadas . Las más relevantes afectan al comportamiento muy dispar entre hombres
y
mujeres , como el que revela el gráfico 5 . Obsérvese , en efecto , cómo la
hombres de la 1ª generación , por un lado ( 31 % ; . 39 ) ,
y
el resto de la sociedad , por otro ( 53 % ; . 60 )
esperábamos . Sea como sea , el fenómeno penetra ampliamente en las matrices lingüística
y
social de la variación . En el primer caso , ello se refleja en el
significativos , donde tan solo el factor categorial , el paralelismo estructural
y
, en menor media , el grado de agentividad del argumento tienen algún peso explicativo
limitados , como ciertos tiempos de la conjugación – el imperfecto de subjuntivo
y
el perfecto simple de indicativo – o los ejemplos en los que la variable presenta
, las profesiones con menor índice de participación en el mercado lingüístico
y
las mujeres , sobre todo las de nivel sociocultural bajo . Por otro lado , si la
presiones son todavía mayores en el cruce entre algunos de estos sectores sociales
y
la adscripción lingüística de los hablantes , en el que se observan algunos resultados
se habría extendido al catalán como consecuencia de un proceso de koineización
y
contacto lingüístico similar al que se ha propuesto para explicar el mismo fenómeno
comportamiento verbal es bastante homogéneo con independencia de su lengua dominante ,
y
otros más minoritarios , en los que las presiones normativas actúan de manera divergente
resulta claro , por ejemplo , entre los valencianohablantes con formación superior
y
entre los estudiantes universitarios , en los que la conciencia lingüística alienta
universitarios , en los que la conciencia lingüística alienta una especial inseguridad
y
, con ello , un mayor alejamiento de las soluciones vernáculas . Del mismo modo
lidiar con fenómenos sintácticos que la normativa ha puesto en su punto de mira ,
y
, además , por partida doble , en las dos lenguas de la comunidad .
introducidas por que admiten dos lecturas : la de percepción epistémica primaria
y
la de percepción epistémica secundaria . Las dos son casos de percepción epistémica
INTRODUCCIÓN En este trabajo vamos a estudiar la distribución de los complementantes que
y
como en oraciones subordinadas al verbo de percepción ver 1 . Como se muestra en
de modo ( de forma desconsolada ) obliga a interpretar que como es complementante
y
no adverbio interrogativo . Como ya hemos señalado , en este trabajo nos centraremos
es adverbio interrogativo . Nuestro objetivo , en concreto , es mostrar que ( 1a )
y
( 1b ) no son semánticamente equivalentes y que , como consecuencia de ello ,
bibliografía se ha distinguido entre dos clases de percepción : la no epistémica o directa
y
la epistémica o indirecta . Veamos en qué se diferencian estas dos clases de percepción
percepción los sintagmas determinantes , que denotan personas , animales o cosas ,
y
las oraciones no flexivas , que expresan eventos , procesos o circunstancias . Esto es
expresan eventos , procesos o circunstancias . Esto es lo que encontramos en ( 5a )
y
en ( 5b ) , donde se indica que Juan ha percibido a través de
, donde se indica que Juan ha percibido a través de la vista el objeto
y
el evento denotado , respectivamente , por el complemento : La percepción epistémica
que lo que percibe Juan es una esquela dedicada a María en el periódico ,
y
no el cuerpo de María sin vida . La segunda postura mantiene que en la percepción
vamos a asumir la segunda de las posturas expuestas , que es la ofrecida por Dretske
y
Carrasco Gutiérrez . Como acabamos de señalar , estos autores sostienen que en
que demuestran tanto la necesidad de distinguir entre la percepción epistémica
y
la no epistémica como que la diferencia entre ellas es la que hemos mencionado .
cabe señalar que los autores a los que seguimos distinguen dos tipos : la primaria
y
la secundaria . La diferencia entre estas dos clases de percepción epistémica reside
se corresponde con una situación en que Juan sabe eso porque ha visto la lluvia
y
a María consumiendo un cigarrillo detrás de otro , respectivamente . En la secundaria
8b ) ) . A partir de esos datos deduce que ha llovido a cántaros
y
que María fumaba sin parar , respectivamente10 . En Carrasco Gutiérrez se ofrecen
suficientes a favor de la necesidad de distinguir entre la percepción epistémica primaria
y
la secundaria . No obstante , no los reseñaremos en este momento sino en el próximo
apartado , el 3 , una vez expuesta nuestra propuesta sobre la alternancia de que
y
como en las subordinadas a ver . 3 . LOS COMPLEMENTANTES QUE Y COMO EN
de que y como en las subordinadas a ver . 3 . LOS COMPLEMENTANTES QUE
Y
COMO EN LAS SUBORDINADAS A VER En el apartado anterior hemos visto que las subordinadas
introducidas por que pueden denotar dos tipos de percepción epistémica , la primaria
y
la secundaria . La pregunta que surge es si las oraciones con como presentan también
obligatoriamente como casos de percepción epistémica primaria . Así , de ( 9a )
y
( 9b ) se sigue que Juan ha percibido con sus propios ojos la lluvia
( 9b ) se sigue que Juan ha percibido con sus propios ojos la lluvia
y
a María fumando , respectivamente . La interpretación que no surge en estos casos
aunque este lingüista no la argumenta . A continuación 10 Nótese que lo que DRETSKE
y
CARRASCO GUTIÉRREZ denominan percepción epistémica secundaria es lo que autores
introducción , hemos introducido en los ejemplos un complemento de modo ( a cántaros
y
sin parar ) que obliga a interpretar que como es complementante y no adverbio interrogativo
( a cántaros y sin parar ) que obliga a interpretar que como es complementante
y
no adverbio interrogativo . Lo mismo se aplica al resto de ejemplos del trabajo .
para mostrar la necesidad de distinguir entre la percepción epistémica primaria
y
la secundaria cuando el complemento de ver es una subordinada flexiva introducida
es precisamente lo que sucede : B ) RELACIÓN TEMPORAL ENTRE LOS EVENTOS PRINCIPAL
Y
SUBORDINADO La relación temporal que se establece entre el evento principal y el
PRINCIPAL Y SUBORDINADO La relación temporal que se establece entre el evento principal
y
el de la subordinada también permite distinguir entre la lectura de percepción
esta cuestión puede consultarse ÁNGELES CARRASCO GUTIÉRREZ . epistémica primaria
y
la secundaria . Como señala Carrasco Gutiérrez , cuando esos dos eventos mantienen
siguientes ejemplos : En ( 12 ) , los eventos subordinados , <sangrar a borbotones>
y
<llover a cántaros> , son previos al denotado por el verbo de percepción . Ello
por lo que ese complementante no debería poder sustituir a que en ( 12 )
y
( 13 ) . Esa predicción se ve corroborada por los datos : El que
epistémica secundaria . C ) EVENTOS NEGADOS La percepción epistémica primaria
y
la secundaria también se comportan de forma distinta en relación con los eventos
los eventos negados . Pasemos a describir la diferencia entre los eventos negados
y
los eventos negativos para analizar luego la compatibilidad de los primeros con las
no acaece . Estamos ante un evento negado . En la segunda sí tenemos un evento
y
, más en concreto , un evento negativo . Un contexto que permite distinguir entre
evento negativo . Un contexto que permite distinguir entre la negación de un evento
y
la afirmación de un evento negativo es la perífrasis <llegar a + infinitivo> .
predicado , no hay evento , los siguientes autores : NICHOLAS ASHER ; HANS KAMP
y
UWE REYLE . Sostienen , en cambio , que en esos casos sí hay evento ADAM
en cambio , que en esos casos sí hay evento ADAM PRZEPIÓRKOWSKI ; HENRIETTE DE SWART
y
ARIE MOLENDIJK ; STÉPHANIE WEISER . Como puede verse , nosotros consideramos que
. En ( 17 ) , por ejemplo , los eventos <levantarse la voz> , <insultarse>
y
<pegarse> constituyen miembros de una secuencia encaminada a argumentar que dos individuos
<llegar a no + infinitivo> ) . La diferencia entre <no llegar a + infinitivo>
y
<llegar a no + infinitivo> está estrechamente vinculada con la doble función que
introducir un conector como sin embargo : La diferencia entre la negación de un evento
y
la afirmación de un evento negativo resulta crucial a la hora de estudiar la posibilidad
buena formación de ( 24a ) invalida la descripción realizada por CLAUDIA FELSER
y
ANITA MITTWOCH . Estas autoras apuntan que los predicados precedidos por una negación
negación no pueden subordinarse en infinitivo a ver . El contraste entre ( 26 )
y
( 27 ) constituye un nuevo argumento a favor de nuestra propuesta . Las subordinadas
correspondencia entre la interpretación de los sintagmas determinantes definidos
y
la clase de percepción epistémica que tengamos . Para explicar esta relación partiremos
con el sintagma determinante es a individuos pertenecientes al grupo de cirujanos ,
y
no a la clase : Esto es lo que predice nuestra hipótesis . Puesto que las
determinantes pueden recibir la interpretación existencial pero no la genérica . E ) VER
Y
ESTADOS PERMANENTES El último argumento que vamos a ofrecer a favor de que las subordinadas
epistémica primaria se basa en una observación realizada por Carrasco Gutiérrez
y
González Rodríguez : que ver no admite la interpretación de percepción epistémica
sección ponen claramente de manifiesto que las subordinadas encabezadas por que
y
como no son equivalentes en los contextos de percepción . Las primeras , como se
interpretaciones . 4 . CONCLUSIONES En este trabajo hemos estudiado la alternancia de que
y
como en las subordinadas a ver . Para ello hemos partido de la propuesta realizada
introducidas por que admiten dos interpretaciones : la de percepción epistémica primaria
y
la de percepción epistémica secundaria . En los dos casos se alude al conocimiento
últimos criterios de las obras académicas : extranjerismos , extranjerismos aceptados
y
extranjerismos adaptados . Analizamos la naturaleza de este léxico extranjero y
produjeron . Se confirma la hipótesis de tendencia al abandono de las formas propias
y
patrimoniales y la convergencia hacia el uso de las voces más comunes ( e internacionales
confirma la hipótesis de tendencia al abandono de las formas propias y patrimoniales
y
la convergencia hacia el uso de las voces más comunes ( e internacionales ) ,
más comunes ( e internacionales ) , especialmente en las generaciones más jóvenes
y
en los hablantes más instruidos . INTRODUCCIÓN Los trabajos de disponibilidad léxica
de encuesta está basado en la reacción lingüística ante un estímulo temático
y
en un tiempo cerrado , el orden de aparición de las palabras en las listas
disponibilidad de dichas palabras . La reunión de las listas aportadas por todos
y
cada uno de los sujetos encuestados nos aportará el léxico disponible de una comunidad
( homogeneización de los núcleos temáticos ) , caracterización lingüística
y
social de los hablantes ( agrupaciones por sexo , edad , nivel educativo , etc
los hablantes ( agrupaciones por sexo , edad , nivel educativo , etc . )
y
, sobre todo , la posibilidad de hacer análisis comparativos entre los resultados
social del léxico disponible en la ciudad de Málaga , ofrece algunas aportaciones
y
diferencias : los sujetos encuestados no son , como es habitual , jóvenes estudiantes
estudiantes preuniversitarios , sino que , siguiendo las directrices lingüísticas
y
sociales planteadas en otro de nuestros proyectos , el Corpus PRESEEA de la ciudad
atendemos a los miembros de la comunidad ( 72 ) agrupados por sexo , edad
y
nivel de educación . Además , todos estos datos van cruzados con la información
datos van cruzados con la información aportada por un cuestionario sociológico
y
reticular realizado a cada encuestado . Pensamos que estas características específicas
Andalucía oriental manifiestan un proceso de convergencia hacia el estándar nacional ,
y
por lo tanto , hacia el abandono de las estructuras que , en otro tiempo , reflejaban
de diferentes variedades del español peninsular procedentes del centro , del sur
y
de otras zonas consideradas de transición como la murciana o la extremeña . Es
progresivo abandono de las formas léxicas consideradas propias ( o identitarias )
y
un proceso de nivelación y simplificación léxica que parece llevarnos hacia una
formas léxicas consideradas propias ( o identitarias ) y un proceso de nivelación
y
simplificación léxica que parece llevarnos hacia una variedad neutra . A pesar
primeros antecedentes el trabajo de López Morales para los anglicismos de Puerto Rico
y
los trabajos de Alba Ovalle para los anglicismos en el español de la República
Hernández nos habla de los extranjerismos disponibles en Soria , Carrera de la Red
y
Bradley de los de Cantabria , Castañer Martín sobre los de los jóvenes aragoneses
disponible recogido en Madrid , Bellón Fernández en el de Córdoba , González
y
Orellana en el de Cádiz , Casanova Ávalos de los anglicismos en el léxico disponible
generales no hay en ellos uniformidad en cuanto a la concepción de extranjerismo
y
al manejo de este término . De esta manera , como comenta Castañer Martín ,
de Gómez Capuz , comprobaremos que suele distinguir entre préstamos históricos
y
préstamos recientes atendiendo al proceso de asimilación lingüística a la lengua
recientes atendiendo al proceso de asimilación lingüística a la lengua receptora
y
al grado de integración en la conciencia de los hablantes , advirtiéndonos de que
se ha producido . Nos parece acertado el año 1925 elegido por Castañer Martín
y
la edición 15ª de nuestro diccionario académico como frontera delimitadora entre
nuestro diccionario académico como frontera delimitadora entre préstamo histórico
y
préstamo reciente . Las razones para esta elección están en que se trata de la
extranjera en el mismo momento de la transferencia , asimilación del extranjerismo
y
, por último , explotación y creatividad del préstamo . 25 Para conocer sobre
la transferencia , asimilación del extranjerismo y , por último , explotación
y
creatividad del préstamo . 25 Para conocer sobre esta nueva etapa académica del
etapa académica del primer cuarto de siglo XX , puede verse el trabajo de Garriga
y
Rodríguez con un análisis detallado de esta edición del Diccionario usual de 1925
Rodríguez con un análisis detallado de esta edición del Diccionario usual de 1925
y
la del nuevo Diccionario Manual de 1927 . 26 Concebido como diccionario de diccionarios
la reciente vigésimo tercera de 2014 , hemos consultado el diccionario detectar
y
desechar todas las voces de procedencia extranjera incorporadas en ediciones académicas
hablante de la que hablaba Seco27 . Tampoco podemos olvidar la excesiva prontitud
y
, sobre todo , excesiva tardanza que en muchas ocasiones suele mostrar el diccionario
listas de disponibilidad : 1 ) Vocablos29 procedentes de otras lenguas aceptados
y
adaptados en nuestro diccionario académico desde la mencionada decimoquinta edición
vocablos ” , palabras diferentes , no repetidas , presentadas por los encuestados ,
y
“ palabras ” , cada una de las apariciones de palabras ofrecidas por los encuestados
nuestro trabajo mantendremos esta diferenciación entre vocablo ( palabra no repetida )
y
palabra ( suma de apariciones ) . 2 ) Vocablos foráneos aceptados por el diccionario
Vocablos foráneos aceptados por el diccionario académico , pero no adaptados aún
y
por ello ofrecidos en cursiva en la última edición del diccionario académico :
de este grupo están incluidos los nombres propios extranjeros ( 12 . 3 % )
y
las siglas extranjeras ( 6 . 6 % ) , los cuales , como decíamos
que hemos hablado estaremos , como puede observarse en el análisis de frecuencia
y
porcentaje de la Tabla II , ante 1 144 palabras extranjeras propuestas por nuestros
la Tabla II , ante 1 144 palabras extranjeras propuestas por nuestros encuestados
y
distribuidas como sigue : 63 extranjerismos ( 5 . 5 % ) , 138 extranjerismos aceptados
5 . 5 % ) , 138 extranjerismos aceptados ( 12 . 1 % )
y
943 extranjerismos adaptados ( 82 . 4 % ) . El resto será léxico no
) aquellas expresiones extranjeras usadas por los encuestados formadas por siglas
y
2 ) aquellas respuestas que son provenientes de nombres propios extranjeros ; de
extranjerismo , y dejamos como posibilidad de estudio independiente el uso de nombres propios
y
de siglas extranjeros . 31 Así , por ejemplo , el Diccionario panhispánico de dudas
distingue : “ extranjerismos superfluos e innecesarios ” ( nuestro grupo 3 )
y
“ extranjerismos necesarios o muy extendidos ” . En estos últimos diferencia
extendidos ” . En estos últimos diferencia entre los que mantienen la grafía
y
pronunciación originaria ( nuestro grupo 2 ) y los que adaptan la pronunciación
entre los que mantienen la grafía y pronunciación originaria ( nuestro grupo 2 )
y
los que adaptan la pronunciación o la grafía originaria ( nuestro grupo 1 ) .
como se observa en la Tabla III . En ella diferenciamos entre el número de palabras
y
el número de vocablos y ordenamos la tabla de mayor a menor número de palabras
presentados por los encuestados , encabeza la lista el centro de interés 18 . Internet
y
ordenadores con 43 palabras extranjeras ( 24 vocablos ) , cerca del 70 % de
airbús , hovercraft , skate , etc . ) , el CI 15 . Juegos
y
distracciones con 3 palabras ( 3 vocablos : hula - hoop , scout , rappel
con 3 palabras ( 3 vocablos : hula - hoop , scout , rappel )
y
el CI 17 . Dinero y economía con 2 palabras ( 2 vocablos : cash
: hula - hoop , scout , rappel ) y el CI 17 . Dinero
y
economía con 2 palabras ( 2 vocablos : cash flow , warrant ) . Podemos
interés 2 . La ropa donde aparece el mayor número de vocablos extranjeros aceptados (
y
no adaptados ) por nuestra lengua : blazer , body , culotte , short ,
culotte , short , slip , etc . Le sigue el CI 15 . Juegos
y
distracciones con 8 vocablos : ballet , backgammon , bridge , hobby , puenting ,
vocablos : ballet , backgammon , bridge , hobby , puenting , etc . ,
y
el CI 18 . Internet y ordenadores con cinco : byte , hacker , hardware
bridge , hobby , puenting , etc . , y el CI 18 . Internet
y
ordenadores con cinco : byte , hacker , hardware , ouput , etc . Como
que no se hace uso de extranjerismos aceptados : 8 . La Escuela : muebles
y
materiales , 9 . Calefacción , iluminación y medios de airear … , 1 .
: 8 . La Escuela : muebles y materiales , 9 . Calefacción , iluminación
y
medios de airear … , 1 . El cuerpo humano , 13 . Trabajos del
de airear … , 1 . El cuerpo humano , 13 . Trabajos del campo
y
del jardín , etc . Adviértase que el centro de interés 19 . Los colores
observarse en la Tabla VI el número de palabras aumenta considerablemente ( 943 )
y
no tan - to el número de vocablos ( 171 ) . El centro de
esquí , kayak , limusina , sidecar , tráiler , trolebús , etc . )
y
el centro 2 . La ropa ( biquini , cárdigan , chándal , chaqué ,
vocablos de este nivel . Les sigue muy de cerca el CI 15 . Juegos
y
distracciones ( bádminton , béisbol , bingo , kárate , karaoke , pádel , puzle
bingo , kárate , karaoke , pádel , puzle , waterpolo , etc . )
y
el CI 5 . Alimentos ( bacón , canelones , champán , cruasán , espagueti
yogur , etc . ) . Siguen siendo los centros 13 . Trabajos del campo
y
del jardín y 1 . El cuerpo humano los que no presentan , o casi
. ) . Siguen siendo los centros 13 . Trabajos del campo y del jardín
y
1 . El cuerpo humano los que no presentan , o casi no presentan ,
centros 2 . La ropa , 12 . Medios de transporte , 18 . Internet
y
ordenadores , 15 . Juegos y distracciones y 5 . Alimentos ocupan casi siempre las primeras
12 . Medios de transporte , 18 . Internet y ordenadores , 15 . Juegos
y
distracciones y 5 . Alimentos ocupan casi siempre las primeras posiciones , mientras
Medios de transporte , 18 . Internet y ordenadores , 15 . Juegos y distracciones
y
5 . Alimentos ocupan casi siempre las primeras posiciones , mientras que centros
léxico extranjero . Recordamos que seguimos estando ante “ préstamos recientes ”
y
no ante los llamados “ préstamos históricos ” , aunque en algunas ocasiones
rigurosamente a la fecha de incorporación en el diccionario académico ( edición de 1925
y
posteriores ) . 13 . Trabajos del campo y 1 . El cuerpo humano no
diccionario académico ( edición de 1925 y posteriores ) . 13 . Trabajos del campo
y
1 . El cuerpo humano no parece que necesiten de este tipo de léxico .
ofrecemos un listado completo de los vocablos distribuidos por centro de interés
y
tipo de extranjerismo . En general , y sin olvidar las diferencias de criterios en
sintopías . López Morales muestra en sus conclusiones los centros de interés Juegos
y
distracciones , La ropa y Medios de transporte como los centros que más anglicismos
muestra en sus conclusiones los centros de interés Juegos y distracciones , La ropa
y
Medios de transporte como los centros que más anglicismos ofrecen . Del mismo modo
modo que también coincide en que , entre otros , los centros El cuerpo humano
y
Trabajos del campo son los que menos anglicismos ofrecen . También Castañer , aunque
interés Medios de transporte , señala cómo , además de éste , los centros Juegos
y
distracciones , La ropa y Alimentos presentan abundantes extranjerismos , mientras
señala cómo , además de éste , los centros Juegos y distracciones , La ropa
y
Alimentos presentan abundantes extranjerismos , mientras que el del Cuerpo humano
corpus ( atendemos a las tres variables habituales : edad , grado de instrucción
y
sexo ) y los vocablos que han empleado estos . 9 . 1 . Léxico
atendemos a las tres variables habituales : edad , grado de instrucción y sexo )
y
los vocablos que han empleado estos . 9 . 1 . Léxico foráneo y edad
) y los vocablos que han empleado estos . 9 . 1 . Léxico foráneo
y
edad Hemos agrupado a los sujetos encuestados en las tres generaciones que consideramos
de 20 a 34 años ; generación II , de 35 a 54 años ;
y
generación III , de 55 años en adelante . Son 24 encuestados en cada generación
de 55 años en adelante . Son 24 encuestados en cada generación ( 12 hombres
y
12 mujeres ) . En la Tabla VIII se muestra el léxico foráneo presentado por las
muestra el léxico foráneo presentado por las diferentes generaciones . En su recuento
y
porcentajes se puede observar cómo las generaciones más jóvenes hacen mayor uso
también nos muestra una relación ( aunque no significativa ) entre estas dos variables
y
la tendencia decreciente en el uso de léxico foráneo por efecto de la edad :
aumento de la edad de los sujetos encuestados . 9 . 2 . Léxico foráneo
y
nivel de instrucción Hemos examinado los datos generales de nuestro corpus en cuanto a
considerados en los sujetos del proyecto Consolex : Nivel de Instrucción 1 ( analfabetos
y
enseñanza primaria ; de 0 a 9 años de escolarización aproximadamente ) ; Nivel
de escolarización ) . Son 24 sujetos en cada nivel de instrucción ( 12 hombres
y
12 mujeres ) . Como se resume en la Tabla X que sigue ( en su recuento
12 mujeres ) . Como se resume en la Tabla X que sigue ( en su recuento
y
porcentajes ) , el grupo de sujetos con alto nivel de instrucción ( Nivel 3
instrucción menor . En esta ocasión el recuento entre el nivel de instrucción 1
y
el nivel de instrucción 3 muestra una notable diferencia . El análisis estadístico
estadístico demuestra esta relación ( no significativa ) entre las dos variables
y
la tendencia de mayor uso de léxico foráneo por efecto del mayor grado de instrucción
2 encontramos que no se cumple la tendencia en cuanto a los extranjerismos puros
y
los préstamos aceptados ( sí que se mantiene en cuanto a los préstamos aceptados
los préstamos aceptados ( sí que se mantiene en cuanto a los préstamos aceptados
y
adaptados ) , pues supera en un pequeño número a los aportados por el nivel
con claridad la tendencia de la que hablamos . 9 . 3 . Léxico foráneo
y
género Hemos examinado también el léxico extranjero ofrecido por los encuestados
sigue . Hemos analizado esta diferencia de uso de léxico foráneo entre hombres
y
mujeres atendiendo a sus niveles de instrucción . Como puede observarse en la Tabla
mujeres propongan mayor número de palabras en general en el nivel de instrucción 1
y
, sobre todo , en el nivel de instrucción 3 , no influye para que
querido comprobar si esta diferencia en el uso de léxico foráneo entre hombres
y
mujeres guarda alguna relación con las tres generaciones o niveles de edad distinguidos
muestra con claridad lo que decimos . En todos los tipos de extranjerismo distinguidos
y
en todos los grupos de edad establecidos se mantiene esta tendencia de mayor uso
criterios de las obras académicas : extranjerismos crudos , extranjerismos aceptados
y
extranjerismos adaptados . Cuando hemos considerado el uso de este léxico foráneo
los extranjerismos aparecen en los centros Internet , Juegos , Transportes , Comida
y
Ropa . Hay , por otro lado , centros de interés que se han caracterizado por la
la escasa o nula presencia de léxico foráneo , como , por ejemplo , El campo
y
El cuerpo Humano . Cuando hemos atendido a las características sociales de los sujetos
características sociales de los sujetos en cuanto a edad , nivel de instrucción
y
sexo , se han confirmado sin duda las hipótesis desde las que partíamos : se confirma
también en cuanto al léxico foráneo , la tendencia al abandono de las formas propias
y
patrimoniales y la convergencia hacia el uso de las voces más comunes ( e internacionales
léxico foráneo , la tendencia al abandono de las formas propias y patrimoniales
y
la convergencia hacia el uso de las voces más comunes ( e internacionales ) ,
% en la generación III ) . Por otra parte , hemos evidenciado que este abandono
y
convergencia se acentúa con un mayor nivel de instrucción : los sujetos con mayor
habitual consideración de que son los hombres los que manifiestan mayor arraigo
y
defensa de lo identitario frente a la modernidad de las mujeres , en esta ocasión
la edad de los sujetos : siempre , sea cual sea el grado de instrucción
y
sea cual sea la edad , son los hombres los que hacen mayor uso de
palabras extranjeras . Un corpus de bigramas utilizado como corrector ortográfico
y
gramatical destinado a hablantes nativos de español Resumen Este artículo describe
artículo describe el funcionamiento de un algoritmo de corrección ortográfica
y
gramatical para textos escritos en español , destinado a hablantes nativos competentes
medio de análisis estadísticos ( en vez de emplear el sistema de ‘ etiquetado ’
y
análisis sintáctico que utiliza la mayor parte de correctores ) , comparando las
INTRODUCCIÓN En este trabajo presentamos las posibilidades que , para la detección
y
corrección de errores ortográficos y gramaticales en textos escritos por nativos
las posibilidades que , para la detección y corrección de errores ortográficos
y
gramaticales en textos escritos por nativos , ofrece el análisis estadístico de
escritos por nativos , ofrece el análisis estadístico de la frecuencia de las palabras
y
de los pares de palabras ( ‘ bigrama ’ o ‘ digrama ’ ; en
venido a complementar a los correctores automáticos que precisan del etiquetado
y
del análisis morfosintáctico previo para llevar a cabo su función . El funcionamiento
en textos extensos escritos en español por hablantes competentes en la lengua ,
y
verificar su utilidad durante el proceso de corrección y edición . Para evaluarlo
competentes en la lengua , y verificar su utilidad durante el proceso de corrección
y
edición . Para evaluarlo utilizaremos fragmentos de textos escritos por nativos
metodología del estudio , que incluye la explicación del funcionamiento del corrector
y
los tipos de errores que encontramos frecuentemente en textos escritos por hablantes
el cuarto , las limitaciones que hemos observado . Finalmente , las conclusiones
y
algunas sugerencias que podrían hacer que la corrección fuera más precisa . 1
razón es que contiene un error . También hay correctores que combinan el etiquetado
y
la sintaxis con la información procedente del análisis de corpus . Estos son algunos
inglés del examen TOEFL ( Title of English as a Foreign Language ) ; Chodorow
y
Leacock ( 2000 : 140 ) explican así su funcionamiento : Sjöbergh ( 2006 )
siempre que se cuente con un corpus lo suficientemente grande que sirva de referencia
y
con un programa que segmente textos ( chunker ) escritos en la lengua en cuestión
Aquel funciona así : Encontramos más información sobre esta clase de programas
y
sus aplicaciones en los siguientes trabajos . Algunos están pensados específicamente
; Lawley 2015 ; entre otros ) . Estos trabajos dan cuenta del buen funcionamiento
y
eficacia de diferentes correctores que utilizan análisis estadísticos de palabras
diferentes correctores que utilizan análisis estadísticos de palabras adyacentes
y
un corpus de referencia , pero estos programas están diseñados para corregir textos
fundamentalmente en inglés . Sobre el español contamos con el estudio de Nazar
y
Renau ( 2012 ) , que utiliza Google Books como corpus de referencia para construir
completar ejercicios de un manual de gramática destinado a estudiantes de español
y
para detectar errores en textos producidos por aprendices de español . Los resultados
textos redactados en español . Nuestro propósito aquí es ampliar la idea de Nazar
y
Renau ( 2012 ) y emplear el análisis estadístico para detectar errores en el proceso
. Nuestro propósito aquí es ampliar la idea de Nazar y Renau ( 2012 )
y
emplear el análisis estadístico para detectar errores en el proceso de corrección
emplear el análisis estadístico para detectar errores en el proceso de corrección
y
edición de textos realizados por hablantes competentes de la lengua , en este caso
necesaria , pues el hablante competente lo que requiere es ayuda para detectar el error
y
no tanto opciones para corregirlo . Como señalan Nazar y Renau ( 2012 : 29
para detectar el error y no tanto opciones para corregirlo . Como señalan Nazar
y
Renau ( 2012 : 29 ) , creemos que , y eso es lo que
vamos a explicar la composición del corpus de referencia ; luego , el algoritmo
y
, finalmente , los tipos de errores que previsiblemente serán detectados . 2 . 1
previsiblemente serán detectados . 2 . 1 . Funcionamiento del corrector : Corpus
y
algoritmo El corrector utiliza como material de referencia para identificar errores
se combinan en la lengua ; p . ej . , la preposición ‘ a ’
y
‘ abierto ’ , el participio del verbo ‘ abrir ’ , en una secuencia
. Está formado por extractos de textos narrativos , es decir , novelas , cuentos
y
ensayos , escritos en español ( no traducidos ) desde 1980 hasta 2012 , y
y ensayos , escritos en español ( no traducidos ) desde 1980 hasta 2012 ,
y
disponibles en formato electrónico ; además de noticias y artículos de opinión
desde 1980 hasta 2012 , y disponibles en formato electrónico ; además de noticias
y
artículos de opinión publicados en periódicos nacionales y revistas de actualidad
además de noticias y artículos de opinión publicados en periódicos nacionales
y
revistas de actualidad durante el año 2012 principalmente ; y no contiene poemas
fragmentos de diversas obras permite incluir en el corpus una gama amplia de textos
y
evitar la presencia excesiva de textos idiosincrásicos . En definitiva , el objetivo
En definitiva , el objetivo fue construir un corpus de textos sobre temas generales
y
no excesivamente técnicos , tanto de ficción como de no ficción , que reflejaran
anomalías en el comportamiento de vocablos relativamente frecuentes en el idioma , tal
y
como veremos a continuación . En cuanto a la procedencia geográfica , los textos
aportan las variaciones diatópicas ; es decir , el objetivo ha sido evitar localismos
y
otros particularismos o divergencias , procedentes también de variedades diastráticas
atípico o incluso alguna errata – a pesar de que han sido redactados por periodistas
y
escritores profesionales y han sido convenientemente corregidos y editados , siempre
por periodistas y escritores profesionales y han sido convenientemente corregidos
y
editados , siempre se puede haber deslizado alguna ( igual que Nazar & Renau ,
la frecuencia en el corpus de cada una de las palabras utilizadas en el texto
y
, por otra parte , de cada bigrama . Además se calcula el número de veces que
cada una de las dos palabras , por separado , en el corpus , tal
y
como refleja la fórmula siguiente , donde P es la probabilidad ; ( a )
como refleja la fórmula siguiente , donde P es la probabilidad ; ( a )
y
( b ) representan , respectivamente , a la palabra 1 y a la palabra
( a ) y ( b ) representan , respectivamente , a la palabra 1
y
a la palabra 2 ; T es el número total de palabras que componen el
T es el número total de palabras que componen el corpus ( cien millones )
y
F , la frecuencia . Conviene tener en cuenta que , como veremos a continuación ,
0 . 00025 por 0 . 00055 , cuyo resultado es 0 . 0000001375 ;
y
en un corpus de 7 , 3 millones de palabras distribuidas al azar . El
señalarían ) ; después se segmenta la oración en estas doce combinaciones : 1 .
y
su , 2 . su tiene , 3 . tiene intención , 4 . intención
9 . del que , 10 . que fue , 11 . fue su ,
y
12 . su amigo . El resultado , en primer lugar , mostrará gráficamente las combinaciones
. El resultado , en primer lugar , mostrará gráficamente las combinaciones poco
y
muy poco frecuentes y tendremos los datos estadísticos sobre esas combinaciones
1 sobre cada uno de los pares de palabras adyacentes del texto , los frecuentes
y
los no frecuentes . Trabajaremos ahora con todos ellos para compararlos y ver las
frecuentes y los no frecuentes . Trabajaremos ahora con todos ellos para compararlos
y
ver las diferencias . En la primera columna de la Tabla 1 , aparece reflejada la
se usa en el corpus más de nueve mil veces ( 9 . 245 )
y
‘ de ’ , más de cinco millones ( 5012014 ) ; o lo que
del corpus ( 100000000 / 9245 = 10817 ) es el sustantivo ‘ intención ’
y
una de cada 20 , la preposición ‘ de ’ ( 100000000 / 5012014 =
que esos dos vocablos tienden a rechazarse entre sí . La frecuencia real del par
y
el umbral ( 5 . 176 y 11 . 17 , respectivamente , en el
entre sí . La frecuencia real del par y el umbral ( 5 . 176
y
11 . 17 , respectivamente , en el caso de ‘ intención de ’ )
del corpus es el posesivo ‘ su ’ ( 100000000 / 937618 = 107 )
y
una de cada 1 . 437 es la forma verbal ‘ tiene ’ ( 100000000
estadística extraída del corpus , detectamos errores que ni el corrector ortográfico
y
gramatical del procesador de textos de Microsoft Word ni otros correctores como Stilus®
cinco casos que presentamos a continuación , y vamos a probar primero con fragmentos
y
, después , con un texto extenso de 9 . 000 palabras , que contienen
llamada de atención , el hablante competente corregiría fácilmente . 3 . Resultados
y
evaluación Los resultados de la detección de los errores incluidos en las oraciones
detección de los errores incluidos en las oraciones realizada con tres correctores
y
con CorrectMe se resumen en la Tabla 7 . Veremos a continuación los ejemplos concretos
CorrectMe se resumen en la Tabla 7 . Veremos a continuación los ejemplos concretos
y
la respuesta obtenida en cada caso . Téngase presente que , a menos que se
aportando los resultados que ofrecen el corrector del procesador de textos , Stilus®
y
SpanishChecker® – estos últimos están destinados específicamente al hablante
recomendaba tildar la o cuando iba entre números para distinguirla del cero –
y
no confundir , por ejemplo , ‘ 3 ó 4 ’ con ‘ 304 ’ –
304 ’ – ; sin embargo , nunca debe llevar tilde cuando va entre un número
y
una palabra o entre dos palabras , como en los ejemplos propuestos . Actualmente
pares , como vemos en los datos anteriores , no supera los dos casos ,
y
en tres de ellos es cero , al igual que el umbral . Si tenemos
último par ( ‘ ó cinco ’ ) al aparecer dos veces en el corpus
y
ser la probabilidad muy baja ( 0 . 12 ) , el umbral es superior
encontramos frecuentemente errores relacionados con la concordancia de los determinantes
y
adjetivos que acompañan a los sustantivos femeninos que comienzan por / a / ( gráficamente
del artículo , pero solo cuando va inmediatamente antes ; si entre el artículo
y
el sustantivo se interpone un elemento , como en ( 4 ) , un adjetivo
dichoso arma ’ y aconseja verificar si la concordancia de género entre el adjetivo
y
el sustantivo es correcta , lo cual da una pista acerca del error cometido .
entre dos homófonos . Es frecuente confundir el infinitivo del verbo ‘ haber ’
y
la combinación de la preposición ‘ a ’ seguida del infinitivo del verbo ‘
183 . 29 ( por separado , la frecuencia de ‘ haber ’ es 53686
y
la de ‘ si ’ , 341403 ) ; de ahí que el umbral sea
del par es cero ; por separado , la de ‘ beban ’ es 47
y
la de ‘ te ’ , 175840 ; la probabilidad del bigrama es 0 .
de ‘ te ’ , 175840 ; la probabilidad del bigrama es 0 . 08
y
el umbral , cero ) nos advierte de la anomalía existente en ‘ beban te
corrector de Microsoft Word indica que se ha omitido la tilde en ‘ abrió ’
y
en ‘ ahí ’ ( al igual que Stilus® y SpanishChecker® ) ; sin embargo ,
tilde en ‘ abrió ’ y en ‘ ahí ’ ( al igual que Stilus®
y
SpanishChecker® ) ; sin embargo , no señala el adverbio ‘ mas ’ , pues existe
‘ ingles ’ también figura en el léxico del español – como indican Ariza
y
Tapia ( 1997 - 1998 ) , el corrector no marca como error las formas
figuran en los diccionarios que utiliza como referencia – ( en cambio Stilus®
y
SpanishChecker® sí que detectan estos dos errores ) . Además , este corrector
pub , a pesar de que , al ser una voz procedente de otra lengua
y
terminar en be , la regla es añadirle - s ( DPD , s .
. 3 . 3 . Omisión o inclusión de palabras En ocasiones , la rapidez
y
la falta de atención nos llevan a omitir alguna palabra mientras escribimos o a
‘ empezar ’ : CorrectMe , a diferencia del corrector del procesador de textos
y
de Stilus® , detecta la baja frecuencia de esta combinación ( ‘ empezar estrenar
registra en el corpus ; la probabilidad de aparición del par es 0 . 01
y
el umbral , cero ) . Por su parte , SpanishChecker® también señala la omisión
entre letras Otro caso de confusión es la que se da entre ‘ tubo ’
y
‘ tuvo ’ , bien por la cercanía en el teclado de las dos letras
, bien por la cercanía en el teclado de las dos letras ( la be
y
la uve ) o bien porque son dos palabras homófonas ; como , por ejemplo ,
procesador de textos nos alerta del error . Como vemos en la Tabla 6 , la frecuencia
y
el umbral de los dos pares ( ‘ no tubo ’ y ‘ tubo suerte
, la frecuencia y el umbral de los dos pares ( ‘ no tubo ’
y
‘ tubo suerte ’ ) es cero . Aquí , al igual que en otros
11 ) . 3 . 5 . Omisión e inclusión de letras incorrectas La omisión
y
la inclusión de letras en el lugar equivocado dan lugar a no pocas erratas .
registra en el corpus ( la probabilidad de aparición del par es 0 . 27
y
el umbral , cero ) ; un primer indicio de error . Si bien la
corpus de referencia ; de manera que CorrectMe es más que un corrector ortográfico
y
gramatical , ya que consigue identificar faltas relacionadas con el contexto en el
creces el número de errores descubiertos por el corrector del procesador de textos
y
por los correctores SpanishChecker® y Stilus® . El corrector de Microsoft Word
por el corrector del procesador de textos y por los correctores SpanishChecker®
y
Stilus® . El corrector de Microsoft Word y Stilus® son los que menos errores han
por los correctores SpanishChecker® y Stilus® . El corrector de Microsoft Word
y
Stilus® son los que menos errores han identificado ( un 25 % y un 23
Microsoft Word y Stilus® son los que menos errores han identificado ( un 25 %
y
un 23 % , respectivamente ) . SpanishChecker® ha sido algo más eficaz , pues
ortográfico , como , por ejemplo , la omisión de la tilde en ‘ módulo ’
y
‘ diálogo ’ : O bien un error gramatical , como la falta de concordancia
proporciona el algoritmo que emplea CorrectMe . Por otro lado , en la propuesta de Nazar
y
Renau ( 2012 ) , en la que se utiliza como base de datos el
registran todas las combinaciones de palabras cuya frecuencia es igual o mayor de 40
y
su objetivo es ( Nazar & Renau , 2012 : 28 ) . En este
Books , aparecen las secuencias de ( 15 - 20 ) – es decir : ‘
y
dialogo ’ , ‘ primeros tiene ’ , ‘ tienen porque ’ , ‘ de
, ‘ tienen porque ’ , ‘ de social ’ , ‘ se platean ’
y
‘ las mimas ’ – , con lo cual no serían susceptibles de ser detectados
de ser detectados los errores , y no sería de gran utilidad para la lectura
y
corrección de pruebas . En este sentido , creemos que el empleo del algoritmo propuesto
tecnicismos – se señalen como errores , puesto que la probabilidad de aparición
y
su frecuencia real serán igualmente bajas . En concreto , en este texto de 9 .
menores puntuaciones , que son los que más probablemente pueden contener un error –
y
de hecho , ocho son incorrectos – será muy útil ; sobre todo , porque se trata de
L2 , identifican dos cada uno . Grammar Checker® , por un lado , señala ( 15
y
16 ) ; y Stilus® , por su parte ( 13 y 16 ) . De igual
cada uno . Grammar Checker® , por un lado , señala ( 15 y 16 ) ;
y
Stilus® , por su parte ( 13 y 16 ) . De igual forma , el corrector
por un lado , señala ( 15 y 16 ) ; y Stilus® , por su parte ( 13
y
16 ) . De igual forma , el corrector de Microsoft Word identifica dos de
, el corrector de Microsoft Word identifica dos de los ocho errores : ( 14
y
17 ) . Ahora bien , para realizar una evaluación más completa de los resultados
. Por su parte , Microsoft Word señala los dos errores que recogimos antes ( 14
y
17 ) y asimismo esta falta de concordancia : Y , por otro lado , señala seis
, Microsoft Word señala los dos errores que recogimos antes ( 14 y 17 )
y
asimismo esta falta de concordancia : Y , por otro lado , señala seis términos
correctos , pero que no están incluidos en su diccionario ; además de nombres propios
y
extranjerismos crudos . En total , los casos de falsos positivos suman 33 . Con
medidas se combinan en una sola , que es la media armónica entre la precisión
y
la cobertura ( F1 ) . Como vemos en la Tabla 8 , la precisión de ambos
de ambos sistemas al analizar el texto que nos ocupa no difiere demasiado ( 8
y
8 . 33 % ) . La tendencia es clara : el algoritmo basado en
los resultados obtenidos . Aunque no es el mismo caso que el que analizan Nazar
y
Renau ( 2012 ) , pues ellos están trabajando con hablantes de L2 , creemos
marcan siempre los errores relacionados con la concordancia , ya sea entre el sujeto
y
el verbo o entre sustantivos y adjetivos , cuando los elementos que deben concordar
con la concordancia , ya sea entre el sujeto y el verbo o entre sustantivos
y
adjetivos , cuando los elementos que deben concordar no son contiguos ( 22 ) ,
: 1119 . 7 ( por su parte , la frecuencia de ‘ que ’ es 3295376
y
la de ‘ están ’ , 33978 ; y el umbral es Estamos ante un
véase el análisis que realiza Burston ( 1996 ) de varios correctores de francés ,
y
el de Chen ( 2009 ) de correctores de inglés – , no está preparado
tengamos ’ es 515 ( por separado , la de ‘ que ’ es 3295376
y
la de ‘ tengamos ’ , 1346 ) , la probabilidad del bigrama , 44
‘ tengamos ’ , 1346 ) , la probabilidad del bigrama , 44 . 36
y
el umbral , 11 . 61 . Es otro caso de falso negativo , como
registra en el corpus de referencia ( la frecuencia de ‘ hermana ‘ es 13132
y
la de ‘ aprobaron ’ , 66 ; la probabilidad del par es 0 .
de ‘ aprobaron ’ , 66 ; la probabilidad del par es 0 . 01
y
el umbral , cero ) , con lo cual podríamos pensar que se trata de un error
da información sobre dos palabras contiguas para así ser consciente del alcance
y
de las limitaciones de la herramienta . CONCLUSIONES En este trabajo hemos presentado
de palabras ; errores que los correctores que utilizan los análisis de palabras
y
de oraciones no detectan siempre ( como hemos comprobado en los resultados de las
detección de errores son complementarios y resultan eficaces en el proceso de edición
y
corrección de textos . El punto débil de los correctores gramaticales basados en
descubiertos solo con el análisis de dos palabras adyacentes . Así lo han constatado Wu
y
Su ( 2006 ) en su estudio de un corrector utilizado para detectar el uso
, en el que se ha empleado un ‘ modelo ’ de análisis de pares
y
otro de grupos de tres palabras ( trigramas ) : Otra manera de aumentar la
complementar la utilización del corrector con el Diccionario de la lengua española
y
el Diccionario panhispánico de dudas de la RAE , y con otras utilidades como el
Diccionario de la lengua española y el Diccionario panhispánico de dudas de la RAE ,
y
con otras utilidades como el Corpus del español actual ( CREA ) o WebCorp (
frecuencia de una determinada combinación de palabras en otros corpus de textos
y
los contextos en los que suele aparecer . En definitiva , pensamos que la aplicación
resolución de problema como género académico evaluativo : Organización retórica
y
uso de artefactos multimodales Resumen El género académico evaluativo Resolución
de las ciencias como un recurso de aprendizaje para evaluar el dominio disciplinar
y
el avance en los procedimientos utilizados por los estudiantes en su proceso formativo
2002 ; Grabe , 2002 ; Martin , 2002 ) , pues este permite asociar
y
caracterizar un conjunto de géneros que circulan al interior de la comunidad de
género desde la perspectiva de las ‘ movidas retóricas ’ ( Swales , 2004 )
y
con variables predefinidas provenientes , fundamentalmente , desde los estudios de
contempla el análisis de los segmentos textuales mediante procedimiento inductivos
y
deductivos lo que implica que se complementaron tanto categorías teóricas predefinidas
, Delimitación del Problema , Modelamiento del Problema , Resolución del Modelo
y
Resultados . Algunas de estas movidas se operacionalizan específicamente en ciertos
propósito comunicativo de la movida misma . INTRODUCCIÓN La actividad científica
y
académica están estrechamente relacionadas y , por lo mismo , se hace imprescindible
atender a la función que el lenguaje escrito tiene en la construcción de la ciencia
y
la difusión del conocimiento ( Halliday & Martin , 1993 ; Geissler , 1994 ;
especializado . Desde esta perspectiva , tanto a nivel de pregrado como de posgrado
y
, en general , en el marco de cualquier situación de carácter pedagógico , surge
enfrentados los estudiantes . Para ello la escritura , por sus propiedades epistémicas
y
comunicativas , se convierten en un excelente instrumento de evaluación , pues le
de evaluación , pues le entrega al profesor información para conocer el avance
y
grado de experticia que alcanzan los aprendices en un determinado ámbito disciplinar
marco de los estudios de posgrado se convierten en una de las formas de producir
y
de acreditar el conocimiento científico adquirido . Se confirma así la necesidad
académicamente a los estudiantes que ingresan a estudios de posgrado , modelando
y
enseñando aquellos géneros escritos que fortalezcan su rol de investigadores y
de investigadores y que les permite abrir las puertas a la comunidad disciplinar
y
discursiva a la cual se adscriben ( Swales , 1990 ) . El objetivo de
circunscrito a la caracterización de este género mediante un conjunto de criterios
y
variables ( Parodi , Venegas , Ibáñez & Gutiérrez , 2008 ) que dan cuenta
Ibáñez & Gutiérrez , 2008 ) que dan cuenta de la dimensión social , cognitiva
y
lingüística de los géneros ( Parodi , 2008 ) y también bajo un minucioso análisis
la dimensión social , cognitiva y lingüística de los géneros ( Parodi , 2008 )
y
también bajo un minucioso análisis e interpretación de las movidas retóricas
mediante métodos deductivos e inductivos , permitiendo un mayor grado de profundidad
y
así determinar los rasgos distintivos y diferenciadores de este género . El artículo
permitiendo un mayor grado de profundidad y así determinar los rasgos distintivos
y
diferenciadores de este género . El artículo comienza con las aproximaciones teóricas
se describen los procedimientos metodológicos utilizados para la caracterización
y
los principales resultados obtenidos y , para finalizar , se presentan las conclusiones
principales resultados obtenidos y , para finalizar , se presentan las conclusiones
y
proyecciones de este tipo de estudio . 1 . Marco teórico 1 . 1 .
solo se han focalizado en la búsqueda de patrones regulares para la descripción
y
caracterización de ellos desde perspectivas , retóricas , discursivas y / o léxico
descripción y caracterización de ellos desde perspectivas , retóricas , discursivas
y
/ o léxico - gramaticales . También es posible identificar estudios que buscan
conjunto de géneros , según categorías más amplias , para poder sistematizar
y
organizar la producción de estos de acuerdo a los usos y propósitos comunicativos
para poder sistematizar y organizar la producción de estos de acuerdo a los usos
y
propósitos comunicativos de los contextos y comunidades donde circulan . Desde la
producción de estos de acuerdo a los usos y propósitos comunicativos de los contextos
y
comunidades donde circulan . Desde la tradición de la Nueva Retórica ( Bazerman
similares , pues la actividad es una sola . Al estudiar los sistemas de géneros
y
los conjuntos de géneros , los investigadores pueden obtener una perspectiva de
géneros , los investigadores pueden obtener una perspectiva de los roles sociales
y
las relaciones existentes , las dinámicas de poder , los desafíos cognitivos implicados
las dinámicas de poder , los desafíos cognitivos implicados en las actividades
y
la construcción social del espacio - tiempo en diferentes contextos . Otro tipo
además de los propósitos comunicativos , comparten ciertas convenciones retóricas
y
contextos y presentan características léxico - gramaticales parecidas . Sin embargo
con géneros profesionales ( Parodi , 2008 ) . Por su parte , Grabe ( 2002 )
y
Berkenkotter ( 2002 ) utilizan el concepto de macrogénero para explicar la organización
Berkenkotter ( 2002 ) utilizan el concepto de macrogénero para explicar la organización
y
agrupación de los textos similares que utilizan los profesores y estudiantes para
la organización y agrupación de los textos similares que utilizan los profesores
y
estudiantes para construir y comunicar estructuras de pensamiento y potenciar el
de los textos similares que utilizan los profesores y estudiantes para construir
y
comunicar estructuras de pensamiento y potenciar el desarrollo de los aprendizajes
los profesores y estudiantes para construir y comunicar estructuras de pensamiento
y
potenciar el desarrollo de los aprendizajes . Así , por ejemplo , los textos predominantemente
de comunicación prototípicas del ámbito de las ciencias sociales , las ciencias
y
la historia y es posible encontrar diversos tipos de géneros asociados : textos
relación con un principio clasificatorio , donde la conformación de taxonomías
y
criterios de diferenciación son relevantes para establecer los grupos y otro , que
taxonomías y criterios de diferenciación son relevantes para establecer los grupos
y
otro , que tiene que ver con un principio de familia de semejanzas , donde
distinción permite seguir el despliegue del género a través de sus diveros elementos
y
etapas , comprendiendo , por ejemplo , que el género de mayor extensión y complejidad
elementos y etapas , comprendiendo , por ejemplo , que el género de mayor extensión
y
complejidad puede ser una unidad de aprendizaje en sí misma , que se extiende durante
géneros para poder explicar las convenciones discursivas de la comunidad donde circulan
y
así mejorar los procesos de inserción , de enseñanza y aprendizaje de los nuevos
comunidad donde circulan y así mejorar los procesos de inserción , de enseñanza
y
aprendizaje de los nuevos miembros . 1 . 2 . El Macrogénero Académico Evaluativo
comunicativos , los roles de los participantes , el uso de los textos que circulan
y
el propósito comunicativo de los mismos . Esto permite reconocerla como una comunidad
quienes negocian nuevos significados con el fin de construir , consolidar , modificar
y
sustituir este conocimiento acorde a las nuevas exigencias de los estudios de posgrado
estudios de posgrado . La comunidad de aprendizaje de posgrado integra la producción
y
circulación del discurso científico , el discurso académico y el discurso pedagógico
integra la producción y circulación del discurso científico , el discurso académico
y
el discurso pedagógico , los que inciden directamente en la forma cómo se adquiere
habilidades de lectoescritura académica que deben desarrollar los estudiantes de posgrado
y
, por consiguiente , en los tipos de géneros que circulan al interior de esta comunidad
agrupan de acuerdo a un macropropósito común : evaluar las competencias , habilidades
y
dominio disciplinar adquirido por los estudiantes durante un proceso formativo en
entonces , agrupa a aquellos géneros textuales escritos por estudiantes ( semilegos )
y
dirigidos a un profesor ( experto ) en el marco de una situación comunicativa de
didáctico - pedagógico que tiene como objetivo de aprendizaje evaluar la adquisición
y
dominio de conocimiento disciplinar y comunicativo durante el proceso formativo que
objetivo de aprendizaje evaluar la adquisición y dominio de conocimiento disciplinar
y
comunicativo durante el proceso formativo que se desarrolla al interior de una comunidad
los estudiantes para medir el avance en el desarrollo de habilidades comunicativas
y
dominio de conocimiento especializado requerido por la comunidad académica a la
aprendizaje ( Anderson & Krathwohl , 2001 ) , pues permite comprender el alcance
y
extensión del propósito comunicativo mismo , identificando la orientación teórica
también se encontraron géneros que deben demostrar la habilidad para establecer
y
desarrollar investigaciones empíricas , dando cuenta de los recursos utilizados
desarrollar investigaciones empíricas , dando cuenta de los recursos utilizados para ella
y
los resultados obtenidos ; en este caso , la orientación de los GAE es de
los profesores persiguen objetivos de aprendizaje que se centran en la comprensión
y
ejecución de contenidos conceptuales y procedimentales que debe saber el estudiante
aprendizaje que se centran en la comprensión y ejecución de contenidos conceptuales
y
procedimentales que debe saber el estudiante de posgrado en Biotecnología . Este
no solo los conocimientos de disciplinas como la matemática , física , química
y
otras ciencias específicas sino que además , el juicio y estrategia necesaria para
matemática , física , química y otras ciencias específicas sino que además , el juicio
y
estrategia necesaria para solucionarlo . Por lo tanto , este género implica una
formativo del estudiante de posgrado , pues se concibe como una estrategia de enseñanza
y
, asimismo , como una actividad de aprendizaje e instrumento de evaluación . En
ejecutado . Entonces la Resolución de Problemas requiere del conocimiento especializado
y
un tipo de razonamiento específico . En este sentido , el razonamiento más típicamente
deductivo , que permite la aplicación de leyes generales a casos específicos , siempre
y
cuando se reconozca que el caso específico cumple con las condiciones de aplicación
resolver un problema , el resultado es generalmente un modelo idealizado del objeto
y
proceso real . Es así como contenido y método , objeto y proceso están indisolublemente
generalmente un modelo idealizado del objeto y proceso real . Es así como contenido
y
método , objeto y proceso están indisolublemente relacionados . Efectivamente ,
idealizado del objeto y proceso real . Es así como contenido y método , objeto
y
proceso están indisolublemente relacionados . Efectivamente , el desarrollo de este
Efectivamente , el desarrollo de este GAE requiere llevar a cabo un análisis profundo
y
acabado de los hechos que se entregan como datos y además definir un tipo de
a cabo un análisis profundo y acabado de los hechos que se entregan como datos
y
además definir un tipo de razonamiento para elaborar la estrategia que se utilizará
situación cuya solución se alcanza utilizando uno solo , también implica un juicio
y
un cierto grado de comprensión mayor . Esta es una forma de reconocer y elegir
juicio y un cierto grado de comprensión mayor . Esta es una forma de reconocer
y
elegir una estrategia o un patrón de resolución que puede considerarse como un
estrategia o un patrón de resolución que puede considerarse como un componente
y
/ o condición de la resolución de problemas . En resumen , el problema que contiene
le permita obtener ciertas cifras , procesar estos datos ( relacionarlos entre sí
y
con los hechos ) , interpretarlos y llegar a una conclusión ( respuesta ) .
procesar estos datos ( relacionarlos entre sí y con los hechos ) , interpretarlos
y
llegar a una conclusión ( respuesta ) . Este análisis y razonamiento debe ser coherente
hechos ) , interpretarlos y llegar a una conclusión ( respuesta ) . Este análisis
y
razonamiento debe ser coherente con el ámbito de especialización o temática expuesta
semióticas que le permiten configurar los propósitos comunicativos de cada movida
y
, por consiguiente , el significado global del texto . Para ello resulta relevante
sistemas semióticos constitutivos del texto estático : Verbal , Matemático , Gráfico
y
Topográfico . El Sistema Verbal está conformado por palabras , frases y oraciones
Gráfico y Topográfico . El Sistema Verbal está conformado por palabras , frases
y
oraciones que constituyen la expresión de significados desde lo lingüístico .
números ( romanos o árabes ) , letras ( griegas o latinas ) , operadores
y
signos de puntuación . Como señala Parodi ( 2010 ) , este sistema no ha
desarrollo filogenético de la especie humana , por lo tanto , necesita del sistema verbal
y
tipográfico para construir significados en un determinado texto . No obstante ,
semióticos dispone de ciertos recursos que permiten entregar información específica
y
/ o adicional en el documento , la que está en directa relación con la
o adicional en el documento , la que está en directa relación con la temática
y
campo disciplinar del género en cuestión . Boudon y Parodi ( 2014 ) plantean que
relación con la temática y campo disciplinar del género en cuestión . Boudon
y
Parodi ( 2014 ) plantean que un artefacto multisemiótico es una unidad textual ,
significado al interior del texto interactuando con los mecanismos de coherencia
y
cohesión de este . La Tabla 1 presenta definición operativa de ellos siguiendo
presenta definición operativa de ellos siguiendo los criterios de modalidad , función
y
composición planteados por Parodi ( 2010 ) . 2 . La Investigación 2 . 1
estudiantes de un programa de doctorado en biotecnología para acredita acreditar su avance
y
dominio disciplinar y científico . 2 . 2 . Enfoque metodológico Esta investigación
doctorado en biotecnología para acredita acreditar su avance y dominio disciplinar
y
científico . 2 . 2 . Enfoque metodológico Esta investigación se aborda desde un
comportamiento en la organización discursiva del conjunto de textos . Por lo señalado
y
, además considerando que el GAE no ha sido definido ni caracterizado anteriormente
Ghadessy , Henry & Roseberry , 2001 ) , pues es de un número reducido
y
especializado de textos . Al respecto , Sinclair ( 2004 ) plantea que este tipo
GAE . La Tabla 2 indica el origen de los textos con sus respectivas asignaturas
y
el porcentaje que representan respecto de corpus total . Por otra parte , Cabré
caracteriza por la situación comunicativa , los participantes , los propósitos
y
las temáticas , las cuales están acotadas a un campo de conocimiento especializado
temáticas , las cuales están acotadas a un campo de conocimiento especializado
y
, por consiguiente , a una comunidad discursiva particular . Es así como el concepto
tratan ; especialización por las circunstancias de comunicación en que se producen
y
especialización por el objetivo que persiguen . Siguiendo esta perspectiva , se
esta perspectiva , se han establecido los siguientes criterios para la selección
y
recolección del corpus : 3 . Resultados y discusión 3 . 1 . Movidas
siguientes criterios para la selección y recolección del corpus : 3 . Resultados
y
discusión 3 . 1 . Movidas y pasos retóricos del GAE Resolución de Problemas Este
recolección del corpus : 3 . Resultados y discusión 3 . 1 . Movidas
y
pasos retóricos del GAE Resolución de Problemas Este género académico evaluativo
comunicativo describir los procedimientos realizados por el estudiante para el análisis
y
resolución de un problema . Para ello , el género se organiza en 5 movidas
sea el caso , este género presentan una organización secuencial de las movidas
y
pasos , es decir , la ubicación que cada una de ellas tiene en los textos
, Delimitación del Problema , Modelamiento del Problema , Resolución del Modelo
y
Resultados . Algunas de estas movidas se operacionalizan específicamente en ciertos
de la movida misma . La Tabla 4 expone las movidas constitutivas , los pasos
y
los propósitos en el corpus analizado . De la misma manera , esta investigación
identificación de ellos presenta límites difusos , puesto que su presencia es recursiva
y
complementaria . A continuación , describiremos cada una de estas movidas y los
recursiva y complementaria . A continuación , describiremos cada una de estas movidas
y
los artefactos semióticos asociados . La Movida 1 correspondiente al Planteamiento
explicita qué se debe resolver . Es así como se debe ‘ definir ’ parámetros
y
condiciones las cuales tienen que ver con la ejecución de un determinado tipo de
ejecución de un determinado tipo de modelamiento , pero – además – comparar
y
comentar . Esto último vinculado al objetivo de aprendizaje del GAE , pues se busca
aprendizaje del GAE , pues se busca que el estudiante demuestre su dominio disciplinar
y
el despliegue e integración de los diversos niveles de aprendizaje ( Anderson &
que esta movida se caracteriza por presentar predominantemente el sistema verbal
y
matemático . Los artefactos multisemióticos aparecen como parte de los procedimientos
aparecen como parte de los procedimientos que se llevan a cabo en las movidas siguientes
y
que guardan relación con el desarrollo del problema . En cuanto a la Movida 2 Delimitación
: Formulación de Interrogantes , Ordenamiento de datos , Despeje de Incógnitas
y
Visualización . Cada uno de estos pasos puede utilizar distintos artefactos multisemióticos
corresponde a ‘ De acuerdo a los datos ’ . Una vez organizados los datos
y
sus valores , se procede a despejar incógnitas y se obtienen nuevos valores para
obstante , la utilidad de la información radica en cómo esta haya sido organizada
y
de cómo puede ser recuperada para afrontar las diversas etapas posteriores . El
la validez de los datos obtenidos dependerá en gran medida del grado de exactitud
y
precisión con que fueron calculados . A continuación se caracteriza y ejemplifica
profesor . En este segmento textual predomina , todavía , el uso del sistema verbal
y
matemático . Paso 2 . 2 Ordenamiento de los datos : este paso tiene como
los datos : este paso tiene como propósito comunicativo presentar la selección
y
organización de los datos relevantes expuestos anteriormente en el Planteamiento
de los datos relevantes expuestos anteriormente en el Planteamiento del Problema
y
así definir su posición en la operación . En este segmento textual es posible
semióticos como Ecuaciones , los que suelen combinar la modalidad numérica , verbal
y
tipográfica . Esta representación de significados da cuenta de una igualdad entre
estudiante suele trabajar primero el esto , identificando los elementos que lo constituyen
y
sus posibles transformaciones , luego hace un comentario del mismo . Los artefactos
multisemióticos que se presentan con mayor frecuencia en esta movida son los esquemas
y
los gráficos ( Parodi , 2010 ) , sin embargo , también se utilizan diagramas
diagramas de flujo , artefacto que suele combinar la modalidad verbal , gráfica
y
tipográfica y que es considerado como una representación gráfica de un algoritmo
utiliza para dar cuenta de procesos , por lo que tiene un punto de inicio
y
de fin . Utilizan símbolos con significados definidos que dan cuenta de los pasos
estudiante recupera conocimiento especializado , construyendo relaciones entre teoría
y
práctica . En otras palabras , se puede entender como el establecimiento de relaciones
puede entender como el establecimiento de relaciones semánticas entre la teoría
y
los elementos o fenómenos del contexto del problema planteado , constituyéndose
planteado , constituyéndose en una herramienta básica para la explicación científica
y
en un proceso sustancial en la resolución de problemas . Esta movida se operacionaliza
operacionaliza mediante tres pasos : Identificación de Metodología , Asignación de Valores
y
Despeje de Variables . Cada uno de estos pasos forma parte de un todo ,
permiten reemplazar los términos por datos cuantitativo según el modelo asignado
y
, el Despeje de Variables , donde se encuentra el valor del término desconocido
segmentos textuales se intercala el uso de artefactos semióticos tales como Ecuaciones
y
Fórmulas y , en general , operaciones donde se privilegia el uso del Sistema Matemático
textuales se intercala el uso de artefactos semióticos tales como Ecuaciones y Fórmulas
y
, en general , operaciones donde se privilegia el uso del Sistema Matemático . La
fundamentalmente operaciones básicas ( suma , resta , multiplicación , división , radicación
y
logaritmación ) con números y / o operaciones matemáticas , que apuntan a la idea
resta , multiplicación , división , radicación y logaritmación ) con números
y
/ o operaciones matemáticas , que apuntan a la idea de la acción que ejerce
un operador sobre los elementos de un conjunto , tomando los elementos iniciales
y
relacionándolos con otro elemento de un conjunto final que puede ser de la misma
precisión la movida que se ejecuta . No obstante , los límites entre esta movida
y
la anterior son difusos ( Modelamiento del Problema ) , ya que los procedimientos
del Problema ) , ya que los procedimientos se pueden intercalar , o repetir una
y
otra vez hasta que se alcance o la solución o los valores para continuar avanzando
la movida anterior , los artefactos semióticos utilizados responden a Ecuaciones
y
Fórmulas . Cabe señalar que el sistema verbal tiene una función particular en
. También nos encontramos con artefactos semióticos recurrentes como Fórmulas
y
Ecuaciones , pues forman parte de las operaciones que se llevan a cabo en esta
datos obtenidos se representan gráficamente para entregar una perspectiva del avance
y
así poder proyectar el avance del problema . Por último , la Movida 5 Resultados
corresponde al cierre del texto y tiene como propósito exponer los resultados encontrados
y
así responder las interrogantes planteadas . La forma cómo se pueden presentar
La forma cómo se pueden presentar estos resultados varía de acuerdo al problema
y
también al tipo de modelamiento que se seleccionó para abordar la resolución .
comunicativo es establecer un comentario o reflexión sobre el procedimiento ejecutado
y
la validez de los resultados obtenidos , por ejemplo se puede presentar el resultado
validez de los resultados obtenidos , por ejemplo se puede presentar el resultado
y
relacionarlo con otro contexto o fenómeno estudiado , de manera tal , que se pueda
coherente respecto del resultado obtenido , de manera tal , que este entregue certeza
y
solidez respecto del problema resuelto . La descripción que se ha llevado a cabo
los textos . Sin duda esto guarda relación con la constitución propia del género
y
las disciplinas que involucra , pues la validez del género esta en directa relación
exclusivamente de la forma cómo el alumno represente la información en el texto
y
la función que cumpla el paso desde el punto de vista cognitivo , pues este
retórica del género . No obstante , la Movida 1 , Planteamiento del Problema ,
y
la Movida 5 , Resultados , presentan un porcentaje menor de frecuencia . En el
considerada como satelital , pues es de vital importancia para la constitución del género
y
su propósito comunicativo , así como también , su objetivo de aprendizaje , simplemente
2 ( Delimitación del Problema ) , la Movida 3 ( Modelamiento del Problema )
y
la Movida 4 ( Resolución ) son movidas que presentan límites difusos , resultando
, pues en algunos casos estas son recursivas . Al contrario , la Movida 1
y
la Movida 5 tienen marcadores más explícitos y su delimitación resulta más accesible
. Al contrario , la Movida 1 y la Movida 5 tienen marcadores más explícitos
y
su delimitación resulta más accesible , por lo que la cuantificación de ellas
lingüísticos ( marcadores del discurso , por ejemplo ) que dan cuenta del inicio
y
del cierre del género . CONCLUSIONES El concepto de Macrogénero Académico Evaluativo
cuyos propósitos comunicativos son evaluar el dominio disciplinar , las competencias
y
habilidades investigativas alcanzadas durante el proceso formativo en el marco de
aprendizaje , pues es posible graduar la complejidad de ellos según los contenidos
y
procesos cognitivos asociados al desarrollo y ejecución de cada uno . La Resolución
complejidad de ellos según los contenidos y procesos cognitivos asociados al desarrollo
y
ejecución de cada uno . La Resolución de Problemas se caracteriza por ser un GAE
conocimientos conceptuales , sino que además la transferencia de estos a procedimientos
y
estrategias específicas . Bajo esta perspectiva , la organización retórica de
retórica de este género también es diversa , pues en la mayoría de sus movidas
y
pasos es posible identificar el uso de artefactos multimodales cuya función va en
es el caso de la Movida 2 , donde el Paso 3 Despeje de Incógnitas
y
el Paso 4 Visualización se configuran en función de ecuaciones y gráficos , respectivamente
de Incógnitas y el Paso 4 Visualización se configuran en función de ecuaciones
y
gráficos , respectivamente . De la misma manera , la Movida 3 , Modelamiento del
integración de la modalidad verbal con artefactos semióticos de naturaleza matemática
y
/ o gráfica . Los resultados obtenidos en esta investigación han permitido sistematizar
investigación han permitido sistematizar la organización retórica de este género
y
explicitar las movidas y pasos implicados . La Resolución de Problemas es un género
sistematizar la organización retórica de este género y explicitar las movidas
y
pasos implicados . La Resolución de Problemas es un género muy utilizado en el
Resolución de Problemas es un género muy utilizado en el ámbito de las ciencias exactas
y
la matemática y , por lo mismo , se enseña desde el punto de vista
atención desde la propia disciplina . De esta manera , los resultado aquí presentados
y
discutidos pueden ser utilizados como recurso didáctico para favorecer la alfabetización
ser utilizados como recurso didáctico para favorecer la alfabetización académica
y
disciplinar , favoreciendo el andamiaje para aquellos escritores legos que se incorporan
escritores legos que se incorporan a estudios de posgrado . Las funciones diagnóstica
y
evaluativa del análisis contrastivo de la interlengua del español basado en corpus
aportación se basa fundamentalmente en sus dos funciones principales : la evaluativa
y
la diagnóstica . La importancia de estas radica en que revelan el aspecto colectivo
En este trabajo se examinan las funciones mencionadas y se proporcionan técnicas
y
procedimientos combinados que , aplicados a los análisis contrastivos de la interlengua
producción lingüística de los hablantes no nativos con la de los usuarios expertos
y
/ o nativos en un contexto de producción semejante y , por tanto , comparable .
la de los usuarios expertos y / o nativos en un contexto de producción semejante
y
, por tanto , comparable . 1 . Introducción : Investigación de Corpus de Aprendientes
por tanto , comparable . 1 . Introducción : Investigación de Corpus de Aprendientes
y
Análisis Contrastivo de la Interlengua El principal interés de la investigación
que regulan la construcción e interpretación de las estructuras lingüísticas
y
comunicativas en los diferentes estadios de adquisición de la segunda lengua ( L2
factores que limitan o favorecen el desarrollo de dicha adquisición ( Larsen - Freeman
y
Long 1994 ) . La principal fuente de datos para describir el proceso de adquisición
Long 1994 ) . La principal fuente de datos para describir el proceso de adquisición
y
los factores que afectan a este proceso es la propia lengua de los HNN ,
de juicios metalingüísticos ( Granger 2002 ) . Así pues , como señalan Lozano
y
Mendikoetxea ( 2013 : 1 ) , el éxito de la investigación en ASL depende
: 1 ) , el éxito de la investigación en ASL depende de la validez
y
fiabilidad de los procedimientos de obtención de datos . Uno de estos procedimientos
disciplinas hasta entonces desvinculadas entre sí : la Lingüística de Corpus ( LC )
y
la ASL ( Granger 2002 : 4 ) . El desarrollo de los corpus de
( Granger 2002 : 4 ) . El desarrollo de los corpus de aprendientes informatizados
y
el de la Investigación de Corpus de Aprendientes ha supuesto un gran avance en los
producción del aprendiente , los nuevos corpus informatizados permiten trabajar con más
y
mejor calidad de datos de lengua natural . Así pues , poder analizar amplios corpus
Universidad Católica de Lovaina , dos proyectos pioneros que han marcado , por su alcance
y
naturaleza sistemática , el desarrollo de esta área de estudio : el International
of Learner English ( ICLE ) – cuya segunda versión fue lanzada en 2009 –
y
el International Database of Spoken English ( LINDSEI ) – publicado en 2010 –
métodos de análisis de la lengua del aprendiente – análisis contrastivo ( AC )
y
análisis de errores ( AE ) – , trata la lengua del aprendiente – esto es
rasgos distintivos de la IL a través de las comparaciones sistemáticas cuantitativas
y
cualitativas . Por un lado , permite dichas comparaciones entre dos variedades de
nivel de dominio ( p . ej . la comparación entre un corpus de nivel inicial
y
un corpus de nivel intermedio ) , por la motivación , por la edad ,
etcétera . Por otro lado , pueden establecerse comparaciones entre una variedad de la IL
y
una variedad nativa o una variedad experta , normalmente nativa4 ( L2 vs . L1
contraste que sitúa el corpus del aprendiente frente a un corpus de producción experta
y
/ o nativa se obtienen las semejanzas y las diferencias – referidas estas últimas
frente a un corpus de producción experta y / o nativa se obtienen las semejanzas
y
las diferencias – referidas estas últimas a los usos de los HNN sobre e infrarrepresentados
infrarrepresentados – entre el español de ambos grupos en una situación comparable
y
, por lo tanto , los rasgos lingüísticos que , en principio , los HNN habrán de
o emplear en otros estadios de la adquisición si desean alcanzar la naturalidad
y
expresividad propias del experto y / o nativo . Este enfoque comparativo entre la
adquisición si desean alcanzar la naturalidad y expresividad propias del experto
y
/ o nativo . Este enfoque comparativo entre la L2 y la L1 ha recibido
expresividad propias del experto y / o nativo . Este enfoque comparativo entre la L2
y
la L1 ha recibido críticas a lo largo de estos años por parte de investigadores
externas ( las de la lengua meta ) pueda ser psicolingüísticamente válido ( Ellis
y
Barkhuizen 2005 , citado en Granger 2015 ) ; en esta misma línea , no
señala White ( 2003 : 27 ) . 1 Los términos segunda lengua
y
lengua extranjera se emplean en este trabajo indistintamente para referirse a la
almacena y que se accede a él electrónicamente , y que se cuenta con herramientas
y
software disponible para realizar búsquedas avanzadas . Estas cuestiones , que se
como el de Fernández ( 1997 ) . La traducción al español de los términos
y
siglas en inglés es nuestra . 3 La traducción al español de los términos
siglas en inglés es nuestra . 3 La traducción al español de los términos
y
siglas en inglés es nuestra . 4 En línea con el reciente planteamiento de Granger
por autores profesionales de reseñas ( expertos , ya sean nativos o no nativos )
y
no por reseñas de estudiantes nativos universitarios de grado que no están necesariamente
; en este último caso , estaríamos ante un corpus de control nativo no experto
y
mal seleccionado , de acuerdo con el objetivo de la investigación . En cambio ,
corpus de redacciones de aprendientes de español , fundamentalmente universitarios ,
y
un corpus comparable de textos redactados por nativos universitarios que son , en
en cambio , sí permite examinar la competencia lingüística más allá del error
y
, por lo tanto , rescatar los usos infrarrepresentados en la producción no nativa
infrarrepresentados en la producción no nativa . Así pues , ambos métodos , ACI
y
Análisis de Errores ( asistido o no por ordenador ) se complementan en la tarea
del ACI le aplicamos el doble enfoque descrito más arriba ( L1 vs . L2
y
L2 vs . L2 ) , obtenemos una metodología ideal para comprender mejor los mecanismos
metodología ideal para comprender mejor los mecanismos de adquisición de la L2
y
para diseñar herramientas y métodos de enseñanza más eficaces . Todo ello ha
comprender mejor los mecanismos de adquisición de la L2 y para diseñar herramientas
y
métodos de enseñanza más eficaces . Todo ello ha convertido al ACI en un método
del Corpus Escrito del Español como Segunda Lengua ( CEDEL2 ; Lozano 2009 ; Lozano
y
Mendikoetxea 2013 ) , uno de los más empleados en la investigación de la interlengua
desde los primeros análisis contrastivos – entre la lengua materna del aprendiente
y
la lengua meta – hasta el análisis de la IL – producida de manera natural
grupos numerosos con el mismo perfil6 ; no obstante , el interés de investigadores
y
profesores debiera consistir en conocer los rasgos de la interlengua de un gran grupo
es decir , no solo son aplicables al grupo analizado , por lo que las descripciones
y
explicaciones lingüísticas obtenidas por los investigadores son muy abarcadoras
, pueden asegurarse de que las necesidades cubiertas en el aula son las sentidas
y
compartidas por la mayoría de los aprendientes . Así , es necesario examinar el
los rasgos de la interlengua del español colectivo por medio de varias técnicas
y
procedimientos combinados , como son las relaciones de frecuencias y el test de significatividad
varias técnicas y procedimientos combinados , como son las relaciones de frecuencias
y
el test de significatividad , a los que se suma la aplicación de la metodología
comprendida por producciones de aprendientes de inglés de diversas lenguas maternas
y
producciones de nativos en contextos comparables : 6 El estudio de Fernández ( 1997
de la IL más abarcador que incluye de manera equilibrada el análisis del acierto
y
de todo tipo de desviaciones en la L2 – en relación con la L1 ( error ,
ofrece la posibilidad de conocer los rasgos de la interlengua del español colectivo
y
diagnosticar las posibles necesidades de los HNN , toda vez que , como señala Granger
utilizar significativamente más los conectores discursivos más frecuentes ( pero ,
y
, porque ) puede ser una buena estrategia en los primeros estadios de adquisición
contrastivos se refieren a la divergencia entre las frecuencias en la lengua del aprendiente
y
la lengua nativa con los términos sobreutilización e infrautilización ( del inglés
nativa con los términos sobreutilización e infrautilización ( del inglés overuse
y
underuse ) , terminología muy extendida en el ámbito de los estudios contrastivos
on Computer . Ahora bien , como observan Guo ( 2006 : 175 ) o Hasselgard
y
Johansson ( 2011 : 55 ) , entre otros , la interpretación de estos conceptos
por lo tanto , matizar estos dos conceptos sobregeneralizadores – infrautilización
y
sobreutilización – que no implican necesariamente juicios cualitativos acerca
aprendiente por medio del empleo de los ocho esquemas de relación de frecuencias
y
de la aplicación del test de significatividad Chi - cuadrado9 . La siguiente tabla
establecer qué usos de los analizados son frecuentes y cuáles son infrecuentes en los HN
y
en los HNN ; y , por otro lado , presenta una especificación a partir de los
en la Tabla 1 , es necesario fijar primero los valores de las nociones alta frecuencia
y
baja frecuencia , que aparecen en la columna de la izquierda . Para un corpus
Los tipos de relaciones de frecuencias 2 , 3 , 5 , 6 , 7
y
8 revelan las áreas en las que se producen las desviaciones de frecuencia entre
que se producen las desviaciones de frecuencia entre la lengua nativa o experta ,
y
la no nativa . Aparentemente , los tipos de relaciones de frecuencia 1 y 4
, y la no nativa . Aparentemente , los tipos de relaciones de frecuencia 1
y
4 son de semejanza , pero , como se ha señalado , la semejanza no
utilizan la estructura ditransitiva con una frecuencia del 30 , 6 % , como en
y
los HNN la emplean con una frecuencia del 48 , 4 % , como en
representa un área de madurez comparativa del español del aprendiente ; los esquemas 3
y
el 7 diagnostican mejor los problemas del aprendiente , ya que revelan las áreas
en X y el español del aprendiente se desvía con fuerza de aquel – siempre
y
cuando la divergencia no se deba al tema del texto – ; los esquemas 2
cuando la divergencia no se deba al tema del texto – ; los esquemas 2
y
8 también suponen un buen diagnóstico del español colectivo , ya que los rasgos
ya que los rasgos de alta frecuencia presentes en los HNN representan lo popular
y
homogéneo del español colectivo de los HNN ( Guo 2006 : 178 - 179 )
que esta perspectiva de interpretación de la relación entre las frecuencias alta
y
baja permite describir el español colectivo de los HNN con mayor detalle frente
si las diferencias son estadísticamente significativas ; así lo señalan McEnery
y
Hardie ( 2012 : 51 ) : De este modo , se debe aplicar siempre
necesariamente dominio , pues la lengua del aprendiente está cargada de rasgos problemáticos
y
expresiones artificiales . En palabras de Guo ( 2006 : 183 - 84 ) .
fijar algún tipo de norma prescriptiva a partir de la cual analizar la interlengua
y
poder determinar , de esta manera , la adecuación de las muestras lingüísticas
propuesto por Corder ( 1971 ) , que consiste en identificar , describir , clasificar
y
explicar los errores , si bien la metodología del Análisis de Errores asistido
ordenador conlleva también una etiquetación del error de acuerdo con su descripción
y
explicación ; la propuesta taxonómica del error se suele configurar una vez que
taxonómica del error se suele configurar una vez que los errores son recopilados ,
y
no antes , para no influir en el análisis con los tipos de errores que
nos permite conocer con rigor los rasgos de la interlengua del español colectivo
y
diagnosticar las necesidades de los HNN . Y ello se consigue por medio de la
los HNN . Y ello se consigue por medio de la aplicación de varias técnicas
y
procedimientos combinados – los cuales se complementan entre sí – , a saber
de las concordancias en el corpus no nativo , que da cuenta de los aciertos
y
errores por medio de un examen realizado a partir de una tipología del error que
tipología del error que debe aspirar a ser consistente , informativa , flexible
y
reusable ( cualidades destacadas por Granger 2003 ) , y que permite identificar ,
destacadas por Granger 2003 ) , y que permite identificar , localizar , describir
y
explicar los errores ( basada en el tratamiento del error propuesto por Corder 1971
tratamiento del error propuesto por Corder 1971 ) . 15 En Sánchez Rufat
y
Jiménez Calderón ( 2013 ) se discute en profundidad la cuestión de la norma en
la norma en los análisis de la interlengua . Con un conocimiento de los errores
y
aciertos , y de las semejanzas y diferencias de uso entre el español de los
los análisis de la interlengua . Con un conocimiento de los errores y aciertos ,
y
de las semejanzas y diferencias de uso entre el español de los HN y el
interlengua . Con un conocimiento de los errores y aciertos , y de las semejanzas
y
diferencias de uso entre el español de los HN y el de los HNN ,
, y de las semejanzas y diferencias de uso entre el español de los HN
y
el de los HNN , podemos comprender y describir mejor el estadio de interlengua en
uso entre el español de los HN y el de los HNN , podemos comprender
y
describir mejor el estadio de interlengua en el que se encuentran los HNN , y
y describir mejor el estadio de interlengua en el que se encuentran los HNN ,
y
diagnosticar sus necesidades . 3 . La función evaluativa La segunda de las funciones
evaluativa , que permite encontrar indicadores de una actuación de nivel de dominio alto
y
bajo en el español colectivo ( Guo 2006 : 231 ) . El hecho de
utilicen significativamente menos los elementos poco frecuentes entre los HN ( siempre
y
cuando estos usos nativos no se correspondan con usos individuales ) parece reflejar
su nivel será más bajo – reflejaría un español menos amplio en la escritura
y
, por lo tanto , menos expresivo – que el de aquellos grupos que sí los producen
Parece improbable que aquellos que no usan o no usan bien estos elementos comunes
y
frecuentes entre los HN obtuvieran una puntuación alta en la calificación del escrito
no tengan necesariamente un dominio alto . Para poder contrastar estas intuiciones
y
, por tanto , aceptar esta función evaluativa del ACI , convendría calificar o
en cuestión – para lo cual intervienen múltiples factores , como la coherencia
y
la cohesión , la precisión y amplitud léxicas , el conocimiento ortográfico ,
intervienen múltiples factores , como la coherencia y la cohesión , la precisión
y
amplitud léxicas , el conocimiento ortográfico , gramatical , pragmático y sociolingüístico
precisión y amplitud léxicas , el conocimiento ortográfico , gramatical , pragmático
y
sociolingüístico , entre otros – se comprueba que existe una correlación entre
correlación entre el uso adecuado de elementos usados por los HN con una frecuencia baja
y
el nivel general del texto , o entre el uso inadecuado de elementos usados con
o entre el uso inadecuado de elementos usados con una frecuencia alta por los HN
y
el nivel general del texto , podría hablarse de una importante aportación al ámbito
el CEDEL2 , revela que los HNN de nivel avanzado utilizan significativamente menos
y
en menor variedad que los HN ( 12 , 2 % frente a 3 ,
( 12 , 2 % frente a 3 , 7 % ) ciertas construcciones pronominales
y
preposicionales en las que participa este verbo , como las siguientes : darse + SN
siguientes : darse + SN , con el significado de ; dar por + infinitivo
y
adjetivo , dar con + SN y dar a + infinitivo con el sentido de
el significado de ; dar por + infinitivo y adjetivo , dar con + SN
y
dar a + infinitivo con el sentido de . Estas diferencias en la frecuencia de
en el contexto de un nivel avanzado , ocurriría que de un análisis cuantitativo
y
cualitativo de los datos por medio del ACI se pueden obtener indicadores de nivel
los datos por medio del ACI se pueden obtener indicadores de nivel de dominio alto
y
bajo . En suma , mientras que la función diagnóstica del corpus de aprendientes
es , más bien , implícita o potencial . Dominar el uso de las estructuras
y
elementos que son frecuentes entre los nativos hará que la producción no nativa
de “ Enseñabilidad ” ( del inglés Teachability Hypothesis ; véase Pienemann
y
Kessler 2012 ) , el desarrollo del aprendizaje de muchas estructuras de la lengua
estas funciones , los HNN también pueden conocer los problemas que tienen como grupo
y
como aprendientes individuales , lo que les ofrece la posibilidad de atajarlos .
de lengua natural , como son los corpus escritos CEDEL2 , CORANE ( Cestero Mancera
y
Penadés 2009 [ creado en 2001 ] ) o CAES ( Instituto Cervantes 2014 )
( Mitchell et al . 2008 ) o CORELE ( Campillos Llanos 2014 ) ;
y
el oral y escrito LANGSNAP ( Tracy - Ventura et al . 2013 ) .
al . 2008 ) o CORELE ( Campillos Llanos 2014 ) ; y el oral
y
escrito LANGSNAP ( Tracy - Ventura et al . 2013 ) . A pesar de
Sánchez Rufat ( 2015 ) o Lozano ( 2015 ) han destacado las limitaciones teóricas
y
metodológicas de estas primeras investigaciones y de los corpus en sí mismos .
destacado las limitaciones teóricas y metodológicas de estas primeras investigaciones
y
de los corpus en sí mismos . Más esfuerzos deben ir encaminados en esta dirección
en este trabajo que el éxito de la investigación en ASL depende de la validez
y
fiabilidad de los procedimientos de obtención y análisis de datos , por lo que
investigación en ASL depende de la validez y fiabilidad de los procedimientos de obtención
y
análisis de datos , por lo que hemos de asegurarnos de que los corpus de
de combinar un buen diseño ( Sinclair 2005 ) , buenas herramientas de búsqueda
y
anotaciones ; de lo contrario , no será posible explorar todas las preguntas de
preguntas de investigación imaginables ni tampoco beneficiarse del potencial descriptivo
y
, sobre todo , explicativo de las dos funciones analizadas y propuestas en este trabajo
potencial descriptivo y , sobre todo , explicativo de las dos funciones analizadas
y
propuestas en este trabajo para los estudios de interlengua de español . Un corpus
. LA APLICACIÓN DE LA GRAMÁTICA EN EL AULA . RECURSOS DIDÁCTICOS CLÁSICOS
Y
MODERNOS PARA LA ENSEÑANZA DE LA GRAMÁTICA RESUMEN En este trabajo introducimos
en Bosque ( 2015b ) , a la que añadimos algunos tipos nuevos . Unos
y
otros se comparan aquí con los ejercicios que resultan más habituales en los libros
ejercicios que resultan más habituales en los libros de texto de lengua castellana
y
catalana en España , así como con los que suelen proponerse en los exámenes de
desarrollan la capacidad de los estudiantes para observar , argumentar , reflexionar
y
, en definitiva , comprender las estructuras gramaticales . Por el contrario , los
los que poseen mayor tradición en nuestras aulas ( especialmente los de etiquetado
y
los de amplificación ) son los que menos favorecen esas capacidades . En el trabajo
años lo siguiente : « Claro que , luego , uno se pregunta : ¿
y
para qué sirve la lengua ? ¿ Para qué necesitan saber tantos requilorios gramaticales
qué sirve la lengua ? ¿ Para qué necesitan saber tantos requilorios gramaticales
y
semiológicos nuestros jóvenes ? Porque el objetivo prioritario de esa materia debería
Porque el objetivo prioritario de esa materia debería ser el de aprender a leer
y
a escribir ( y , consecuentemente , a pensar ) como Dios manda , y
prioritario de esa materia debería ser el de aprender a leer y a escribir (
y
, consecuentemente , a pensar ) como Dios manda , y el estudio técnico de
y a escribir ( y , consecuentemente , a pensar ) como Dios manda ,
y
el estudio técnico de la lengua , mientras no se demuestre otra cosa , únicamente
de que , fuera de algunos rudimentos teóricos , la gramática se aprende leyendo
y
escribiendo , y de que quien llegue , por ejemplo , a leer bien una página
de algunos rudimentos teóricos , la gramática se aprende leyendo y escribiendo ,
y
de que quien llegue , por ejemplo , a leer bien una página , entonando bien
quien llegue , por ejemplo , a leer bien una página , entonando bien las oraciones
y
desentrañando con la voz el contenido y la música del idioma , ése sabe sintaxis
una página , entonando bien las oraciones y desentrañando con la voz el contenido
y
la música del idioma , ése sabe sintaxis » . [ El gramático a palos
una idea generalizada sobre el estudio de la gramática en los cursos de Secundaria
y
Bachillerato : una actividad aburrida , inútil y complicada . Seguramente , los
gramática en los cursos de Secundaria y Bachillerato : una actividad aburrida , inútil
y
complicada . Seguramente , los motivos que suscitaron ese comentario son diversos
Castro de manera sumamente gráfica : « La gramática no sirve para enseñar a hablar
y
escribir correctamente la lengua propia , lo mismo que el estudio de la fisiología
escribir correctamente la lengua propia , lo mismo que el estudio de la fisiología
y
de la acústica no enseñan a bailar , o que la mecánica no enseña a
que esconde . Nadie duda de que es necesario enseñar a los estudiantes a hablar
y
escribir con fluidez , a distinguir matices léxicos , a redactar textos articulados
transmitir a los estudiantes ese conocimiento práctico , llamado a menudo instrumental ,
y
ese otro conocimiento — elemental y simplificado , si se quiere — del sistema
práctico , llamado a menudo instrumental , y ese otro conocimiento — elemental
y
simplificado , si se quiere — del sistema interiorizado que suponemos que todos
nos parece relevante es , simplemente : « ¿ Por qué debemos elegir entre uno
y
otro ? » . En nuestra opinión , es posible replicar a las actitudes antigramaticales
el que es capaz de " leer bien una página , entonando bien las oraciones
y
desentrañando con la voz el contenido y la música del idioma " . Nos sorprende
una página , entonando bien las oraciones y desentrañando con la voz el contenido
y
la música del idioma " . Nos sorprende sobremanera que esta inusitada afirmación
Conoce verdaderamente sus pulmones el que abre su balcón , inspira profundamente
y
es capaz de llenarlos con el aire fresco de la mañana " . El antigramaticalismo
antigramaticalismo pone de manifiesto una extraña oposición entre conocimiento
y
conducta ( o , quizá , entre competencia y actuación , por usar otro binomio
extraña oposición entre conocimiento y conducta ( o , quizá , entre competencia
y
actuación , por usar otro binomio conocido en el ámbito de la lingüística ) .
ellas , las técnicas para moverse por el mundo o para sobrevivir en él )
y
la conveniencia de conocer en alguna medida el mundo mismo en el que queremos sobrevivir
conocimientos les permiten mejorar su higiene personal , reconocer setas venenosas
y
cuidar a su perro . Castro no se muestra en contra de la ciencia ni
perro . Castro no se muestra en contra de la ciencia ni de su fomento
y
su transmisión en esa cita . Pero , en cambio , da a entender en ella
sobre la relación que existe entre el sistema lingüístico interiorizado que poseen
y
el mundo que han de designar con él . En este trabajo queremos sugerir que
en bicicleta — tal como defendemos aquí — , los conceptos de ' ejercicio '
y
de ' ejerci - tación ' cambian de forma radical . Los ejercicios seguirán teniendo
adquirir habilidades , sino más bien estrategias dirigidas a mejorar la comprensión
y
el análisis del idioma . Los ejercicios siguen siendo necesarios , pero han de diseñarse
propiedades del sistema interiorizado con el que damos forma a nuestros pensamientos
y
con el que comunicamos nuestras intenciones , nuestros sentimientos o nuestras experiencias
intenciones , nuestros sentimientos o nuestras experiencias . Si pensamos así , el baile
y
la bicicleta dejarán de constituir metáforas válidas o — con mayor razón aún
análisis lexicográficos o gramaticales exhaustivos . Algunos manuales de Secundaria
y
Bachillerato ya contienen ejercicios de este tipo . Los estudiantes deben identificar
distintas ( por ejemplo , entre con que , conque o con qué ; entre tampoco
y
tan poco ; entre haber y a ver ; entre hay , ay o ahí
que , conque o con qué ; entre tampoco y tan poco ; entre haber
y
a ver ; entre hay , ay o ahí ; entre porque , porqué ,
vocabulario , de agrupación de palabras en clases semánticas diversas , o de comprensión
y
diferenciación de significados . En otros manuales se proponen análisis de oraciones
. . etc . Se dirá tal vez que , si a estas prácticas —
y
otras parecidas fácilmente imaginables — añadimos los numerosos ejercicios posibles
suficientes para " enseñar lengua " . No estamos seguros de si Castro , Landero
y
otros antigramaticalistas ( casi todos , buenos lectores ) entenderían que la información
la lectura . Podrían tal vez replicar que se aprende lengua leyendo , escribiendo
y
hablando , de la misma forma que se aprende a jugar al fútbol jugando al
haya resuelto otros muchos análogos en su vida , sino más bien porque la lectura
y
la escritura han ido moldeando progresivamente su conciencia lingüística . Pero
Sería demasiado burdo aducir que los ejercicios dirigidos a mejorar el manejo ágil
y
fluido del idioma son análogos a los que se practican en las escuelas de baile
conjuntos de hábitos que los hablantes deben practicar o de normas que hayan de conocer
y
aplicar . A todo ello debe añadirse que el conocimiento elemental de las unidades
ya que los valores estéticos se suelen potenciar de forma adecuada en Secundaria
y
Bachillerato ) , pero también para etiquetar , clasificar , comentar y amplificar
Secundaria y Bachillerato ) , pero también para etiquetar , clasificar , comentar
y
amplificar . Por el contrario , no hemos sido educados en la misma medida en otras
Por el contrario , no hemos sido educados en la misma medida en otras actitudes , competencias
y
capacidades , de forma que tampoco las transmitimos a nuestros estudiantes : 1 )
las transmitimos a nuestros estudiantes : 1 ) No los acostumbramos a simplificar
y
a generalizar . No solemos insistir en la necesidad de aislar lo esencial dentro
No solemos insistir en la necesidad de aislar lo esencial dentro de lo complejo ,
y
tampoco en la de detectar redundancias en los análisis o en las generalizaciones
etc . ) . 4 ) No les enseñamos a experimentar , ni a diseñar
y
valorar experimentos . 5 ) No les insistimos en la necesidad de que sugieran o
las aulas . Se trata de un frecuente " brindis al sol " que hemos detectado una
y
otra vez entre ciertos profesionales . Incluso si algunos aceptaran la necesidad
la idea de que su desarrollo en el aula exige cambios importantes en la formación
y
actualización del profesorado , ninguno de los cuales es inmediato ni automático
literatura , y de ahí pasaron a la de la lengua ( cf . Lázaro
y
Correa , 1977 ; Marcos Marín , 1981 ; Ariza , Garrido y Torres ,
. Lázaro y Correa , 1977 ; Marcos Marín , 1981 ; Ariza , Garrido
y
Torres , 1985 ; Díez Pacheco y Cruz Martínez , 1987 ; Cassany , Luna
Marcos Marín , 1981 ; Ariza , Garrido y Torres , 1985 ; Díez Pacheco
y
Cruz Martínez , 1987 ; Cassany , Luna y Sanz , 1994 ; Blanco Egido
Torres , 1985 ; Díez Pacheco y Cruz Martínez , 1987 ; Cassany , Luna
y
Sanz , 1994 ; Blanco Egido , 1997 ; entre muchísimos más ) . No
en suma , aquello que queremos hacer encajar en un sistema restrictivo de unidades
y
de relaciones que en alguna medida pretendemos comprender . La estrategia que se
, con todas las reservas que se desee añadir sobre el nivel de los conocimientos
y
la dificultad progresiva de las tareas asignadas . Se argumenta a veces que el comentario
existencia de diferencias tan marcadas como éstas entre la enseñanza de la lengua
y
la de la literatura . b ) Salvo en casos extraordinarios , los comentarios están
: " ¿ Qué sucederá si anteponemos al nombre este adjetivo pospuesto ? ; ¿
y
si cambiamos este indicativo por un subjuntivo ? ; ¿ y este determinante por este
pospuesto ? ; ¿ y si cambiamos este indicativo por un subjuntivo ? ; ¿
y
este determinante por este otro ? " . Casi nadie pone hoy en duda que
más repetido de " ejercicio de respuesta rápida " sea el etiquetado de categorías
y
funciones . El alumno de Secundaria y Bachillerato llega a la conclusión de que
rápida " sea el etiquetado de categorías y funciones . El alumno de Secundaria
y
Bachillerato llega a la conclusión de que , si ha identificado un segmento de ambas
expreso encabezadas por adverbios relativos parecen ser , simultáneamente , relativas
y
adverbiales , sin que este solapamiento plantee , al parecer , problema didáctico
este solapamiento plantee , al parecer , problema didáctico alguno ( en Brucart
y
Gallego , 2009 , se alude a éste y a otros problemas del concepto mismo
problema didáctico alguno ( en Brucart y Gallego , 2009 , se alude a éste
y
a otros problemas del concepto mismo de ' oración subordinada adverbial ' ) . b
c ) En tercer lugar , se fuerza en las aulas la correspondencia entre categorías
y
funciones , de manera tal que a cualquiera de las primeras haya de corresponder siempre
nunca algo semejante parece , de nuevo , un hecho irrelevante para los alumnos ,
y
a veces también para sus profesores . d ) La última reflexión es de carácter
disciplina . Es también un estadio que presenta cierto grado de arbitrariedad ,
y
sabemos que puede estar sujeto a modas y a otras posibles convenciones , aun cuando
presenta cierto grado de arbitrariedad , y sabemos que puede estar sujeto a modas
y
a otras posibles convenciones , aun cuando todos reconocemos que es necesario alcanzar
estadio terminológico nos proporciona los nombres de los materiales de construcción
y
las partes de los edificios [ . . . ] Me interesa mucho resaltar que
extensos por secuencias muy breves ( una oración simple , incluso un solo sintagma )
y
hacer que los estudiantes perciban aspectos de ellas que no resultan evidentes a
reciba el nombre que reciba , el fenómeno revela un desajuste aparente de forma
y
significado que los estudiantes de Bachillerato pueden comprender perfectamente sin
didácticos adecuados . No podrá , en cambio , ser desestimado o pasado por alto ,
y
mucho menos ser sustituido por esos mismos moldes . 3 . 4 . Ejercicios de
pueden proponer ejemplos como los libros que más se leen hoy . Una forma ágil
y
productiva de realizar estos ejercicios en el aula ( inaplicable en los libros )
inaplicable en los libros ) consiste en escribir en la pizarra las condiciones requeridas
y
pedir a los estudiantes que escriban en un papel la frase que las cumpla .
. El que ha terminado levanta la mano ; el profesor se acerca a examinarla
y
le dice ( sin más explicaciones , por el momento ) si su ejemplo encaja
) si su ejemplo encaja o no en lo que se pide . En uno
y
otro caso , los demás estudiantes siguen pensando durante el tiempo que el profesor
reaccionar de forma inmediata ante los ejemplos propuestos por los estudiantes ,
y
explicar por qué encajan o no encajan en la pauta solicitada . Como sucedía en
Consisten en contener la tendencia irrefrenable a la que nos acabamos de referir
y
reaccionar de este otro modo : « Si dejamos esta secuencia anómala como está ,
los nombres tónicos correspondientes , con los que concuerdan en género , número
y
caso " . Somos conscientes de que los ejercicios del tipo 3 . 5 son
que pongan al redactarlas será un esfuerzo puesto en ordenar factores gramaticales
y
en valorar su pertinencia ; en definitiva , será un esfuerzo por comprender . 3
( 2015b ) se dividen en dos grupos : en el primero , dos secuencias sencillas
y
gramaticales se diferencian en un solo factor , que el estudiante debe analizar .
inducen el subjuntivo en las oraciones de relativo : necesitar , querer , buscar
y
muy pocos más . Una de las principales ventajas didácticas de los ejercicios de
atributos locativos se coordinan fácilmente con otros que no lo son ( estoy en casa
y
aburrida ) . También como en los casos anteriores , los ejercicios del tipo 3
) ninguna de las dos cosas ? Elige una de las tres opciones , defiéndela
y
critica las otras dos " . 4 . conclusiones Los ejercicios de gramática que hemos
considerar : el grado de dificultad que puedan mostrar y que el profesor deberá prever
y
graduar ; el hecho de pedir a los alumnos que los resuelvan individualmente o que
concebidos , en efecto , para que el estudiante aprenda a experimentar ; a argumentar
y
a valorar argumentos e hipótesis ; a generalizar y a valorar las generalizaciones
a experimentar ; a argumentar y a valorar argumentos e hipótesis ; a generalizar
y
a valorar las generalizaciones de los demás ; a detectar redundancias , contradicciones
insuficiencias ; a percibir la forma en que las palabras se apoyan unas a otras
y
crean estructuras complejas construidas a partir de otras más simples ; a advertir
suele perderse el tiempo antes de hacer o decir lo que es obvio , fácil
y
sencillo " . A diferencia tal vez de Luis Landero , y de los que
obvio , fácil y sencillo " . A diferencia tal vez de Luis Landero ,
y
de los que suscriben o suscribían la forma de pensar que traslucía el artículo
artículo al que hemos aludido , nosotros no creemos que las estrategias , competencias
y
actitudes que hemos repasado aquí brevemente constituyan requilorios . Entendemos
fundamento mismo de la educación . El objetivo de aprender algo sobre la estructura
y
el funcionamiento de la propia lengua no puede reducirse al de expresarse en ella
literarias que en ella se escriben . Tampoco el aprender algo sobre la estructura
y
el funcionamiento del propio organismo equivale a memorizar normas de higiene , ni
espíritu científico desde hace siglos , y se caracteriza por algo tan simple ,
y
a la vez tan complejo , como aspirar a su comprensión . Dicha actitud se
comprensión . Dicha actitud se fundamenta en estrategias inquisitivas , experimentales
y
argumentativas que caracterizan el devenir de la ciencia desde casi sus inicios y
años , la actividad de los profesores de ciencias en todos los centros de Secundaria
y
Bachillerato . No es ninguna novedad que para algunos el lenguaje es sobre todo un
enseñanza de la gramática en las aulas pierda la condición de actividad rutinaria
y
escasamente estimulante que actualmente tiene , es esencial que el profesorado tome
actualmente tiene , es esencial que el profesorado tome conciencia de que su formación
y
su actualización han de ser previas a la adaptación y a la transmisión de lo
conciencia de que su formación y su actualización han de ser previas a la adaptación
y
a la transmisión de lo aprendido . Reconocemos sin tapujos que ésa puede ser una
inmediata . Lo cierto , sin embargo , es que , sin esos cambios de formación
y
puesta al día , las aplicaciones didácticas que se hagan de tal actitud resultarán
Entre otras muchas referencias , podemos señalar Zayas ( 1996 ) , González Nieto
y
Zayas ( 2008 ) o Zayas ( 2014 ) . No es tan frecuente ,
entre ellas Socrative [ http : / / www . socrative . com / ]
y
Kahoot [ https : / / getkahoot . com / ] . También pueden encontrarse
ejercicios interactivos en webs como http : / / www . materialesdelengua . org /
y
muchas otras . La aproximación a la práctica gramatical que defendemos aquí coincide
, 2015a , b ) . Véase también Brucart ( 2000 , 2011 ) ,
y
Brucart y Gallego ( 2009 ) . El hecho de que los dos autores de
, b ) . Véase también Brucart ( 2000 , 2011 ) , y Brucart
y
Gallego ( 2009 ) . El hecho de que los dos autores de este artículo
sugiere , por el contrario , que la investigación gramatical moderna proporciona ideas
y
herramientas que , convenientemente adaptadas y simplificadas , podrían desempeñar
gramatical moderna proporciona ideas y herramientas que , convenientemente adaptadas
y
simplificadas , podrían desempeñar algún papel en la renovación de la enseñanza
esas herramientas se exponen ( sin adaptar al alumnado de esos niveles ) en Bosque
y
Gutiérrez - Rexach ( 2009 ) y en Gallego ( 2015 ) . Todo ello
al alumnado de esos niveles ) en Bosque y Gutiérrez - Rexach ( 2009 )
y
en Gallego ( 2015 ) . Todo ello es compatible con el hecho de que
versión previa . Este trabajo se ha beneficiado de ayudas del Ministerio de Economía
y
Competitividad ( FFI2014 - 56968 - C4 - 2 - P ) , la Generalitat
- 2 - P ) , la Generalitat de Catalunya ( 2014SGR - 1013 )
y
la Universidad Complutense ( UCM - 930590 ) . Cualquier tipo de error que pueda
aplicados a la enseñanza de la escritura Resumen La enseñanza de la teoría temática
y
la noción de selección léxica puede ayudar a los estudiantes de educación secundaria
noción de selección léxica puede ayudar a los estudiantes de educación secundaria
y
universitaria a adquirir mayor conciencia de la estructura del léxico de la lengua
universitaria a adquirir mayor conciencia de la estructura del léxico de la lengua
y
, por tanto , a redactar correctamente . Partiendo de estas consideraciones , en
argumentos que toma el predicado ( * la víctima se trataba de un joven )
y
errores relacionados con las restricciones de selección ( * obtener masa muscular
parte de la gramática que en el modelo generativo se denomina teoría temática
y
, en particular , con la estructura argumental de los predicados . A partir del
, que la enseñanza explícita en la clase de lengua de la noción de predicado
y
estructura argumental puede ayudar a solucionar los errores relacionados con la selección
que toma un predicado . La reflexión consciente del estudiante sobre los verbos
y
la idea de que los predicados exigen , en función de su significado , un
pensamos que las clases de lengua deben incluir contenidos de gramática explícita
y
el tipo de gramática que creemos que se debe enseñar , basada en la relación
que creemos que se debe enseñar , basada en la relación sistemática entre forma
y
significado . En el apartado 3 introduciremos ciertas nociones gramaticales de la
nociones gramaticales de la teoría temática que articulan la relación entre forma
y
significado : los conceptos de predicado y argumento , de estructura argumental y
que articulan la relación entre forma y significado : los conceptos de predicado
y
argumento , de estructura argumental y de selección semántica , y veremos de qué
y significado : los conceptos de predicado y argumento , de estructura argumental
y
de selección semántica , y veremos de qué modo puede repercutir el aprendizaje
los alumnos . En el apartado 5 discutiremos las posibles causas de estos errores
y
plantearemos alguna consideración para corregirlos . En las conclusiones exploraremos
preuniversitaria es recurrente tanto entre los estudiosos de la didáctica de la lengua ( Camps
y
Zayas 2006 , Ribas Seix 2010 , Rodríguez Gonzalo 2011 ) como entre los gramáticos
Ribas Seix 2010 , Rodríguez Gonzalo 2011 ) como entre los gramáticos ( Escandell
y
Leonetti 2011 , Brucart 2014 , Bosque y Gallego en prensa ) . En la
) como entre los gramáticos ( Escandell y Leonetti 2011 , Brucart 2014 , Bosque
y
Gallego en prensa ) . En la línea de las propuestas de GrOC ( Gramática
de Bosque ( 2016 ) , si se analiza una secuencia como de manera mecánica
y
poco reflexiva , señalando categorías y funciones y sin ir más allá , llegaríamos
una secuencia como de manera mecánica y poco reflexiva , señalando categorías
y
funciones y sin ir más allá , llegaríamos al resultado de ( 1 ) , donde encontramos
secuencia como de manera mecánica y poco reflexiva , señalando categorías y funciones
y
sin ir más allá , llegaríamos al resultado de ( 1 ) , donde encontramos una oración
) con un sintagma nominal ( SN ) como sujeto , que está elidido ,
y
un sintagma verbal ( SV ) como predicado . Este contiene un sintagma adjetivo (
predicado . Este contiene un sintagma adjetivo ( SA ) que funciona como atributo
y
un sintagma preposicional ( SP ) que funciona como complemento circunstancial de
sintagma denota un lugar , la pregunta adecuada en este contexto sería ( 2a )
y
no ( 2b ) : Como es sabido , la preposición , además de su
por ejemplo , sustituir instituciones por personas ( Todo el hospital come en este
y
nombres de instituciones por el tiempo que se está en ellas , como ocurre en
dos en la Universitat Autònoma de Barcelona , uno en la Universidad de Barcelona
y
otro en la Universidad de Castilla - La Mancha . 2 En palabras de Bosque
otro en la Universidad de Castilla - La Mancha . 2 En palabras de Bosque
y
Gutiérrez - Rexach ( 2009 : 11 ) , “ la sintaxis es la parte
la parte de la gramática que estudia la forma en que se combinan las palabras
y
los significados a los que dan lugar estas combinaciones ” . Esta manera de “
Esta manera de “ mirar ” las oraciones se basa en la relación entre forma
y
significado . Con un análisis de este tipo , se reflexiona sobre la clase de
, se reflexiona sobre la clase de término que lleva una preposición ( adverbios
y
de qué tipo , sintagmas nominales , tipos de sustantivos ) pero también sobre la
sintagmas nominales , tipos de sustantivos ) pero también sobre la relación entre forma
y
significado , sobre lo que quiere decir la preposición desde , la denotación de
lingüística como las competencias generales , pues el manejo de los datos — gramaticales
y
agramaticales — , la elaboración de preguntas , la sustitución de unos sintagmas
de unos sintagmas por otros , etc . , exige reflexión , análisis de datos
y
elaboración de generalizaciones . Veremos a lo largo de este trabajo que el hecho
. Veremos a lo largo de este trabajo que el hecho de que los profesores
y
estudiantes conozcan ciertas nociones básicas de la teoría temática , como los
ciertas nociones básicas de la teoría temática , como los conceptos de predicado
y
argumento o de selección semántica , encaja en un enfoque de la gramática basada
estos conocimientos teóricos pueden ayudar a mejorar la práctica de la escritura
y
, en particular , los problemas relacionados con el léxico . 3 . La
particular , los problemas relacionados con el léxico . 3 . La teoría temática
y
la enseñanza de la escritura En este apartado presentaremos algunas nociones sobre
escritura de los estudiantes . En concreto , repasaremos las nociones de predicado
y
argumento , y el concepto de selección léxica . Por último , haremos una rápida
los estudiantes . En concreto , repasaremos las nociones de predicado y argumento ,
y
el concepto de selección léxica . Por último , haremos una rápida reflexión
particular , la aplicación que tienen estos conceptos para comprender , analizar
y
evitar ciertos errores frecuentes de redacción , como veremos en el apartado 4 .
4 . 3 . 1 . Nociones básicas de la teoría temática : predicado
y
argumento La estructura argumental es el conjunto de argumentos que un predicado
guion ” de un verbo como comer incluye dos personajes , la persona que come
y
aquello que se come ; por tanto , este verbo se combinará al menos con dos
de argumentos que seleccionan , de la manera siguiente : Como se señala en Bosque
y
Gutiérrez - Rexach ( 2009 : 260 ) o Mateu ( 2016 : 112 )
argumental se suele ejemplificar con verbos , la noción de predicado es transcategorial
y
ciertos adjetivos y nombres también tienen estructura argumental . Muchos son nombres
ejemplificar con verbos , la noción de predicado es transcategorial y ciertos adjetivos
y
nombres también tienen estructura argumental . Muchos son nombres deverbales que
provienen , como traducción , que selecciona dos argumentos , aquello que se traduce
y
la persona que traduce ( la traducción del libro de Javier López ) , o
, procedente del verbo desear , que exige también dos argumentos , el que desea
y
lo que se desea . Los adjetivos orgulloso o contento también son predicados bivalentes
bivalentes cuyos argumentos se corresponden con aquel que está orgulloso o contento
y
aquello de lo que se está orgulloso o por lo que se está contento .
adjuntos . Prácticamente cualquier acción o proceso se puede localizar en el espacio
y
en el tiempo , por lo que casi a cualquier verbo se le puede añadir
señalar que la explicación en las aulas de los rudimentos de la teoría temática
y
la estructura argumental se puede abordar desde la intuición de los hablantes sobre
exige un predicado se convierte en una reflexión sobre el significado del predicado
y
también sobre la forma que va a tomar una oración . Por ello , pararse a
predicados que seleccionan cuatro argumentos , como el ejemplo que ofrecen Bosque
y
Gutiérrez - Rexach ( 2009 ) de comprar : ‘ alguien compra algo a alguien
Como se señala en Mateu ( 2016 : 113 ) , la distinción entre predicado
y
argumento no es meramente conceptual , sino que forma parte de la sintaxis , en
esta diferencia tiene repercusión en las propiedades sintácticas de argumentos
y
adjuntos . Por ejemplo , los adjuntos se comportan como islas sintácticas de las
. Así se explicaría el contraste entre la calle de la quei vivíamos cerca hi
y
. En los ejemplos anteriores , la letra h representa la huella del complemento de
. Lo mismo ocurre con la relación semántica que se establece entre un adverbio
y
los verbos a los que modifica5 . Como se señala en Bosque ( 2004 :
predicado en cuestión . Es decir , un predicado selecciona unos “ conceptos ”
y
rechaza otros por su significado . 5 Los adverbios se consideran también predicados
baúl , esto es , sustantivos como cosa o persona , verbos como hacer o tener
y
adjetivos como interesante tienen precisamente la característica de no poder entrar
) . El hecho de que en la escritura de nuestros alumnos abunden los predicados
y
argumentos vacíos de significado podría reflejar , a nuestro entender , un problema
extensional ” ; esto es , el significado se obtendría , en parte , al escuchar
y
emplear una palabra en diversos contextos . Aunque quizá exista un concepto previamente
Una primera capa más superficial del significado es la relación entre predicados
y
argumentos , en el sentido de que una vez que se reflexiona sobre un predicado
estudiantes no tengan acceso a todas las relaciones de selección entre predicados
y
argumentos , por lo que este tipo de errores en la redacción resultan mucho más
) . Observando la realidad , se pueden deducir las listas de ( 6a )
y
( 7a ) para los dos verbos anteriores , y , por ejemplo , el conjunto
clave es si el conocimiento que nos permite elaborar las listas de ( 6b )
y
( 7b ) es lingüístico o extralingüístico y , en el primer caso , si
análisis del idioma , que no son listas indefinidas sino que se pueden restringir
y
caracterizar semánticamente , que no se deducen directamente del significado de
clase de lengua en las aulas no universitarias se centra en el etiquetaje de formas
y
funciones , y no suele atender a la parte del significado de las palabras que
a la construcción de la oración o que se explique la relación entre la forma
y
el significado de los argumentos de un predicado . Por ejemplo , no se encuentran
este apartado hemos presentado conceptos centrales en la relación entre el léxico
y
la sintaxis , como la noción de predicado y argumento o la selección semántica
en la relación entre el léxico y la sintaxis , como la noción de predicado
y
argumento o la selección semántica , y otras nociones relacionadas con el léxico
sintaxis , como la noción de predicado y argumento o la selección semántica ,
y
otras nociones relacionadas con el léxico como el sentido figurado de las palabras
contiene definiciones , sino las combinaciones de una palabra que son frecuentes
y
naturales para los hablantes nativos . Los ejemplos que vamos a analizar están tomados
tareas que realizan los alumnos en la asignatura de Técnicas de Expresión Oral
y
Escrita en Español . En total son un centenar de redacciones que versan sobre la
primer cuatrimestre , por lo que los estudiantes acaban de terminar el Bachillerato
y
los errores que hemos observado son también frecuentes en la educación no universitaria
: el SP a la que realmente merecíamos es , en realidad , complemento de superior
y
no de pasar . El ejemplo corregido , al que hemos añadido el complemento ,
complemento vacío no se puede recuperar gramaticalmente . Es cierto que el contexto
y
nuestro conocimiento del mundo permiten interpretar que el argumento de buscar será
través de estructuras gramaticales con la partícula se ( en las pasivas reflejas
y
en las oraciones impersonales con se ) permite relacionar la teoría gramatical con
oraciones impersonales con se ) permite relacionar la teoría gramatical con el uso
y
con cuestiones relacionadas con la construcción de textos , como la objetividad
con cuestiones relacionadas con la construcción de textos , como la objetividad
y
subjetividad del texto o las intenciones del autor al eliminar el agente ( sobre
reflexión , a la hora de construir una oración , sobre la función del predicado
y
los elementos que este requiere desde el punto de vista semántico . La explicación
semántico . La explicación en las aulas de las nociones básicas de la teoría temática
y
la conciencia de que los predicados requieren semánticamente cierto número de argumentos
reflexionar sobre cuándo se elimina un argumento ( por ejemplo , en una pasiva )
y
por qué . 4 . 2 . La selección semántica Nos vamos a detener , a continuación
selección . Estas relaciones son , como señalábamos más arriba , más sutiles
y
difíciles de detectar y explicar . En estos casos no es el número de argumentos
relaciones son , como señalábamos más arriba , más sutiles y difíciles de detectar
y
explicar . En estos casos no es el número de argumentos lo que provoca el
lo que provoca el problema , sino el desajuste entre el significado del predicado
y
el significado de los argumentos . Para detectar el tipo de anomalía que presentan
segundo sustantivo es en cierto sentido el núcleo de la construcción nominal ) , tal
y
como se muestra en la entrada del PRÁCTICO reproducida en ( 17 ) . La
) . En este caso , el problema radica en la combinación del predicado darse
y
el argumento gente . El predicado darse , con el significado de ‘ tener lugar
de ‘ tener lugar , suceder ’ exige dos argumentos , aquello que se da
y
el lugar en el que se da . El problema parece ser , por tanto ,
problema parece ser , por tanto , un desajuste entre el argumento locativo exigido
y
el significado de la palabra gente . En resumen , a lo largo de este apartado
nuestros estudiantes . El análisis de estos problemas muestra que son más sutiles
y
difíciles de detectar que los problemas relacionados con los desajustes en el número
errores en la redacción . En este apartado vamos a reflexionar sobre estos fenómenos
y
sobre cómo mejorar el empleo del léxico en la redacción . Hemos visto que los
relativo en pasiva . Las pasivas alteran la estructura argumental de un predicado
y
en las relativas cambia la posición canónica de algún argumento , así que es
ocasión la combinación correcta , pero tiene problemas para encontrarla en su léxico
y
producirla . Este es el caso de ganar masa muscular en lugar de obtener masa
ciertos consejos , muy útiles por otro lado , sobre la elección del léxico . Asensio
y
Montolío ( 2014 ) o Cassany ( 1995 : 161 ) , por ejemplo , ofrecen
semánticamente sus complementos lleva a una elección más cuidadosa del vocabulario
y
, por tanto , a eliminar determinado tipo de errores . Además de los ejercicios
merecería la pena explorar la tipología de ejercicios que se propone en Bosque
y
Gallego ( en prensa ) . Por ejemplo , ejercicios de amplificación en los que los
terminar , que tanto los ejercicios tradicionales como los que se proponen en Bosque
y
Gallego ( en prensa ) resultarán más enriquecedores y útiles si van acompañados
que se proponen en Bosque y Gallego ( en prensa ) resultarán más enriquecedores
y
útiles si van acompañados de la enseñanza ( adaptada lógicamente al nivel de
nociones básicas de la teoría temática que explican la relación entre el léxico
y
la sintaxis , como los conceptos de predicado , argumento y selección semántica
relación entre el léxico y la sintaxis , como los conceptos de predicado , argumento
y
selección semántica . Hemos defendido que el estudio de estas nociones puede tener
léxico por parte de nuestros estudiantes , pues estos conceptos sirven para entender
y
, por tanto , corregir los errores de escritura . En el análisis de ejemplos de
número de argumentos que exige un predicado ( que falte o sobre un argumento )
y
otros como problemas de los requisitos de selección de los predicados . Hemos visto
que son muy complicados de corregir . Aquí hemos querido señalar la importancia
y
frecuencia de este tipo de errores en las redacciones de nuestros estudiantes , como
paso para su corrección . La enseñanza mecánica e irreflexiva de la gramática (
y
de cualquier otra disciplina ) no contribuye ni al desarrollo de la competencia lingüística
sino de sus combinaciones . Reflexionar en clase sobre los conceptos de predicado
y
argumento , de estructura argumental y de selección semántica mejorará la expresión
en clase sobre los conceptos de predicado y argumento , de estructura argumental
y
de selección semántica mejorará la expresión escrita de los estudiantes . En
trabajo . En resumen , la reflexión consciente del estudiante sobre los predicados
y
la idea de que estos exigen , en función de su significado , ciertos argumentos
inclusión de asignaturas que aborden la igualdad de género en relación a los medios
y
procesos de comunicación obedece a lo establecido en la IV Conferencia Mundial sobre
comunicación identificando los elementos que las definen a nivel temático , metodológico
y
relevancia dentro del plan de estudios . Se plantea un diseño metodológico mixto
mixto partiendo de una investigación ex - post facto , con orientación descriptiva
y
de búsqueda de la mejora , un análisis cualitativo de planes de estudio mediante
de la mejora , un análisis cualitativo de planes de estudio mediante ATLAS . ti
y
un panel de expertos . Los resultados inciden en una escasa presencia de este tipo
asignaturas , con mayor porcentaje en la universidad pública respecto a la privada
y
una mínima relevancia como materia obligatoria . Un trabajo que vislumbra la actual
Introducción El desarrollo de un plan integral para promover la igualdad de género
y
el empoderamiento de la mujer a través de los medios de comunicación es una prioridad
comunicación es una prioridad en la agenda UNESCO . Para ello , las universidades
y
facultades especializadas en las distintas áreas de la comunicación son un espacio
en Beijing en 1995 , puso de relieve en la sección J « La mujer
y
los medios de difusión » de la « Declaración y Plataforma de Acción de Beijing
sección J « La mujer y los medios de difusión » de la « Declaración
y
Plataforma de Acción de Beijing » , la importancia de los « mass media »
de la comunicación mediática ha generado extensa literatura ( Grizzle , 2014 )
y
reportes anuales como los de « The World Summit on the Information Society » (
2014 ) , « Report on equality between women and men in the EU »
y
« Women in the digital age » ( European Commission , 2018a ; 2018b )
the programmes of the institutions of the European Union and EU member states »
y
« Review of the implementation of the Beijing Platform for Action in the EU member
de Beijing en su objetivo B . 4 . propuso « establecer sistemas de educación
y
capacitación no discriminatorios » planteando en la « sección J , medida 83 »
Action Plan 2008 - 2013 » , UNESCO ratificó esta recomendación impulsando , en 2012
y
junto con la Federación Internacional de Periodistas , el marco « Gender - Sensitive
igualdad de género entre « periodistas , otros trabajadores de medios de comunicación
y
funcionarios ( hombres y mujeres ) y acceso a la educación y capacitación , incluida
periodistas , otros trabajadores de medios de comunicación y funcionarios ( hombres
y
mujeres ) y acceso a la educación y capacitación , incluida la materia de género
otros trabajadores de medios de comunicación y funcionarios ( hombres y mujeres )
y
acceso a la educación y capacitación , incluida la materia de género , para mujeres
medios de comunicación y funcionarios ( hombres y mujeres ) y acceso a la educación
y
capacitación , incluida la materia de género , para mujeres y hombres en los medios
acceso a la educación y capacitación , incluida la materia de género , para mujeres
y
hombres en los medios de comunicación » ( UNESCO , 2012 : 38 ) .
el Programa « University Twinning and Networking » para fomentar la cooperación
y
los vínculos interuniversitarios a escala mundial . Una iniciativa que formará
( UniTWIN , 2017 ) . En lo que afecta a la reforma de Bolonia
y
la configuración del Espacio Europeo de Educación Superior ( EEES ) , el Preámbulo
clave en la articulación del EEES , los objetivos de todos los estudios de Grado
y
las agencias de verificación ( Saldaña , 2010 ) . En España , el congreso
. En España , el congreso « Los Estudios sobe las Mujeres , de Género
y
Feministas . Grados y Postgrados » , celebrado en la Universidad Complutense de
el congreso « Los Estudios sobe las Mujeres , de Género y Feministas . Grados
y
Postgrados » , celebrado en la Universidad Complutense de Madrid ( UCM ) en 2006
3 / 2007 de 22 de marzo , « Para la Igualdad Efectiva de Hombres
y
Mujeres » así como en las distintas normativas autonómicas que la desarrollan
Action Plan 2014 - 2021 » , la « Incheon Declaration for Education 2030 »
y
la « Agenda 2030 sobre el Desarrollo Sostenible » ( UN , 2015 ) .
Martín & Navarro - Beltrá , 2012 ) , así como de las recomendaciones del EEES
y
del imperativo legal del marco normativo estatal en el ámbito de la educación superior
; Bosch et al . , 2011 ; Castellsagué et al . , 2014 )
y
concretamente en las áreas de comunicación ( Menéndez , 2013 ; 2014 ; Guarinos
España , Estados Unidos , Etiopía , India , Italia , México , República Dominicana
y
Costa Rica . Conscientes de la importancia de contribuir a este mapeo , la UCM
comunicación que de forma explícita promuevan la igualdad de género en los medios
y
las TIC ya desde su propia denominación . 2 ) Especificar la naturaleza optativa
universidades públicas frente a las privadas . 4 ) Describir los contenidos , metodología
y
recursos bibliográficos recomendados . 5 ) Precisar el género dominante del profesorado
del profesorado que imparte estas asignaturas . 6 ) Analizar los datos obtenidos
y
llevar a cabo un diagnóstico del caso español . 7 ) Plantear unas recomendaciones
promuevan estrategias educativas en comunicación e igualdad de género . 2 . Material
y
métodos Este estudio plantea un diseño metodológico mixto partiendo del ámbito
Bernardo & Calderero , 2000 ; Latorre et al . , 2005 ) – ,
y
con orientación descriptiva y de búsqueda de la mejora . En las investigaciones
2000 ; Latorre et al . , 2005 ) – , y con orientación descriptiva
y
de búsqueda de la mejora . En las investigaciones de esta naturaleza el fenómeno
Comunicación Audiovisual , Comunicación , Comunicación Cultural , Comunicación Digital
y
Comunicación Social . Los planes de estudios se han descargado de la web oficial
ATLAS . ti como documentos primarios agrupados en familias según comunidad autónoma
y
universidad pública o privada . La estrategia de muestreo se realizó creando códigos
palabras con las denominaciones « género » ; « mujer » ; « igualdad »
y
« diversidad » y su posterior « Auto Codificación » con los códigos relativos
« género » ; « mujer » ; « igualdad » y « diversidad »
y
su posterior « Auto Codificación » con los códigos relativos a los Grados . Las
que imparten los Grados objeto de estudio la conforman 30 universidades públicas
y
25 de carácter privado . En estas 55 universidades , la muestra final fue de
- UniTWIN , se realizó en abril de 2018 un panel de expertos para discutir
y
evaluar los resultados obtenidos , identificar necesidades y actuaciones que favorezcan
expertos para discutir y evaluar los resultados obtenidos , identificar necesidades
y
actuaciones que favorezcan la integración de la igualdad de género en estos planes
e internacionales , seleccionados en base a su experiencia en igualdad de género
y
educación superior en el ámbito de la comunicación , independencia , dispersión
superior en el ámbito de la comunicación , independencia , dispersión geográfica
y
capacidad de trabajo en equipo ( Tabla 1 ) . 3 . Análisis
capacidad de trabajo en equipo ( Tabla 1 ) . 3 . Análisis
y
resultados A continuación , se presentan los resultados obtenidos en relación a
en las áreas de comunicación , bajo las titulaciones de Periodismo , Publicidad
y
Relaciones Públicas , Comunicación Audiovisual , Comunicación , Comunicación
Relaciones Públicas , Comunicación Audiovisual , Comunicación , Comunicación Social
y
Comunicación Digital , en la universidad española durante el curso 2017 - 2018
en su título , en relación a los medios de comunicación , nuevas tecnologías
y
cultura audiovisual ( Figura 1 ) . Por Grados , Comunicación Audiovisual oferta
( 27 , 27 % ) , Publicidad cinco ( 22 , 72 % )
y
Comunicación , Comunicación Social y Comunicación Digital una asignatura ( 4 ,
) , Publicidad cinco ( 22 , 72 % ) y Comunicación , Comunicación Social
y
Comunicación Digital una asignatura ( 4 , 55 % en cada caso ) . Respecto a
. Publicidad oferta dos asignaturas obligatorias de las cinco que oferta ( 40 % )
y
Comunicación Audiovisual otras dos obligatorias de las ocho ofertadas ( 25 % ) .
obligatorias de las ocho ofertadas ( 25 % ) . En Comunicación , Comunicación Social
y
Comunicación Digital la asignatura es de carácter optativo . En cuanto a la distribución
22 , 72 % ) , Andalucía con cuatro ( 18 , 18 % )
y
Madrid con tres ( 13 , 63 % ) . Castilla y León y País
18 % ) y Madrid con tres ( 13 , 63 % ) . Castilla
y
León y País Vasco se igualan en número con dos materias cada una ( 9
) y Madrid con tres ( 13 , 63 % ) . Castilla y León
y
País Vasco se igualan en número con dos materias cada una ( 9 , 1
Cataluña , con dos de seis ( 33 , 33 % de su oferta )
y
Madrid con uno de tres ( 33 % ) . En el caso de Andalucía
33 % ) . En el caso de Andalucía ( cuatro asignaturas ) , Castilla
y
León ( dos ) y País Vasco ( dos ) , todas son de carácter
el caso de Andalucía ( cuatro asignaturas ) , Castilla y León ( dos )
y
País Vasco ( dos ) , todas son de carácter optativo . Respecto a los Grados
( dos ) , todas son de carácter optativo . Respecto a los Grados por universidad
y
comunidad autónoma , Andalucía ofertó una asignatura específica en el Grado en
UPO ) ; una en el Grado en Comunicación de la Universidad Loyola de Andalucía
y
una en Comunicación Audiovisual de EUSA - Universidad de Sevilla ( EUSA - US )
Comunicación Audiovisual de EUSA - Universidad de Sevilla ( EUSA - US ) . Castilla
y
León contó con una asignatura en el Grado en Comunicación y Creación Audiovisual
US ) . Castilla y León contó con una asignatura en el Grado en Comunicación
y
Creación Audiovisual de la Universidad de Salamanca ( USAL ) y una en Publicidad
en Comunicación y Creación Audiovisual de la Universidad de Salamanca ( USAL )
y
una en Publicidad de la Universidad de Valladolid ( UVa ) . Cataluña presenta una
UVa ) . Cataluña presenta una asignatura en Comunicación Audiovisual , Periodismo
y
Publicidad en la Universitat de Rovira i Virgili ( URV ) ; una en Periodismo
Relaciones Públicas , adscrita a la Universitat de Barcelona ( ESRP - UB ) ,
y
una en el Grado en Comunicación Cultural de la Universitat de Girona ( UdG )
asignatura específica en el Grado en Periodismo de la Universidad Complutense ( UCM )
y
, en la Universidad Carlos III ( UC3M ) una en Comunicación Audiovisual y una
) y , en la Universidad Carlos III ( UC3M ) una en Comunicación Audiovisual
y
una en el doble Grado en Periodismo y Humanidades . El País Vasco contó con
( UC3M ) una en Comunicación Audiovisual y una en el doble Grado en Periodismo
y
Humanidades . El País Vasco contó con una asignatura en Comunicación Audiovisual
Humanidades . El País Vasco contó con una asignatura en Comunicación Audiovisual
y
una en Publicidad en la Universidad del País Vasco ( UPV ) . Finalmente ,
una asignatura en Comunicación Audiovisual en la Universitat de València ( UV )
y
dos en Periodismo , una en Publicidad y una en Comunicación Audiovisual en la Universitat
la Universitat de València ( UV ) y dos en Periodismo , una en Publicidad
y
una en Comunicación Audiovisual en la Universitat Jaume I ( UJI ) ( Figura 2
, 19 asignaturas se integran en el sistema público ( 86 , 36 % )
y
las tres restantes en el sector privado ( 13 , 64 % ) . Las
sector privado ( 13 , 64 % ) . Las vinculadas a Periodismo , Publicidad
y
Comunicación Cultural solo se ofertan en el ámbito público . Las de Comunicación
Comunicación Audiovisual se ofertan tanto en el sistema público como en el privado
y
las del Grado en Comunicación y Comunicación Digital solo tienen presencia en la
tanto en el sistema público como en el privado y las del Grado en Comunicación
y
Comunicación Digital solo tienen presencia en la universidad privada . De los 165
55 , 76 % ) que forman parte del sistema universitario privado . Por último ,
y
en referencia al género del profesorado que imparte las asignaturas objeto de estudio
casos : la asignatura « Comunicación para la Igualdad » de la ESRP - UB
y
en « Comunicación , Género y Cultura de Masas en el Mundo Contemporáneo » en
para la Igualdad » de la ESRP - UB y en « Comunicación , Género
y
Cultura de Masas en el Mundo Contemporáneo » en el Grado en Publicidad de la
en el Grado en Publicidad de la UPV . 3 . 2 . Denominación
y
enfoques metodológicos Las 22 asignaturas presentan 16 denominaciones distintas
estudios . El 75 % en base a combinaciones entre los conceptos « género »
y
« comunicación » conformando un total de 12 nombres diferentes con variaciones
referencia a la historia de las mujeres ( Tabla 2 ) . Respecto al pensamiento
y
conocimiento situado ( Haraway , 1991 ) para abordar las distintas asignaturas ,
ellas . Los estudios en nuevas masculinidades se incluyen en la asignatura « Género
y
Comunicación » de los tres Grados de la URV . Solo en dos casos se
Género en Comunicación Audiovisual » , en Comunicación Audiovisual de la US ,
y
en « Estudios de Género » , del doble Grado en Periodismo y Humanidades de
US , y en « Estudios de Género » , del doble Grado en Periodismo
y
Humanidades de la UC3M . Solo dos asignaturas contemplan enfoques basados en los
contemplan enfoques basados en los estudios postcoloniales : « Políticas de Género
y
Teoría de Discurso » del Grado en Comunicación Audiovisual de la UV y « Publicidad
Género y Teoría de Discurso » del Grado en Comunicación Audiovisual de la UV
y
« Publicidad e Igualdad » en Publicidad de la UVa . Asignatura , esta última
que incorpora en su guía docente un bloque específico en estudios sobre género
y
diversidad funcional , siendo la única que cuenta con una perspectiva teórica en
( 4 ) , María Zambrano ( 4 ) , Annette Kuhn ( 3 )
y
Giulia Colaizzi ( 3 ) . Le siguen Simone Weil , Simone de Beauvoir ,
Foucault , Stuart Hall , Enn Ann Kaplan , Asunción Bernárdez , Eulàlia Lledó
y
Eloísa Nos Aldás con solo dos referencias . Respecto a otras autoras o autores
estudio de Grado para incorporar asignaturas específicas sobre igualdad de género
y
comunicación . Más todavía si atendemos al diagnóstico de estudios previos como
atendemos al diagnóstico de estudios previos como los de Menéndez ( 2013 ; 2014 )
y
, en el ámbito del sistema universitario andaluz , el de Guarinos et al .
informe solicitado por UNESCO - UnitWIN se consensuaron las siguientes conclusiones
y
recomendaciones : 1 ) La formación en estudios de género en los Grados en comunicación
más amplia del ejercicio profesional - no solamente en una perspectiva masculina -
y
cimentar una formación académica que no oculte las aportaciones realizadas por
que no oculte las aportaciones realizadas por las mujeres en las distintas áreas
y
facetas de la profesión . 2 ) Dicha formación debe realizarse por medio de asignaturas
de los planes de estudio , sin que ello suponga un menoscabo a la transversalidad
y
desarrollo de actividades complementarias . Nunca las materias optativas pueden sustraer
años el mínimo deseable es una asignatura obligatoria en primero o segundo curso
y
, al menos , otra optativa en tercero o cuarto . 4 ) El enfoque
cubrir todos los aspectos que conllevan los estudios de género : estudios feministas
y
sobre las mujeres , estudios sobre masculinidades y estudios LGBTIQ+ . 5 ) Se debe
género : estudios feministas y sobre las mujeres , estudios sobre masculinidades
y
estudios LGBTIQ+ . 5 ) Se debe aprovechar la oportunidad que ofrecen los nuevos «
políticas educativas que integren los estudios de género de una manera más efectiva
y
específica , reivindicando una agenda que active los objetivos marcados en la sección
los objetivos marcados en la sección J de Beijing 95 . 4 . Discusión
y
conclusiones Se procede a señalar los aspectos de mayor relevancia sobre la presencia
áreas de comunicación . Solo abarca la enseñanza de Grado al ser la formación base
y
común de todo el alumnado universitario . Sobre las materias optativas , cada año
puede variar en función del curso , las necesidades docentes de cada departamento
y
facultad , así como la demanda del alumnado . Estos aspectos son asumibles ya que
abril , la facilidad en el acceso « online » a los planes de estudio
y
guías docentes en el entorno de la universidad pública ; no así en las privadas
asignaturas que de forma explícita promueven la igualdad de género en los medios
y
las TIC , resulta destacable su escaso número en los planes de Grado de la
hegemonía de un relato con escasa sensibilidad a las cuestiones de género en esta área
y
, también , la poca formación en esta materia con que los futuros profesionales
sean los Grados en Comunicación Audiovisual quienes superen a los de Periodismo
y
Publicidad en número total de asignaturas ofertadas , más allá de que Periodismo
educativo 2030 promoviendo eficazmente valores para una sociedad más justa , igualitaria
y
diversa en cuestiones de género . Más todavía cuando la « Agenda 2030 sobre el
Desarrollo Sostenible » , en su objetivo cinco , plantea un marco más reducido
y
menos concreto que el que ofrece la sección J de Beijing 95 respecto a la mujer
menos concreto que el que ofrece la sección J de Beijing 95 respecto a la mujer
y
los medios de comunicación . Algo que también alerta de una progresiva despolitización
de una progresiva despolitización de la agenda y que requiere un mayor compromiso
y
alianza por parte de los agentes sociales en general y del sistema universitario
requiere un mayor compromiso y alianza por parte de los agentes sociales en general
y
del sistema universitario en particular . Los resultados de esta investigación confirman
revisión de Beijing . En este sentido , las universidades de la Comunidad Valenciana
y
Cataluña son las que muestran un mayor compromiso en cumplir este propósito . Ambas
la primera quien contempla el mayor número de asignaturas obligatorias de España
y
la UJI la universidad española que mejor representa este compromiso . Andalucía
española que mejor representa este compromiso . Andalucía , Madrid , País Vasco
y
Castilla y León presentan estas materias como optativa , salvo la asignatura obligatoria
que mejor representa este compromiso . Andalucía , Madrid , País Vasco y Castilla
y
León presentan estas materias como optativa , salvo la asignatura obligatoria en
materias como optativa , salvo la asignatura obligatoria en el doble Grado en Periodismo
y
Humanidades de la UC3M . El resto de comunidades quedan rezagadas en este objetivo
específica . Sobre la presencia de estas asignaturas en universidades públicas
y
privadas , que el 86 , 36 % sean ofertadas en el ámbito público alerta
universitario privado y que las nuevas titulaciones , como el Grado en Comunicación
y
en Comunicación Digital , solo se ofertan en la universidad privada . Que solo 19
solo 19 asignaturas incluyan los estudios de género en relación con los medios
y
TIC de un total de 73 titulaciones de Grado ofertadas en el sistema público ,
ofertadas en el sistema público , revela las carencias de los actuales planes de estudio
y
un horizonte para futuros cambios y reformas en los currículos . Respecto a la formulación
las carencias de los actuales planes de estudio y un horizonte para futuros cambios
y
reformas en los currículos . Respecto a la formulación de este tipo de asignaturas
convencimiento del papel clave que tienen los medios de comunicación para promover
y
luchar por la igualdad de género . Un compromiso que , en base a los
hombres a la docencia de estas asignaturas . Sobre los contenidos , metodología
y
recursos bibliográficos recomendados , los resultados muestran un predominio de
el total de las materias . Las asignaturas de Comunicación Audiovisual de la US
y
el doble Grado en Periodismo y Humanidades de la UC3M , que incluyen de forma
asignaturas de Comunicación Audiovisual de la US y el doble Grado en Periodismo
y
Humanidades de la UC3M , que incluyen de forma explícita en su guía docente los
UC3M , que incluyen de forma explícita en su guía docente los estudios LGBTIQ+
y
teoría « queer » , son todavía una excepción . Significativos también son los
también son los enfoques postcoloniales del Grado en Comunicación Audiovisual de la UV
y
del Grado en Publicidad de la UVa , que – en este último caso –
la UVa , que – en este último caso – también incluye estudios sobre género
y
diversidad funcional . Aproximaciones minoritarias pero claves para diseñar una
bibliográficas , los resultados revelan un escaso número en las guías docentes
y
una presencia mínima de obras clave de referencia en el corpus de los estudios de
de los estudios de género . Algo que despertó la alarma del panel de expertas
y
expertos , especialmente entre quienes procedían del ámbito anglosajón . Cuidar
expertos , especialmente entre quienes procedían del ámbito anglosajón . Cuidar
y
ampliar las referencias bibliográficas de las guías docentes es una necesidad urgente
un papel secundario a las principales figuras que cimentaron la crítica feminista
y
los estudios de género . La escasa fundamentación teórica que se ofrece al alumnado
donde se plantea como necesidad urgente la inclusión de una asignatura obligatoria
y
una optativa en todos los currículos . La escasa formación en estudios de género
los estudios de género en los Grados en comunicación . En paralelo , las demandas
y
recomendaciones del panel de expertas y expertos se han hecho llegar al Instituto
comunicación . En paralelo , las demandas y recomendaciones del panel de expertas
y
expertos se han hecho llegar al Instituto de la Mujer a través de las resoluciones
resoluciones del « VII Congreso Internacional de GECA : Representación , Educación
y
Lucha contra la Violencia de Género » ( GECA , 2018 ) . Asimismo ,
investigación como modelo para futuras réplicas en países del ámbito latinoamericano
y
como materia de discusión a la hora de emprender la redacción del « Gender ,
específicas adaptando los contenidos propuestos a las circunstancias educativas
y
político - sociales de cada centro formativo . Mientras tanto , solo cabe esperar
cabe esperar que las universidades españolas , así como sus respectivas facultades
y
departamentos , fomenten programas formativos en igualdad y diversidad de género
respectivas facultades y departamentos , fomenten programas formativos en igualdad
y
diversidad de género para el profesorado en aras de incluir estos contenidos de
International UniTWIN Network on Media , Gender , and ICTs » , con el apoyo
y
financiación de UNESCO y el Reino de los Países Bajos , por un equipo de
Media , Gender , and ICTs » , con el apoyo y financiación de UNESCO
y
el Reino de los Países Bajos , por un equipo de investigadoras e investigadores
investigadores del Grupo de Investigación Complutense GECA ( Género , Estética
y
Cultura Audiovisual ) . Alquilamos dos aparatos y después de media hora intentando
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